domingo, 15 de fevereiro de 2009

XP

Caso não tenha esquecido nada, o XP foi o seguinte:
Buda - 0
Renato - 200
Ângelo - 250
Diogo - 300
Tibúrcio - 200

Sim, sou um sacana. Seguinte, vocês estão demorando demais nessa aventura, então se eu der mais XP vão chegar no mestre final bombado demais (dica - vocês já mataram 90% dos monstros da aventura, e passaram a uns 5 metros do chefe final).

4 comentários:

vei tiba disse...

Rapá no paço vc falou que era 100% sei não viu temos que nos armar,kkkkkkkkkkkk

Anão Picareta disse...

com certeza!!! A gente tem que evoluir mais uns 2 niveis antes de encarar o mestre da dungeon (Sou a favor de matarmos tds os guardas da prisão e os presos do 2 nivel para ganhar XP - de repente colocando fogo na floresta deva dar algum XP tb afinal detruir qq coisa viva em D&D dá XP!!!)

Pele-de-Escama disse...

Hail to you, champions!

Bem, é fato que a sessão foi quase exclusivamente interpretativa. Só Legolas se divertiu um pouquinho com o D20. Admito que boa parte da sessão foi monopolizada por mim, mas acho que não havia muita opção, já que pela situação que nos encontrávamos tudo dependia de muita diplomacia.

Peço desculpas se acabei falando mais do que devia, mas um personagem leal e bom segue preceitos muito parecidos com o de um paladino: não mente, não trapaceia, não usa venenos, busca combater o mal e preservar a ordem onde ele estiver.

Perdemos alguns "dias úteis de jogo" com a minha saída pra cumprir minha sidequest (entregar uma encomenda na cidade vizinha), mas como Renato mesmo disse, melhor perder alguns dias do que se aventurar sem a "poção de cura ambulante" do grupo!

Não sei se Lucas lerá este comentário, mas quero sugerir que nesta minha sidequest ele encaixe um gancho para futuras aventuras do grupo (ex: o clérigo de um templo dessa cidade próxima pede que reforcemos as defesas de uma vila sitiada, ou entrega um mapa antigo que nos levará a um local distante onde jaz uma relíquia a ser recuperada, etc).

Até mais.

Pele-de-Escama disse...

Sobre voltarmos a invadir a entrada secreta no muro da prisão, lembrem-se do que eu mesmo disse a vocês: se o negócio complicar demais, deem uma surra em mim, deixando-me inconsciente na cidade, avancem sobre os guardas do forte-prisão, detonem a tudo e a todos e finalmente investiguem o lugar!

Sem o clérigo certinho pra impedí-los, vocês que na maioria são caóticos (apenas Malak é neutro) poderiam tomar esta medida drástica em prol de um bem maior. Mas não se enganem: fazer isso da maneira simplista que descrevi é uma atitude maligna, sem dúvida! Minha sugestão é que, se forem fazer isso, tenham certeza de não matar nenhum dos guardas! (nessas horas é que valorizamos o "curar ferimentos mínimos" para estabilizar alguém morrendo).

Até mais, espero que alguém esteja lendo estes comentários.

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