segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Scion Reloaded

Saudações cordiais, camaradas.

Para uma eventual nova tentativa de narrar uma aventura para o grupo, peço-lhes atenção ao que escreverei nesta postagem, pois não desejo lhes parecer implicante ou chato.

Objetivando facilitar a elaboração dos personagens, sem que vocês precisem ficar preocupados se podem ou não fazer isso ou aquilo, as regras de criação serão ESTRITAMENTE as descritas no Livro Básico Scion Hero. Ponto.

Desconsiderem as regras particulares que desenvolvi e usei em minha última campanha, EXCETO as descritas abaixo.

1. Serão permitidos apenas os Deuses e Panteões descritos no livro Scion Hero;
2. Para construção das Relics usem APENAS as orientações descritas em Scion Hero e Scion Companion (página 152);
3. Os cinco livros podem ser usados como referência para aquisição de Knacks, Boons e afins;
4. Estão proibidos os Boons Illusion e Frost (ambos de Scion Ragnarök);
5. Os jogadores que optarem por criar personagens de Lenda 2 não precisam se preocupar em gastar XP para Ascender. Em média, a cada 8 sessões que o jogador participar presencialmente seu personagem terá sua Lenda Permanente aumentada em 1;
6. Os jogadores que optarem por criar personagens de Lenda 3 ou 4 poderão ascendê-los a Demigods quando desejarem, desde que gastem o XP necessário;
7. Lenda e Força de Vontade não são recuperados automaticamente quando os personagens obtém Stunts. Isso ocorrerá apenas se forem bem sucedidos naquilo que se propuseram a realizar;
8. Incrementar as Abilities com XP demandará tempo e treinamento, exigindo a busca por um instrutor e treino regular. Essas etapas deverão ser trabalhadas dentro de jogo;
9. Ataques corporais (Brawl e Melee) usam Strenght ou Dexterity para calcular os dados de ataque;
10. Acrescenta-se Perception ao dano das armas de fogo.


Quanto a proposta de aventuras (idéias brutas, a serem lapidadas se o projeto seguir em frente):

1. Os Titans despertaram décadas antes do que as mais poderosas Profecias diziam. Os Deuses foram pegos de surpresa, pois no cenário atual o mundo carece de Scions. Cada "Filho dos Deuses" que tomba ou permanece "perdido" na Guerra contra os Titans é uma perda irreparável e um passo a frente dado pelos inimigos.
2. Cada jogador deve criar 2 personagens. Em cada sessão ele escolherá qual dos dois achará mais adequeado para usar na aventura;
3. Vocês terão uma base, um quartel-general, sob completa responsabilidade dos personagens;
4. O personagem titular da sessão receberá XP plenos por sua atuação na sessão;
5. O personagem secundário receberá metade do XP do personagem titular, arredondado para baixo. Esses XP se justificam pelo treinamento que este personagem estará recebendo na base;
6. Para facilitar a visualização do cenário, associem suas responsabilidades e missões com algo parecido com as antigas histórias dos X-men (por volta dos anos 1980). Vocês possuem uma base de operações, tem poderes extraordinários, não são mais simples humanos, são poucos e estão sendo ferrenhamente caçados. Repito: isso que acabei de descrever serve apenas para ajudá-los a entender como serão suas interações com o cenário, não reflete exatamente o clima das aventuras.

En Taro Adun!

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Seria um comentário, mas devido às dimensões resolvi postá-lo para facilitar a leitura.

Saudações cordiais, camaradas.

Puxa vida, fico triste que as coisas tenham chegado a esse ponto. Amigos, responderei ao comentário feito por Lucas na postagem anterior, incutindo uma autocrítica que talvez os ajude a compreender meu juízo do andamento das coisas. Espero que todos leiam com atenção para não haver equívocos na interpretação de minhas palavras. De qualquer forma, surgindo dúvidas vocês podem perguntar.

Lucas e Renato são os que demonstram abertamente maior entusiasmo com minha campanha, então saber que Lucas estaria disposto a dispensar o personagem que está participando de todas as sessões desde o início (início mesmo, apenas ele estava presente no horário previsto para começarmos a primeiríssima sessão) me deixa muito triste. Bom, vamos aos meus argumentos para responder o comentário de Lucas.

Em momento algum eu afirmei que a entidade era o Baron Samedi. Tanto que tomei o devido cuidado de não deixá-los certos disso. Vocês é que deduziram isso a partir das informações que a entidade forneceu. Revelo neste momento que o evento ocorrido naquela Cena não se tratava de uma Visitação do Baron Samedi "em pessoa".

O poder da Fateful Coin of Tique poderia ser invocado a qualquer momento, tanto que na ocasião em que o Fatebiding foi estabelecido, ainda na provação grega, quando alguns dos jogadores instigaram Lucas a usar a moeda imediatamente, eu não criei nenhum impedimento. E sim, Tique poderia interferir nos assuntos de um Deus se o personagem assim desejasse e ele obtivesse um resultado favorável ao jogar a moeda. Quando bolei esse artefato, eu entreguei nas mãos daqueles que aceitassem os riscos a oportunidade de confiar exclusivamente na sorte para mudar o Destino de seus personagens. Os riscos eram claros e precisamente equilibrados.

Considerando-se que o desejo do personagem foi que Tique não permitisse que ele morresse e o fato que ele obteve como resultado uma má sorte catástrófica, se eu fosse absolutamente rígido eu teria encerrado a campanha naquele momento, haja vista os problemas que apresentei na postagem. Se eu não agisse de maneira rígida, que valor vocês dariam aos riscos da má sorte do artefato? Isso dito, sou categórico em afirmar que aquele foi um evento grave para a continuidade da história. Sou da opinião que se as dificuldades que Lucas citou de fato não ocorreram foi justamente porque eu decidi seguir a história como se o evento não tivesse acontecido, visando impedir o encerramento abrupto da campanha.

Uma pergunta simples, não para ser respondida, mas apenas para vocês pensarem a respeito: e se o resultado da Divina Intervenção fosse positivo?

Quanto ao desnivelamento de Randolph, ele é um personagem mental. É esperado que não se destaque nos combates diretos ou cenas de ação. Ele reivindicaria três Birthrights ao concluir a provação: um Sobretudo Negro que mimetiza Damage Conversion, uma aparelho que adiciona a Lenda Permanente às jogadas de Perception+Awareness e 5 seguidores (2 policiais patrulheiros e 3 chevals - todos NPCs pouco efetivos num combate). Então, exceto pelo sobretudo, não compreendo a diferença que esses Birthrights fariam numa cena de ação que fosse capaz de equilibrar o personagem aos outros que são mais físicos. Estranhei Lucas dizer que Randolph passa por apuros para sobreviver aos combates. Que me lembre, até o momento o único risco de dano ou morte reais pelos quais passou foram nesta última sessão. Nas quatro sessões anteriores Randolph permaneceu com a saúde praticamente intacta. Não entendi esta observação que ele fez.

Todos vocês sabem da minha preferência por campanhas em vez de aventuras, por isso preciso confessar minha preocupação com a ideia de alguns de vocês de mudar de personagem. Entendo que essa decisão pode ser simplesmente fruto da insatisfação com o personagem, isso é relativamente comum, mas para uma campanha isso quebra uma série de elementos que nós Narradores muitas vezes passamos semanas desenvolvendo, aguardando o momento certo de apresentar ao personagem. Eis então que o personagem "deixa de existir", a natureza "predestinada" que leva o Bando a se unir desmorona e a coerência da história fica prejudicada. Fernanda e Tibúrcio pensam em fazer novos personagens, Diogo não tem escolha e Lucas talvez siga o mesmo caminho. Aí fica aquela tristeza martelando na cabeça do Narrador: "Puxa, eu tinha pensado numa coisa tão legal para o personagem". Se Fernanda e Lucas resolverem mesmo mudar de personagem, o único que sobrará do Bando original será Josh. E praticamente tudo que planejei para a campanha, a tal "Verdade Oculta" que eles descortinariam juntos, se perderá. O zelo para passar a emoção certa, o impacto pretendido, não surtiria mais o mesmo efeito.

É provável que se torne inviável continuar. Pelo menos vocês ficarão com uma boa lembrança da última sessão, tenho certeza que alguns eventos foram bem marcantes e ficarão na memória de vocês.

Ótima semana a todos.

En Taro Adun!

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Acerca da 5ª sessão de Scion, realizada em 23.10.11

Saudações cordiais, camaradas.

Lucas,

Peço que me perdõe, mas como Narrador eu preciso ser imparcial para que injustiças não ocorram por simples omissão. Não quero que existam precedentes que futuramente me façam ouvir frases como "ah, ele é protegido do Mestre" ou "Se fosse eu que fizesse isso tu não teria me dado essa chance".

Todos perceberam que perdi alguns minutos pensando no que poderia fazer após a catastrófica Intervenção de Tique. Dois motivos para justificar minha preocupação:
1º) A provação pela qual estão passando precisava ser executada por um Loa. Isso de modo algum significa que o Loa tinha que sobreviver, ele apenas precisava chegar até certo ponto da história que seria inacessível para qualquer outro que não fosse do Panteão Loa;
2º) Morrer naquela situação seria ridículo (além de irreversível, haja vista ter saído um resultado catastrófico). Ridículo simplesmente porque pouco antes da entidade arrancar o coração de Randolph eu havia informado que aquele seria o momento dramático de demonstrar o Poder Único dele. Inclusive, tão logo a entidade disse "agora morra", eu te disse "agora escolha um tempo entre 1 e 9 minutos". O que se seguiu foi uma grande confusão, uma grande incompreensão do que estava acontecendo. Uma morte absolutamente besta.

Naquela ocasião, eu decidi ignorar o acontecido porque não haveria como minimizar os prejuízos para o resto do grupo. Mas o evento ocorreu, eu só não quis perder mais tempo tentando achar uma solução para o término abrupto da campanha. No momento eu havia determinado que a consequência seria Randolph perder um nível de Lenda Permanente, mas você não aceitou. Mais uma vez eu não quis perder tempo pensando numa solução e deixei passar como se nada tivesse acontecido.

Mas é óbvio que eu não poderia deixar isso impune. Chegando em casa, passei a pensar sobre o que fazer para punir o personagem sem que ele precisasse ser destruído. Conversei com minha esposa, explicando-lhe que se eu desejo ter e merecer o respeito do grupo como Narrador, eu preciso ser imparcial e justo. Não poderia abrir precedentes. Ela entendeu meu ponto de vista, pois sabe que também ajo assim na "vida real".

Assim, informo que decidi que a catastrófica Divina Intervenção de Tique terá como consequência, numa alternativa à destruição de Randolph Carter Jr., a não reivindicação dos Birthrigths que ele receberia ao término da provação. Ou seja, mesmo que consiga obter êxito na provação Loa, ele não reivindicará o "Sobretudo Negro", o "Medidor EMF portátil de três eixos", e seus "Seguidores".

Diogo,

Salma tombou em combate, tendo o crânio perfurado pelos chifres do Taureau-Trois-Graines. Randolph tentou salvá-la mas não houve tempo hábil de impedir que os "Dying health levels" dela fossem marcados. Ela recebeu um enterro digno, seguindo as tradições astecas.

Experience points relativos à 5º sessão (23.10.11):

Lucas = 4 XP
Comparecimento: +3
Interpretação: +1

Renato = 5 XP
Comparecimento: +4
Interpretação: +1

Tibúrcio = 5 XP
Comparecimento: +4
Interpretação: +1

Hugo = 4 XP
Comparecimento: +4

Quem desejar, por favor faça suas considerações sobre a sessão.

En Taro Adun!

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Experience points & crítica construtiva sobre a 3ª sessão de Scion

Saudações cordiais, camaradas.

Sem muitas delongas, já que acredito que esta postagem ficará grande, farei uma crítica construtiva sobre os acontecimentos da 3ª sessão de Scion que narrei no último domingo. Espero não ofender ninguém mas caso isso ocorra por favor converse comigo, desabafe sua insatisfação, não estraguemos uma amizade por causa disso.

Antes de tudo: falhei em cumprir um procedimento que sempre adotei enquanto mestre. Nunca mais adiantarei os XP após o término da sessão. Sempre procurei informar os XP apenas depois de relembrar tudo que se passou e avaliar as atitudes e ideias dos personagens e jogadores, para então tentar dar uma recompensa justa. Como vocês perguntaram pelos XP quando encerramos a sessão eu dei uma resposta rápida, sem pensar muito. Nesta postagem comentarei sobre a atuação de cada um e sua devida recompensa.

Sobre a sessão: quando os personagens partiram da fase grega da Ilha do Pacto e surgiram no "espaço sideral" onde Chuck Bass estava aprisionado, eles sabiam que todos os integrantes atuais (Randolph, Salma, Josh, Nika e Carter) possuíam um vínculo mínimo entre eles. Quis o Destino que eles estivessem juntos nesse momento em que estão sendo testados pelos seus Pais Divinos para se mostrarem merecedores de seus Direitos de Nascença. Eles resgataram Chuck e logo a revelação de que este também era um Scion (nórdico) veio à tona. Desta vez, porém, não havia qualquer garantia ou informação óbvia de que Chuck também possuía uma vínculação predestinada ao resto do grupo. Os jogadores sabiam que existia, mas os personagens não.

Assim, não considerei errada a postura de desconfiança que o grupo (principalmente Josh) assumiu em relação à Chuck Bass quando este tentou assassinar a sangue frio a sentinela da Vila de Holland. Mas compreendi desde o início a atitude de Tibúrcio. Ele personificou Chuck Bass em toda a plenitude, agindo em conformidade com seu background. Minha ressalva é que ele podia ter aguardado um pouco mais para demonstrar a psicose do personagem, já que ela não é constante. Como sua sede por sangue surge esporadicamente, penso que ele poderia ao menos ter dado início ao um relacionamento mais harmônico com os outros para então entrar em crise.

Mas é fato que a personalidade e atitudes de Chuck prenunciavam um iminente rompimento. Sendo sarcástico com todos, assediando Nika e as outras mulheres da vila, desejando realizar a missão sozinho, não seria fácil mesmo. Depois da primeira atitude hostil de Chuck (contra a sentinela) Hugo havia informado que ficaria de olho nele, por isso não considerei apelativo quando Josh foi atrás de Chuck e o flagrou numa "possível" nova tentativa de assassinato. Sob meu ponto de vista, Tibúrcio poderia ter evitado o problema se não tivesse decidido executar as ações na floresta. Ou seja, ele não tentou ser furtivo para cometer sua perversão, ele apenas se afastou um pouco da vila. Fosse dentro de uma das residências, Josh não o teria flagrado. Não haveria motivo para ele ficar tão obcecado na possibilidade Chuck fazer alguma besteira a ponto de invadir uma das residências onde vocês dormiam.

Na postagem anterior ("Frio de Neve Nova") Lucas comentou que o grupo usa muito o metajogo. Nada mais correto em ser afirmado. Sugiro a leitura (inclusive dos comentários) da postagem presente neste link: http://www.paragons.com.br/as-armadilhas-do-metajogo/

Apesar de todo mal-estar gerado pelos eventos que culminaram no caminho solitário de Chuck Bass, eu me senti relativamente tranquilo quanto ao desfecho, tanto que vocês não me viram tentando alterar as coisas para fingir que os eventos não aconteceram, ou que não eram tão graves quanto se mostraram. Nunca desejei que isso acontecesse, e não nego minha tristeza, mas da forma como as escolhas dos jogadores e personagens se desenvolveram, essa conclusão mostrou-se coerente.

Eu ainda tinha uma última esperança: já que decidiu seguir a missão sozinho, esperava que Chuck Bass tentasse recuperar sua Desert Eagle ou ao menos algumas das armas dos caçadores da vila, mas como Tibúrcio não quis fazer isso eu determinei que não haveria condições dele sobreviver ao teste estando desarmado. Não ele possuindo Lenda 2. Apenas o trabalho em equipe permitirá a vitória.

Na hora até pensei na possibilidade de narrar à parte a aventura solitária de Chuck, mas com a decisão de Tibúrcio abandonei a ideia. De qualquer forma essa narração à parte seria via blog, pois eu jamais usaria o pouco tempo semanal que temos (nossas cinco horas de jogo dominicais) para um único personagem em detrimento dos outros cinco.

Agora, sobre as atuações dos jogadores e personagens (XP). Antes, vale ressaltar que todos chegaram pontualmente, agradeço-lhes o empenho e fico orgulhoso por isso. Tibúrcio chegou atrasado mas havia me ligado com antecedência informando o problema que teve, por isso não foi penalizado.

- Tibúrcio/Chuck Bass: Além de interpretar, personificou o personagem de maneira exemplar, a ponto de prejudicar a si mesmo no processo. Talvez vocês nem tenham percebido (ou então eu que vi algo que não existiu), mas o conflito entre os personagens acabou reforçando o elo entre os seus personagens e a importância de cada um no Bando. Como disse acima, gostaria que ele tivesse aguardado um pouco para expor a psicose assassina de Chuck, que tivesse dado motivos para o grupo pensar sobre sua importância para o Bando e o papel a ele reservado pelo próprio Destino. Recebe 6 XP.

- Hugo/Josh: Interpretou, personificou e foi um dos poucos que lembrou de usar efetivamente a proposta de ação do cenário de Scion (usar o tronco combinado a Lightning Sprinter no Campo de Batalha). Marquei bem o cuidado que teve em representar a Força de Vontade zero do personagem (sem precisar ficar relembrando-o). Foi uma pena que suas (re)ações tenham desencadeado o conflito que resultou na saída de Chuck do Bando, mas suas escolhas foram adequadas ao que se esperaria do personagem. Recebe 6 XP.

- Fernanda/Nika: De todos os jogadores, foi a única que não conseguiu agir em concordância com o personagem. Em três ocasiões, precisei vetar suas palavras ou ações simplesmente porque não tinham nada a ver com a personagem. A impressão que tenho é que ela ainda está em busca da identidade da personagem, buscando desenvolver uma caracterização na qual possa se apoiar para interpretar. Apontando só uma das situações incoerentes: o que justifica que uma penta-atleta tente MATAR uma pessoa a sangue frio, se nunca fez isso, nem teve motivo para tal? Recebe 4 XP.

- Lucas/Randolph: Aqui tenho uma situação que estou tentando encontrar o ponto certo para favorecer a personificação do personagem, mas isso é algo que ainda não consegui e que precisamos lapidar. Lucas, peço que você me dê uma luz, uma orientação para aprimorarmos os momentos de Randolph. Dois aspectos que destaco desta 3ª sessão: 1. penso que a escolha de aceitar ou não o Fatebinding com a Fateful Coin of Tique não deveria ter sido definido por um cara ou coroa, e sim pelo que Randolph, em suas convicções e ideais, veria de vantajoso ou não nessa vinculação em sua busca fanática pelo controle sobre a morte; 2. Letho foi bem especifico em sugerir que você liderasse o Bando. Eu, como mestre, baseei esta sugestão dada pelo NPC nas aptidões do personagem para a liderança (Charisma, Manipulation, Command, Presence e Lenda Permanente 3, a maior do Bando - desconsidere Salma), mas é aí que entra o ponto crucial: o jogador se sente confortável com esta responsabilidade? Talvez eu esteja te coagindo, sem querer, a assumir um papel que não gostarias de ter. Deixe-me ciente de tua opinião sobre isso. Recebe 5 XP.

- Renato/Carter: Considerando-se que o background do personagem não está plenamente desenvolvido, não posso julgar a personificação. A interpretação foi adequada, embora precise ser lapidada. Gostei de vê-lo marcando alguns diálogos com a falta de conhecimento "moderno" (uma vez que ele recebu a Visitação de Ares na década de 1940). Recebe 5 XP.

- Diogo/Salma: Não recebeu XP. Parece-me, infelizmente, que ela está mesmo predestinada a ser devorada pela Cria de Fenris quando vocês estiverem prestes a vencer a fera (a Cria de Fenris aumentará sua Lenda Permanente, sabem como é...)

Espero ler a opinião de vocês.

En Taro Adun!

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