terça-feira, 24 de maio de 2011
Zero, the Demigod of Speed, Scion of Hermes
domingo, 22 de maio de 2011
Scion: One-Shot?
Um post rápido para estabelecer algumas regras na one-shot de Scion (ainda sem data determinada):
1. Todos conhecem minha perspectiva do cenário, não fugirei a ela. O mundo dos Scions não é um passeio no parque, é mortal com cada monstros que sabe do scion querendo sua cabeça, e eu irei fazer valer isso. Portando se haverá ou não muitos combates depende de como voces agirão.
2. Os personagens são de criação livre, nivel Demigod (ficha de Hero + 150xp) podendo adquirir poderes de God que não tenham pré-requisitos. O único livro restrito é o Ragnarok.
3. Seguidores, Criaturas e afins, se morrerem já era (afinal é uma one-shot, caso tenha interesse na continuação da aventura eu vejo como faço) .
4. Reliquias seguirão as regras do Companion, com as seguintes alterações: para uma reliquia causar Dano Agravado ela deve ter 2 dots para isso, não importando o dano base da mesma. A mecânica p/ o uso de dano agravado de uma relíquia é 5 pnt de lenda por ataque, anunciando antes que será agravado. IMPORTANTE: a força épica NÃO ENTRA no calculo desse dano. Casos especias serão discutidos durante o jogo.
5. Soak irá remover dados da parada de dano e não de dano final.
6. regra de stunt será clara: roleplay detalhado de um feito: 1 die. O anterior usando caracteriscas do cenário a seu favor: 2 dados. Os dois anteriores mais alguma caracteristica pertinente ao momento: 3 dados. Lembrem-se que também se conseguem stunts sociais.
7. para facilitar a minha vida, não vou criar nada. Vou pegar uma parte da minha campanha anterior, porém do nivel demigod (aproveitando que ninguem conhece). Isto quer dizer que utilizarei os mesmo NPCs, criaturas, itens e o escambau que fiz para aquela campanha.
Caso eu lembre de alguma coisa eu atualizo esse post.
Peço que para agilizar o processo, após criarem os PCs postem as fichas aqui para que eu analize.
Anão.
sábado, 21 de maio de 2011
Gabriel Ydenah. Butler, no more.
Espero que apreciem o conto e que o estilo narrativo esteja dentro das regras detalhadas por Hugo.
11 de setembro de 2001, cidade de Genebra, Suíça. O crepúsculo dava enfim lugar a um belíssimo céu estrelado e sem nuvens. Melody e Butler caminhavam apressadamente nas ruas frias e fracamente iluminadas, assim planejadas para evitar que aquela vista espetacular fosse ofuscada. Procuravam um endereço bem conhecido por Melody, um apartamento num hotel 4 estrelas, onde encontrariam refúgio seguro antes de partir em sua principal missão por aquelas bandas.
- "Mestre Gabriel, que bom, não tinha certeza se conseguiria trazê-lo até aqui!", disse com voz exausta um monge que se encontrava a poucos metros dali, sentado no topo da montanha.
- "Q-Que lugar este? Ondestou? E... do que foi que você me chamou?!"
- "Mestre Gabriel. Por quê?"
Butler fica calado por alguns segundos, refletindo.
- "Gabriel Ydenah. Este é o meu nome?"
- "Sim, mestre."
- "Que lugar é este? Por que me trouxe aqui? Onde está Melody?"
- "Infelizmente só consegui concentrar energia suficiente para convocar o senhor, mestre, perdão! Perdõe-me também por não poder responder suas perguntas. Estou exausto, preciso descansar agora.". E com essas palavras, o misterioso monge desaparece.
Gertrudes se metamorfoseia de sua forma de barata para a de gata e fareja o local onde o monge sumiu. "Rotina poderosa e furtiva. Não será possível seguir o rastro energético residual do teletransporte.", diz a Familiar, desapontada.
- "Gertudes, eu sou Gabriel Ydenah. E não tenho ideia do que fazer agora."
- "Pensaremos nisso depois." Disse a gata, resoluta. "Por hora, vou abrir uma Ponte da Lua para sairmos daqui. Próxima parada: Nova York!".
En Taro Adun!
quinta-feira, 19 de maio de 2011
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Dúvidas sobre a campanha online
Meu computador apresentou defeito novamente e por isso estou numa LAN no momento. Suspeito que o aterramento não esteja funcionando adequadamente, haja vista a frequência com que perco meus equipamentos.
Esta postagem será curta, pois me concentrarei na proposta da campanha. Vamos as dúvidas:
1. Deduzo que o impossível aconteceu: sobrevivemos ao ataque maciço definitivo. Então as fichas que você pediu para acrescentar à postagem preanterior se refere às nossas fichas atualizadas na segunda sessão, certo? Algum XP adicional?
2. Pelo tempo que (sobre)vivemos nas dependências do hospital certamente teríamos ideia do mapa do lugar. Peço que descrevas o máximo que puder sobre as alas e aposentos mais relevantes de modo a podermos traçar algumas estratégias;
3. Da mesma forma, descreva alguns dos equipamentos (médicos ou roubados por nós em incursões anteriores) que tenham sobrado depois desse longo período de cerco;
4. Temos meios (particulares ou do hospital) de entrarmos em contato com Fernanda, Tibúrcio, Mustafá e os sobreviventes que eles levaram embora?
5. Algum de nós reconhece a encanadora?
6. Por fim, as atualizações de nossas falas/ações devem ser feitas na postagem "Regras" ou "A New Nightmare"?
En Taro Adun!
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Zombie's Apocalypse 2: A New Nightmare
Por conta do começo da nova fase do Apocalipse, tentei fazer com que o blog ficasse mais leve. Vejam o que acham.
Mas vamos ao que interessa. Que a segunda temporada comece.
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Tristeza.
Ódio.
Perda.
Essas coisas foram sentidas tanto pelos que fugiram, quanto pelos que ficaram para trás no Hospital. Entes queridos gritavam, esperneavam, choravam. Mas todos sabiam que nada poderia ser feito. Todos sabiam que eles estavam perdidos. E o sacrifício deles seria lembrado para sempre. E no meio daquilo tudo, isso era uma vitória. E ao mesmo tempo uma derrota.
Os três que foram deixados para trás já sabiam o destino que os aguardavam. Eles corriam, batiam, atiravam e corriam de novo. Isso foi se seguindo até eles ficarem presos no hospital. A munição da metralhadora havia acabado e os zumbis se aproximavam cada vez mais. Eles já sabiam o seu destino. E aquela não era de se lamentar. Era hora de lutar.
Os três pegaram os últimos barris de gás e oxigênio, e lançaram na direção dos zumbis. Uma grande explosão pode ser ouvida e os três ficaram desmaiados.
O corpo todo doía e foi difícil para Lucas olhar ao seu redor. Ele estava na enfermaria do hospital que havia sido sua casa nas ultimas semanas. Ao seu lado estavam Ângelo e Diogo, ambos dormindo. Um cheiro forte vinha do lado de fora da enfermaria. Ele tentou levantar a cabeça e percebeu que os amigos começavam a acordar. Tentava levantar-se quando viu uma garota, não mais que uns 23 anos, cabelos escuros na altura do ombro, olhos verdes e um corpo de fazer inveja. Vestia roupas extremamente curtas e trazia consigo um pedaço de cano de ferro enorme. Ela parou, olhou para Lucas, segurou o cano com força.
- Diga alguma coisa... Ou arrebento a sua cabeça.
Ela parecia estar bem acostumada a fazer esse tipo de coisa.
-- Ainda não nos tornamos zumbis, se é essa tua preocupação, moça. (Angelo)
Angelo levanta cambaleante, ignorando qualquer ameaça que a mulher possa representar. Embora estivesse até pouco tempo atrás inconsciente, mente e corpo estavam exaustos, movidos apenas pelos surtos de adrenalina que se tornaram rotina.
-- Se precisa de ajuda, ou pode oferecer alguma, diga logo. Esses não são tempos para palavras dissimuladas ou gentis. (Angelo)
Angelo recorta toscamente uma tira de sua camisa para tentar estancar uma hemorragia em sua mão. A adrenalina nublou seus sentidos e só agora percebeu que perdera dois dedos da mão esquerda. Seu semblante é frio e duro, indiferente ao fato. Esse pequeno incidente não é mais capaz de chocá-lo. Ele aguarda uma resposta da mulher e a reação de seus companheiros.
*Angelo observa o local e puxa pela memória tentando reconhecer o aposento onde estão. Foca sua atenção em detalhes como objetos e móveis e principalmente numa potencial rota de fuga.*
"De onde esta mulher saiu? Haverá alguma passagem secreta nesta sala para um lugar mais seguro? Tomara que Lucas e Diogo mantenham a cabeça fria com ela. É a melhor chance que temos agora." (Angelo)
terça-feira, 3 de maio de 2011
Zombie's Apocalypse 2 - Regras
1- Quando for para dizer ação, coloquem * antes e depois do texto e deve ser em terceira pessoa. ex: *Diogo pega o botijão de gás e o lança nos zumbis com toda a sua força*
2- Para coisas que estão pensando, coloquem " antes e depois do texto, podendo esse ser em primeira pessoa e em italico. ex: "Droga, eles não param de vir. se continuar assim, vou me fuder"
3- Para suas falas, coloquem -- antes da fala, em italico, e colorido. ex: -- Corre!!!!
Bom. Por enquanto é isso! até sexta começaremos.
FICHA ATUALIZADA PARA A CAMPANHA ONLINE
Nome: Angelo Eduardo Santos de Oliveira
Natureza: Solitário
Comportamento: Conformista
Conceito: Sobrevivente traumatizado
Refúgio: Ruínas do Hospital Barão de Lucena
Força 2, Destreza 4, Vigor 3
Carisma 2, Manipulação 2, Aparência 2
Mentais: Percepção 3, Inteligência 3, Raciocínio 3
Talentos: Representação 1, Prontidão 3, Esportes 3, Esquiva 3, Empatia 2, Lábia 1
Perícias: Empatia com Animais 1, Etiqueta 2, Furtividade 3, Armas Brancas 1, Armas de Fogo 2
Conhecimentos: Burocracia 1, Computador 2, Finanças 1, Investigação 1, Direito 1, Linguística (inglês) 1, Medicina 2, Política 1, Ciência (Biologia) 2, Sobrevivência 1
Antecedentes: Aliados 5
Virtudes: Consciência 3, Autocontrole 5, Coragem 2
HUMANIDADE 6, FORÇA DE VONTADE 4
domingo, 1 de maio de 2011
Zombie's Apocalypse 2 - Preview
Dor.
Tristeza.
Ódio.
Perda.
Essas coisas foram sentidas tanto pelos que fugiram, quanto pelos que ficaram para trás no Hospital. Entes queridos gritavam, esperneavam, choravam. Mas todos sabiam que nada poderia ser feito. Todos sabiam que eles estavam perdidos. E o sacrifício deles seria lembrado para sempre. E no meio daquilo tudo, isso era uma vitória. E ao mesmo tempo uma derrota.
Os três que foram deixados para trás já sabiam o destino que os aguardavam. Eles corriam, batiam, atiravam e corriam de novo. Isso foi se seguindo até eles ficarem presos no hospital. A munição da metralhadora havia acabado e os zumbis se aproximavam cada vez mais. Eles já sabiam o seu destino. Mas essa não era a hora de chorar. Era hora de agir.

