Pessoal, to passando só pra dar a dica: a Saraiva Online está com promoção para todos os livros até quarta-feira 24. Comprando 2, 10% de desconto; comprando 3, 20%; e comprando 4, 30% de desconto. É a chance que eu estava esperando para comprar os outros livros de D&D 4ª edição.
Eu continuo sem poder sair nos fins de semana, mas vou aproveitar para bolar alguma coisa de D&D para mestrar logo que voltar. Tomara que a faculdade de Direito, para a qual fui pré-selecionado no PROUNI, não me ocupe demais.
Abraços a todos, e que rolem os dados!
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Blog
Oi gente,
Descidi fazer o blog mesmo de jack, o linck é este http://lascronicasdeljack.blogspot.com/
o resto das crônicas serão postadas nos dois blog's.
abraços
Descidi fazer o blog mesmo de jack, o linck é este http://lascronicasdeljack.blogspot.com/
o resto das crônicas serão postadas nos dois blog's.
abraços
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Algumas Fichas que possam interessar.
Buenas Gente!
Vou ver se consigo adicionar as fichas dos principais oponentes assim que eles cairem para que voces tenham noção de como eles são, quão poderosos e quais os recursos que eles possuiam quando foram vencidos. Mas não garanto adicionar a tempo!
Robert Willian - Rob.
Rob era o humano braço direito do Creed. Era o principal lider das gangues de Punks em Manhattan antes de ser pego pelo Jotunblunt. Sua principal caracteristica era a habilidade de realizar combates sincronizados.
FOR 5 DEX 4 STM 5 /CHA 2 MAN 2 APR 2 /PER 2 INT 2 RAC 3
Esportes 2, Prontidão 4, Briga 4, Comando 3, Integridade 1, Manha 3, Armas de fogo 2, Melee 5, Presença 2, Furtividade 3.
Will 6 / coragem 3 / lealdade 3 / Resistencia 2 / Expressão 1 /
Lenda 1/(Damage Convertion), Dodge DV e parry 5 /Join Battle 7 /
SOAK 5B/2L Armor 2B/2L e 7 box de vitalidade comuns.
Robert Creed - Creed.
Gigante da Colina mau, vil e traiçoiero. Já matou tantos Scion que ficou conhecido como "Assassino de Scion". Não joga limpo, e se puder trapaçear para vencer ele faz. Seu esconderijo fica no Central Park e é protegido pela habilidade de Guardian 3. Participava de algum esquema com outros Titanspawns e era conhecido nesse grupo como Torre da Rainha, ou apenas a Torre.
Um oponente duro que tem como sua principal arma uma reliquia roubada de um poderoso Scion ( hero) que matou. A reliquia é conhecida como Correntes de Hefesto.
FOR 7 DEX 3 STM 5 /CHA 2 MAN 2 APR 2 /PER 2 INT 2 RAC 3
Esportes 3, Prontidão 4, Briga 3, Fortitude 4, Manha 1, Melee 5, Presença (intimidação) 4, Sobrevivencia 4, Arremesso 2.
Will 7 / Malice 1 /Ambição 3 / Rapacity 1 / Zealotry 4
Lenda 4 (damage convertion, Self-Healing, Salipst Wellbeing, Holu Boundy, Uplift Might, Hunt Horizon). Jotunblut 3, WAR 3/2. Dodge e Parry DV 5 / Join Battle 7
SOAK 9B /5L / 3A, Move 3, Dash 9, Jump 28/56 e 15 box de vitalidade sem penalidades.
Correntes de Hefesto(com o Creed): spd 4/acc +2/ dmg 11+4L/ def +2/ Rng 5.
edit: para que as correntes funcionem perfeitamente como arma, devem ser usadas em par, as duas ao mesmo tempo, só que para isso é necessário ao menos for épica 3.
Bem acho que é isso. Espero ter me lembrado de tudo. Depois vou colocar as habilidades da corrente.
T+ galera!
Anão.
EDIT:
Correntes de Hefesto: Essas correntes foram forjadas pelo deus forjador grego Hefesto. São uma reliquia antiga e poderosa criada pelo deus para prender seu rival e amante de sua esposa, o deus grego Ares. Elas tinham como objetivo primario prender os amantes para que Hefesto os humilhasse perante os Deuses olimpianos, porem depois disso, Hefesto resolveu da-la de presente para um dos seus filhos prediletos com "pequenas" modificações para tranforma-la em uma arma. Infelismente seu filho foi morto por um Gigante conhecido por Creed e este a roubou e imbuiu em seu proprio corpo.
A reliquia é de nivel 5 com as seguintes caracteristicas:
Poderes Unicos:
*Troca pontos de DV por dados de jogada de ataque ou dados de jogada de ataque por pontos de DV até o maximo da lenda permanente do portador ao custo de 1 de lenda.
*O comprimento da corrente pode variar de 1m até 1m+lenda permanente do portador.
Estes são poderes menores.
Poderes "Comuns":
*Causa dano Letal em vez de contundente (os danos são como cortes de uma espada)
*Bonus de dano +2
*Acesso ao Purview WAR.
Traits: spd 4 / acc +2 / dmg +4L / def +2 / rng 1 a "variavel".
Não se sabe se as correntes AINDA tem o poder de prender um deus.
Bem é isso, espero que tenham achado interessante.
Anão!
Vou ver se consigo adicionar as fichas dos principais oponentes assim que eles cairem para que voces tenham noção de como eles são, quão poderosos e quais os recursos que eles possuiam quando foram vencidos. Mas não garanto adicionar a tempo!
Robert Willian - Rob.
Rob era o humano braço direito do Creed. Era o principal lider das gangues de Punks em Manhattan antes de ser pego pelo Jotunblunt. Sua principal caracteristica era a habilidade de realizar combates sincronizados.
FOR 5 DEX 4 STM 5 /CHA 2 MAN 2 APR 2 /PER 2 INT 2 RAC 3
Esportes 2, Prontidão 4, Briga 4, Comando 3, Integridade 1, Manha 3, Armas de fogo 2, Melee 5, Presença 2, Furtividade 3.
Will 6 / coragem 3 / lealdade 3 / Resistencia 2 / Expressão 1 /
Lenda 1/(Damage Convertion), Dodge DV e parry 5 /Join Battle 7 /
SOAK 5B/2L Armor 2B/2L e 7 box de vitalidade comuns.
Robert Creed - Creed.
Gigante da Colina mau, vil e traiçoiero. Já matou tantos Scion que ficou conhecido como "Assassino de Scion". Não joga limpo, e se puder trapaçear para vencer ele faz. Seu esconderijo fica no Central Park e é protegido pela habilidade de Guardian 3. Participava de algum esquema com outros Titanspawns e era conhecido nesse grupo como Torre da Rainha, ou apenas a Torre.
Um oponente duro que tem como sua principal arma uma reliquia roubada de um poderoso Scion ( hero) que matou. A reliquia é conhecida como Correntes de Hefesto.
FOR 7 DEX 3 STM 5 /CHA 2 MAN 2 APR 2 /PER 2 INT 2 RAC 3
Esportes 3, Prontidão 4, Briga 3, Fortitude 4, Manha 1, Melee 5, Presença (intimidação) 4, Sobrevivencia 4, Arremesso 2.
Will 7 / Malice 1 /Ambição 3 / Rapacity 1 / Zealotry 4
Lenda 4 (damage convertion, Self-Healing, Salipst Wellbeing, Holu Boundy, Uplift Might, Hunt Horizon). Jotunblut 3, WAR 3/2. Dodge e Parry DV 5 / Join Battle 7
SOAK 9B /5L / 3A, Move 3, Dash 9, Jump 28/56 e 15 box de vitalidade sem penalidades.
Correntes de Hefesto(com o Creed): spd 4/acc +2/ dmg 11+4L/ def +2/ Rng 5.
edit: para que as correntes funcionem perfeitamente como arma, devem ser usadas em par, as duas ao mesmo tempo, só que para isso é necessário ao menos for épica 3.
Bem acho que é isso. Espero ter me lembrado de tudo. Depois vou colocar as habilidades da corrente.
T+ galera!
Anão.
EDIT:
Correntes de Hefesto: Essas correntes foram forjadas pelo deus forjador grego Hefesto. São uma reliquia antiga e poderosa criada pelo deus para prender seu rival e amante de sua esposa, o deus grego Ares. Elas tinham como objetivo primario prender os amantes para que Hefesto os humilhasse perante os Deuses olimpianos, porem depois disso, Hefesto resolveu da-la de presente para um dos seus filhos prediletos com "pequenas" modificações para tranforma-la em uma arma. Infelismente seu filho foi morto por um Gigante conhecido por Creed e este a roubou e imbuiu em seu proprio corpo.
A reliquia é de nivel 5 com as seguintes caracteristicas:
Poderes Unicos:
*Troca pontos de DV por dados de jogada de ataque ou dados de jogada de ataque por pontos de DV até o maximo da lenda permanente do portador ao custo de 1 de lenda.
*O comprimento da corrente pode variar de 1m até 1m+lenda permanente do portador.
Estes são poderes menores.
Poderes "Comuns":
*Causa dano Letal em vez de contundente (os danos são como cortes de uma espada)
*Bonus de dano +2
*Acesso ao Purview WAR.
Traits: spd 4 / acc +2 / dmg +4L / def +2 / rng 1 a "variavel".
Não se sabe se as correntes AINDA tem o poder de prender um deus.
Bem é isso, espero que tenham achado interessante.
Anão!
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Desculpas.
Buenas.
Oi galera, não sei se todos estavam sabendo, mas estava com problemas na minha net em casa (só veio resolver hj pela manhã), por isso só estou entrando no blog agora do trabalho.
Ainda não li o blog (ou seja ainda não vi o que escrevesse angelo, apesar de ter visto o titulo), pois quero antes de mais nada me desculpar. Não darei explicações ou justificativas, pois como já dizia meu pai "não se mexe em merda feita, vai feder mais", sabias palavras...
Enfim, peço desculpas. Sinceras desculpas. INDEPENDENTE do que tenha acontecido eu não tinha o direito de agir como agi, ou falar o que falei e peço desculpas por isso.
Entenderei perfeitamente se não me quiserem mais no grupo e não irei dizer uma palavra a respeito disso.
Caso alguem tenha curiosidade em saber como seria o desenrolar das tramas (dos arcos que faltavam) basta perguntarem que colocarei em forma de posts aqui os acontecimentos até o momento final (depois da luta final) com direito a epilogo e tudo (já tinha preparado isso).
Até mais meus amigos.
Diogo Dias - O anão picareta.
Oi galera, não sei se todos estavam sabendo, mas estava com problemas na minha net em casa (só veio resolver hj pela manhã), por isso só estou entrando no blog agora do trabalho.
Ainda não li o blog (ou seja ainda não vi o que escrevesse angelo, apesar de ter visto o titulo), pois quero antes de mais nada me desculpar. Não darei explicações ou justificativas, pois como já dizia meu pai "não se mexe em merda feita, vai feder mais", sabias palavras...
Enfim, peço desculpas. Sinceras desculpas. INDEPENDENTE do que tenha acontecido eu não tinha o direito de agir como agi, ou falar o que falei e peço desculpas por isso.
Entenderei perfeitamente se não me quiserem mais no grupo e não irei dizer uma palavra a respeito disso.
Caso alguem tenha curiosidade em saber como seria o desenrolar das tramas (dos arcos que faltavam) basta perguntarem que colocarei em forma de posts aqui os acontecimentos até o momento final (depois da luta final) com direito a epilogo e tudo (já tinha preparado isso).
Até mais meus amigos.
Diogo Dias - O anão picareta.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Pedido de desculpas
Saudações cordiais, camaradas.
Cheguei há pouco do trabalho e vim logo escrever esta postagem. Eu precisava.
Este é um pedido formal de desculpas a todos do grupo, em especial a Diogo, por ter arruinado a sessão de ontem, no momento clímax, com meu comentário. Eu poderia ter pedido desculpas na mesma hora mas precisava de um tempo para racionalizar a situação e evitar um debate injusto e pouco produtivo.
Peço que não deixemos de jogar. Eu votaria para que continuássemos a atual campanha, mas caso Diogo e os outros jogadores ainda estejam abalados e não se sintam confortáveis, podemos jogar durante algum tempo (indeterminado) a planejada por Tibúrcio, também usando Scion.
Sobretudo espero, e acredito que será assim, que o ocorrido não interfira nas nossas amizades fora do jogo. Que todos saibamos separar os problemas enfrentados nas sessões de jogo daqueles que inexistem em nosso relacionamento no mundo real. Era isso, tudo de bom a todos.
En Taro Adun!
Cheguei há pouco do trabalho e vim logo escrever esta postagem. Eu precisava.
Este é um pedido formal de desculpas a todos do grupo, em especial a Diogo, por ter arruinado a sessão de ontem, no momento clímax, com meu comentário. Eu poderia ter pedido desculpas na mesma hora mas precisava de um tempo para racionalizar a situação e evitar um debate injusto e pouco produtivo.
Peço que não deixemos de jogar. Eu votaria para que continuássemos a atual campanha, mas caso Diogo e os outros jogadores ainda estejam abalados e não se sintam confortáveis, podemos jogar durante algum tempo (indeterminado) a planejada por Tibúrcio, também usando Scion.
Sobretudo espero, e acredito que será assim, que o ocorrido não interfira nas nossas amizades fora do jogo. Que todos saibamos separar os problemas enfrentados nas sessões de jogo daqueles que inexistem em nosso relacionamento no mundo real. Era isso, tudo de bom a todos.
En Taro Adun!
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Quem fui um dia III.1
Oi gente,
Hj lhes contarei um pouco do que aconteceu comigo na guerra do golfo. Como antes citado com apenas 16 anos fui chamado no quartel sob comenda de guerra.
Ao chegar no quartel vi todos os meus 'amigos' de pelotão alinhados e com mochilas prontas. Corri até a fila me prostrei diante do Tenente Jonh em continência.
- Jack se apresentando senhor!!!!!!!!!!
- Entre na fila filho as ordens chegarão em breve.
- Sim senhor!!!
Entrei na fila e vi que o Major tinha saído da sala de reuniões com um papel.
- Senhores!!! Todos bateram continência,
- A lista dos convocados para o golfo será posta no quadro de avisos, aos convocados terão 48 h para se despedir de seus familiares.
- Superior saindo sentido!!!!!
Todos bateram continência.
- Dispensados!!!!!!
- Renan desde quando o quartel esta neste aloroço?
- Desde sua folga, ocorreram muitas baixas lá e tiveram que realizar novas convocações, incluindo os recém formados.
- Mais nem terminamos o curso de engenharia ainda.
- Disseram que teríamos aulas lá.
- Ok, vou ao dormitório fazer as malas.
- Boa sorte Jack.
- Para vc tb.
Dirigindo-me aos dormitórios passei perto do porto e vi um porta aviões ancorado, dois encouraçados e quatro destróies nifgam, a coisa realmente estava feia por lá. Muitos soldados passando, treinando e fazendo os últimos ajustes antes de partir. No caminho só vinha na minha mente o rosto de Lisa e ao fundo musicas do Green Day. Entrei no quarto vi pela janela os dois corvos da Irlanda. Será que me seguiram até aqui?
Algo nos olhos deles me era familiar, desde que ganhara o anel meu corpo ficara mais quente, tive sonhos estranhos desde então. Os sonhos mostravam um homem de barba branca e cabelos longos tb brancos, ele tinha um tapa olho tipo pirata. Ele criara o mundo e dera vida aos homens a partir da seiva de uma grande árvore que sustenta o mundo. Ele corria pelas florestas com dois lobos enormes quase que do tamanho de um elefante. Quando ele olhava para mim me parecia familiar e tinha um ar calmo e serene me deixava mais tranqüilo.
Adentro no alojamento e tem uma multidão no quadro de avisos. A confusão era grande, porém as noticias eram mais ou menos boas.
- Jack, estamos dentro, estamos dentro, ahhhhhhhh!!!!!!!!
- Como assim Carter?
- Conseguimos!!! Estamos dentro, fomos convocados.
A noticia cairá como uma bomba nuclear no meu peito estava dividido pelo amor e o dever. Como explicaria tal situação para Lisa e o nosso noivado, mais a honraria de uma guerra, se voltar vivo, medalhas e ascensão de posto no quartel. Um turbilhão de pensamentos veio a minha mente e o mundo começou a girar como se estivesse alcoolizado.
Sentei-me na cama e fiz uma oração em silêncio. Eu cresci como católico romano fui balizado e crismado, minha madrinha nas duas ocasiões foi Tia Elizabeth II. Pela historia de minha família eu seria o 18º a sucessão do trono inglês, não é tão mal já que um dia terei que assumir o cargo de minha mãe no parlamento e o posto de Duque de Hever. Cargos da nobreza não me agradam mais na hierarquia militar sim.
Fui ao armário peguei todos os meus pertences botei numa mochila e me dirigi ao carro. Liguei-o e fiquei escutando o ronco do motor, engatei a ré quase bati num caminhão que acabara de entrar. Uma baita buzinada me fez parar.
- Estais louco, moleque!!!!!!
- Desculpe senhor!
Ainda eufórico fui ao parlamento falar com minha mãe. Ao chegar ao estacionamento me identifiquei e estacionei o carro na vaga dos Lancaster's. O prédio do parlamento possui 18 andares, 10 acima do rio Tamisa e 8 abaixo dele. Os andares inferiores são chamados de calabouço, onde o governo faz a maioria das reuniões secretas e se localiza os cinco elos. A imponência do prédio mostra o poder de tempos passados do império britânico e sua união com os reinos da Irlanda do norte e escócia. O prédio fora construído como um castelo, contem sete torres onde uma delas é a mais imponente a torre do Big Ban sino que marca a fundação da cidade de Londres. Andei o mais rápido que pude pelos corredores suntuosos, as janelas do corredor lateral tem em media 3,0m a 4,0m de altura por 2,5m de largura em forma de abóboda com cristais ilustrando a vida do grande império inglês. Bati na porta.
- Entre!
A sala de minha mãe é enorme dava muito bem para ter sala e ante sala, dois janelas para o rio e um lustre de cristal do século 16. Nas paredes os retratos em pintura dos Lancaster’s desde o século 12.
- Oi mãe, bênção!Andei até ela e lhe dei um abraço forte e um beijo carinhoso em sua mão.
- Fui convocado, devo sair no porta aviões em 48h.
- Isto deve ser coisa de seu pai. Ela falou com um tom de raiva e carinho.
- Ele falou que o deixaria se desenvolver sem interferências que vc iria ter uma vida normal!!!
- Vida normal? Do que a senhora esta falando?
- Nada, é que ele me tira do serio. Filho e Lisa vc falou que iria pedi-la em casamento?
- Sim, a pedi. Espero que ela entenda e me espere até eu voltar.
- Filho. Ela pegou minha mão e com um olhar triste me abraçou.
- Espero que seu pai cumpra o que me prometera.
- O que ele lhe prometeu, qual o segredo sobre ele?
Ela puxou o ar caio uma lagrima de seus olhos.
- Como vc cresceu rápido um dia era um garotinho e hj já é um homem indo defender o mundo.
Ela abriu um sorriso e ficou me olhando. Acariciou minha mão e se levantou. Pegou uns papeis na mesa e ligou para um bufe organizando para hj ainda uma festa de noivado.
- Obrigado mãe!!!!!!!!!
- Vou falar com Lisa, deseje-me sorte TE AMO!!!!
Sai da sala dela correndo rumo ao meu grade amor.
Hj lhes contarei um pouco do que aconteceu comigo na guerra do golfo. Como antes citado com apenas 16 anos fui chamado no quartel sob comenda de guerra.
Ao chegar no quartel vi todos os meus 'amigos' de pelotão alinhados e com mochilas prontas. Corri até a fila me prostrei diante do Tenente Jonh em continência.
- Jack se apresentando senhor!!!!!!!!!!
- Entre na fila filho as ordens chegarão em breve.
- Sim senhor!!!
Entrei na fila e vi que o Major tinha saído da sala de reuniões com um papel.
- Senhores!!! Todos bateram continência,
- A lista dos convocados para o golfo será posta no quadro de avisos, aos convocados terão 48 h para se despedir de seus familiares.
- Superior saindo sentido!!!!!
Todos bateram continência.
- Dispensados!!!!!!
- Renan desde quando o quartel esta neste aloroço?
- Desde sua folga, ocorreram muitas baixas lá e tiveram que realizar novas convocações, incluindo os recém formados.
- Mais nem terminamos o curso de engenharia ainda.
- Disseram que teríamos aulas lá.
- Ok, vou ao dormitório fazer as malas.
- Boa sorte Jack.
- Para vc tb.
Dirigindo-me aos dormitórios passei perto do porto e vi um porta aviões ancorado, dois encouraçados e quatro destróies nifgam, a coisa realmente estava feia por lá. Muitos soldados passando, treinando e fazendo os últimos ajustes antes de partir. No caminho só vinha na minha mente o rosto de Lisa e ao fundo musicas do Green Day. Entrei no quarto vi pela janela os dois corvos da Irlanda. Será que me seguiram até aqui?
Algo nos olhos deles me era familiar, desde que ganhara o anel meu corpo ficara mais quente, tive sonhos estranhos desde então. Os sonhos mostravam um homem de barba branca e cabelos longos tb brancos, ele tinha um tapa olho tipo pirata. Ele criara o mundo e dera vida aos homens a partir da seiva de uma grande árvore que sustenta o mundo. Ele corria pelas florestas com dois lobos enormes quase que do tamanho de um elefante. Quando ele olhava para mim me parecia familiar e tinha um ar calmo e serene me deixava mais tranqüilo.
Adentro no alojamento e tem uma multidão no quadro de avisos. A confusão era grande, porém as noticias eram mais ou menos boas.
- Jack, estamos dentro, estamos dentro, ahhhhhhhh!!!!!!!!
- Como assim Carter?
- Conseguimos!!! Estamos dentro, fomos convocados.
A noticia cairá como uma bomba nuclear no meu peito estava dividido pelo amor e o dever. Como explicaria tal situação para Lisa e o nosso noivado, mais a honraria de uma guerra, se voltar vivo, medalhas e ascensão de posto no quartel. Um turbilhão de pensamentos veio a minha mente e o mundo começou a girar como se estivesse alcoolizado.
Sentei-me na cama e fiz uma oração em silêncio. Eu cresci como católico romano fui balizado e crismado, minha madrinha nas duas ocasiões foi Tia Elizabeth II. Pela historia de minha família eu seria o 18º a sucessão do trono inglês, não é tão mal já que um dia terei que assumir o cargo de minha mãe no parlamento e o posto de Duque de Hever. Cargos da nobreza não me agradam mais na hierarquia militar sim.
Fui ao armário peguei todos os meus pertences botei numa mochila e me dirigi ao carro. Liguei-o e fiquei escutando o ronco do motor, engatei a ré quase bati num caminhão que acabara de entrar. Uma baita buzinada me fez parar.
- Estais louco, moleque!!!!!!
- Desculpe senhor!
Ainda eufórico fui ao parlamento falar com minha mãe. Ao chegar ao estacionamento me identifiquei e estacionei o carro na vaga dos Lancaster's. O prédio do parlamento possui 18 andares, 10 acima do rio Tamisa e 8 abaixo dele. Os andares inferiores são chamados de calabouço, onde o governo faz a maioria das reuniões secretas e se localiza os cinco elos. A imponência do prédio mostra o poder de tempos passados do império britânico e sua união com os reinos da Irlanda do norte e escócia. O prédio fora construído como um castelo, contem sete torres onde uma delas é a mais imponente a torre do Big Ban sino que marca a fundação da cidade de Londres. Andei o mais rápido que pude pelos corredores suntuosos, as janelas do corredor lateral tem em media 3,0m a 4,0m de altura por 2,5m de largura em forma de abóboda com cristais ilustrando a vida do grande império inglês. Bati na porta.
- Entre!
A sala de minha mãe é enorme dava muito bem para ter sala e ante sala, dois janelas para o rio e um lustre de cristal do século 16. Nas paredes os retratos em pintura dos Lancaster’s desde o século 12.
- Oi mãe, bênção!Andei até ela e lhe dei um abraço forte e um beijo carinhoso em sua mão.
- Fui convocado, devo sair no porta aviões em 48h.
- Isto deve ser coisa de seu pai. Ela falou com um tom de raiva e carinho.
- Ele falou que o deixaria se desenvolver sem interferências que vc iria ter uma vida normal!!!
- Vida normal? Do que a senhora esta falando?
- Nada, é que ele me tira do serio. Filho e Lisa vc falou que iria pedi-la em casamento?
- Sim, a pedi. Espero que ela entenda e me espere até eu voltar.
- Filho. Ela pegou minha mão e com um olhar triste me abraçou.
- Espero que seu pai cumpra o que me prometera.
- O que ele lhe prometeu, qual o segredo sobre ele?
Ela puxou o ar caio uma lagrima de seus olhos.
- Como vc cresceu rápido um dia era um garotinho e hj já é um homem indo defender o mundo.
Ela abriu um sorriso e ficou me olhando. Acariciou minha mão e se levantou. Pegou uns papeis na mesa e ligou para um bufe organizando para hj ainda uma festa de noivado.
- Obrigado mãe!!!!!!!!!
- Vou falar com Lisa, deseje-me sorte TE AMO!!!!
Sai da sala dela correndo rumo ao meu grade amor.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Ilustrações e breves informações para auxiliarem na visualização em jogo do Guide e Followers de Zero
Saudações cordiais, camaradas.
Como disse anteriormente, no mesmo site onde capturei as artes conceituais para Zero encontrei algumas que se encaixavam bem para representarem seu Guide e seus Followers. Abaixo vocês poderão conferir as imagens que escolhi e ler uma breve descrição sobre suas peculiaridades mais marcantes. Lembro a todos que essas informações não são novas: desde o primeiro arco eu as tenho anotadas e frequentemente as usava como referencias nas interpretações.
Hector Natorius: Caçador de talentos grego de 33 anos que possui dupla cidadania pelo fato de sua mãe ser natural dos Estados Unidos, este loiro robusto e de pele clara é extrovertido e muito inteligente. Não é um treinador por profissão ou vocação, mas um especialista em esportes da área do Atletismo capaz de identificar as principais forças e fraquezas de atletas promissores e encaminhá-los aos melhores treinadores de cada uma das modalidades do atletismo (corridas, saltos, arremessos etc). No caso de Zero, ao reconhecê-lo como um filho de Hermes (tal como ele próprio), Hector assumiu pessoalmente a tarefa de treiná-lo e direcioná-lo no caminho em que mostrava mais potencial (velocista). E, mais importante que tudo, Hermes o incubiu de servir como Guia para o jovem Scion: seria uma de suas Heranças.
Marishka Gutierez: Ex-militar do exército de Israel e ex-esposa do antigo chefão do Cartel de Medelin, é especialista em Brawl (Krav-Magá). Atualmente está casada com Martin Gutierez e tem uma filha pequena. Após conseguir seu Green Card, Zero a dispensou de participar dos serviços mais perigosos, entrando em contato apenas para pedir treinamento ou informações.
Martin Gutierez: Ex-miliciano do cartel de Medelin, casado com Marishka e pai da pequena Yasmim, é um grande especialista em Survival. Com a aquisição do Green Card ele também foi liberado das atividades mais perigosas para que viva tranquilamente com sua família.
Gaetano Ortega: Ex-miliciano do cartel de Cali e especialista em Stealth e Larceny. Trabalha como leão-de-chácara numa boate.
Ubaldo Molina: Ex-militar que conseguiu fugir de uma prisão onde cumpria pena perpétua dada pela Corte Marcial. É um verdadeiro mestre em todos os tipos de armas de fogo. Hoje ele é um líder de gangue no Queens e sempre consegue escapar da polícia.
Abel Ortiz: Outro ex-miliciano do cartel de Medelin e o Follower requisitado com mais frequência, pois é um traficante de armas e drogas do Bronx, bairro onde mora Zack. Sua principal atribuição é conseguir informações sobre os acontecimentos criminosos da cidade, abrigos e equipamentos quando necessárioEspero que minha iniciativas continuem incentivando vocês a enriquecerem a campanha.
En Taro Adun!
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Zero
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Ilustrações de Jack na crônica
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Ilustrações para auxiliar na visualização em jogo de Zero
Saudações cordiais, camaradas.
Dei uma pesquisada no ótimo site Massive Black, o qual a todos recomendo, e fiz umas edições no Paint para tentar incrementar ainda mais nossa campanha de Scion.
Não sou bom nisso, demorei pra caramba pra editar e organizar, mas acho que valeu o esforço.
Verdade seja dita, não sou habilidoso nem gosto muito de navegar na internet. Ainda assim, meus caros, apresento-lhes a concepção artística mais próxima de Zero que encontrei até hoje. Nesse mesmo site já capturei algumas imagens que são perfeitas para os Followers e Guide de Zero.
Agradeço a vocês do grupo por esta sensação extraordinária de satisfação, a qual desejo que não só vocês mas todos os RPGístas passem algum dia. Tomara que achem interessante, pois quero incrementar a história desse personagem da melhor maneira que puder!
En Taro Adun!
Dei uma pesquisada no ótimo site Massive Black, o qual a todos recomendo, e fiz umas edições no Paint para tentar incrementar ainda mais nossa campanha de Scion.
Não sou bom nisso, demorei pra caramba pra editar e organizar, mas acho que valeu o esforço.
Verdade seja dita, não sou habilidoso nem gosto muito de navegar na internet. Ainda assim, meus caros, apresento-lhes a concepção artística mais próxima de Zero que encontrei até hoje. Nesse mesmo site já capturei algumas imagens que são perfeitas para os Followers e Guide de Zero.
Agradeço a vocês do grupo por esta sensação extraordinária de satisfação, a qual desejo que não só vocês mas todos os RPGístas passem algum dia. Tomara que achem interessante, pois quero incrementar a história desse personagem da melhor maneira que puder!
En Taro Adun!
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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Quem fui um dia - parte II
Oi, sou eu novamente.
Hoje vou relatar parte de minha adolescência. Quando eu tinha 16 anos, fui para o chalé de inverno dos Ratison nas colinas da Irlanda. Eu acabara de sair do internato na base naval de Britch, ao norte da Bretanha. No caminho para o chalé peguei Lisa e Tom que estavam em Leeds na casa da tia Anitha Bondergast, ela era uma mulher charmosa e tinha um vicio com gatos o que deixava sua casa com um cheiro terrível.
No caminho para o Aeroporto notei que algo me espreitava sobre os prédios, mais não sabia o que. O vulto tinha um tom cinza claro com raios azuis, mais é claro que na época achei que era coisa da minha imaginação. A canábis que consumira um dia antes devia estar estragada.
Lisa passou o caminho inteiro me interrogando, como o Tenente Rans fazia quando aprontávamos algumas no quartel. Nestes últimos meses passei dos limites na base, coloquei bombinhas nas privadas dos superiores, a 'bandeira' foi ateada com calcinhas das filhas do Major Coronel e a maior de todas, fui pego dando uns 'tapinhas' na sala do Tenente. Por esta ultima peguei uma semana de detenção mais afazeres nos banheiros e na cozinha.
- Fiquei sabendo que as filhas do Major são muito bonitas!!!!
- Sério sabe que nem reparei - abri um sorriso sarcástico,suspirei fundo - Lisa vc quer namorar comigo?
Tom abriu um sorriso no rosto de criança que pega o irmão com uma prima aos arredores da casa.
- Taaa naamorrranndo.....
- Herrrrr, vc me pegou desprevenida, eeuu.
O eu dela durou uma eternidade suas bochechas ficaram rosadas,
-Sim,sim...
Pulou em meu colo, me enchendo de beijos, quase perdi a direcção do Rolls-Royce que meu pai deixara de presente para minha mãe.Ela abraçou-se em meu braço e passou o resto da viagem calada suspirando fundo. Olhando para o retrovisor vi Tom batendo palmas e susurrando cantigas infantis de namorados.
Quando chegamos no aeroporto vi mais uma vez o vulto, me afastei deles correndo em direcção de um canteiro de obras.
- Jack!, gritou Lisa assustada com minha reação.
- Oi é que eu vi algo, tudo bem deixa para lá, vamos ter a maior ferias de nossas vidas, uuuuuhooooooooo.Voltei a me dirigir em direção ao carro.
-Tom pegue sua mala e bote no carrinho. Lisa tinha um carinho muito grande com o irmão. Mesmo com a deficiência ele o tratara como igual, pois havia algo que Tom não sabia ainda e muito menos eu na época.
Juntamos tudo e partimos para o saguão do aeroporto,durante o percurso Lisa quis mostrar para todos que estávamos juntos.Perto do balcão de embarque encontramos os irmãos Wessex, Caio e Thiago, estavam ambos acompanhados de suas respectivas namoradas (se não por dizer cachorrinhas de NY). Thalia e Amanda são a representação na nata Americana um sonho que deu certo, pelo menos para os pais delas.
- Jack de namorada nova ou a velha escoria resolveu botar as garras e ludibriar a corte inglesa. O ar arrogante de Caio me fez estalar todos os dedos sem quase mexe-los. Lisa ficou bastante nervosa e me puxou para não partir a cara dele em dois.
- Vamos, vem Tom, temos que fazer o che...
- Caio,Caio,Caio (larguei do braço de Lisa e fui na direção dos Wessex com um sorriso irônico no rosto) vc sabe que eu e Lisa sempre fomos próximos e que os pai dela tornou-se recentemente Major, se não me engano o maior cargo que seu pai chegou a ocupar foi de servo do GENERAL WINDSOR. Meu urro fez parar boa parte das pessoas que passavam perto do Guiché 11. Caio se inflamou e partiu para cima de mim como um podoll desamparado. No fervor da contenda peguei um pouco de maconha que sobrará da noite em que fiquei chapado na sala do Tenente e coloquei em seu bolso.
Guardas vieram nos separar nos colocaram no chão comas mãos nas costas,os Wessex bradavam perguntando ao policial se ele sabia quem eles eram para ser tratados daquele jeito. O guarda encontrou o meu presente em seu bolso e os levaram para uma sala especial.
- Desculpe-nos senhor vc esta liberado, mais nada de arruaça, vá Sr. Lancaster. Meu sobrenome sempre abrira portas com a policia devido ao meu avo ter sido delegado da Scotlandard.
Enquanto me afastava da confusão, batendo em minha roupa para retirar a sujeira wessex, Lisa se aproximou com Tom.
- Vcc essstaa bemmm?
-Sim Tom, obrigado. Segurei na cintura de Lisa e embarcamos no avião.
Lisa sentou a minha esquerda e Tom na direita no corredor. Trocamos acanhadas caricias. O avião que estávamos era o mais novo modelo AerFrance, um concorde com uma primeira classe de dar inveja a qualquer cruzeiro marítimo. A aeromoça explicara o que fazer em caso de emergência, no fim de tudo fui anunciado como convidado especial do voo e que podia ir a cabine do piloto. Achei muito estranho tal convite sempre pegara voos e nunca fui uma celebridade ou alo do tipo.
A aeronave começou a fazer seu taxiamento na pista o alerta de ficar com os cintos apertados estava do vermelho. O chão treme e começamos a nos mover lentamente. Nesta ocasião Lisa aperta bem forte minha mão, Tom um pouco mais assustado quase quebrou minha mão, ele possuirá uma força incrível.
Quando o sinal verde apareceu no painel perto do corredor para soltar os cintos, eles soltaram minha mão e curtimos uma Londres minúscula cheia de 'formigas'. Rimos do que víamos e de como Tom os descrevera.
- Atenção senhoras e senhores daremos inicio ao nosso Brefast de bordo, a todos uma otima viagem.
- Lisa vou ao banheiro e irei ao salão bar.
- Certo!! estarei lá em questão de minutos.
- Onnde é o bbanheiro Jacck.
- Venha comigo Tom, chau, a beijei como se não houvera amanhã.
No caminho para o bar encontrei um Tenente da Aeronáutica, um homem alto 1,90m mais ou menos, cabelos loiros, olhos azuis com veias em cor trovão, ao olhar mais atento veria que o amarelo trovão se irradiava em sua íris. Ao lado do pé dele se encontrava uma maleta prateada e ele segurava um envelope escrito 'TOP SECRET', no maior estilo Bond. Pedi um drinque.
- Moça não se esqueça que deve ser sem álcool para o rapaz. Falou o tenente.
- Já tenho idade para beber. Retruquei-o rapidamente. - Cabo Jack Lancaster, Tenente...
- Tenente Tostão, copiloto para ser mais exato, gostando do vôo?
- Sim, o piloto deixou eu ir para a cabine dele vou aproveitar a ocasião.
- Sr. Lancaster vim neste vôo especialmente lhe ver sou o copiloto do vôo e pedi para dizerem isto, pois tenho noticias do fronte para o Sr.
Quando o Tenente T. acabou de dizer isto, as minhas pernas ficaram bambas, este era o código da escola para missões oficiais externas uma honraria para um mero novato.
Assenti com a cabeça dizendo que entendera o recado. Ele me entregou um envelope e a pasta.
- O envelope explicará tudo, a pasta é tudo que vc precisará. Terras 24 horas a partir de agora (14h 30min) para completa-lá. Lhe encontrarei no Cabo Ifmmor. Boa sorte.
- Obrigado, bebi uma Coke meio a 'seco'.
Apertei a mão dele e fui ao toalhete do banheiro ler o que me aguardara. No envelope tinha instruções para libertar um grupo de prisioneiros numa colina perto do Chalé que estávamos a ir. Eu possuía o mapa esquemático do local e o numero exato de prisioneiros. Na maleta tinha uma faca e uma 9 mm. Guardei tudo e sai, vi Lisa e Tom comendo e bebendo no bar, acenei para eles e fui até a minha poltrona colocar a mala no bagageiro. Voltei ao bar e conversamos até o sinal de colocar os cintos foi acionado.
- Estamos chegando, coloquem os cintos pousaremos em 5 minutos.
O cantar das horas passou a ser marcante na minha mente. Pousamos, pegamos nossas malas e partimos em direção ao Chalé. A viagem levaria em torno de 2 horas, pisei fundo.
- Jack algum problema??
- O que foi não estas gostando da vista?
- Vccc taa innddo rápido demaissss.
- Tom Lisa, tenho que confessar... Fiquei vermelho engoli a seco. - Estou com uma baita dor de barriga tenho que ir ao banheiro com urgência.
Ambos caíram na risada, os risos deles os relaxaram enquanto eu pisava fundo na aubus.Chegamos num cruzamento, a esquerda tinha um posto com uma loja de conveniência, paramos, olhei as horas já era 18h. Entrei no banheiro para disfarçar, Lisa e Tom entraram na lojinha. Depois de uns 5 minutos entrei na loja, peguei um filme de 36 poses e paguei com o cartão pus-master que me mãe me dera para viagem. Tanque cheio e as crianças com guloseimas era hora de focar na missão.
Quando chegamos no Chalé, comecei a observar ao entorno dele, na ala esquerda havia um jardim que no fim dava a uma pequena floresta que subira ao pé de uma colina, a direita tinha uma estrada de barro batido que dava num Alpes onde os Turistas iam esquiar e aproveitar as termas, um ótimo local para podermos namorar, porém seria difícil coma a missão e Tom a tira colo. Eu gosto muito dele mais é uma vela e tanto as vezes me pergunto o pq dele sempre estar ao nosso lado.
Caira a noite, nesta época do ano a noite inicia-se entre as 21 e 22h, namoramos um pouco as horas não passara tão rápido desde que fiquei com uma das filhas do Major no quartel. Me despedi de Lisa e fui em direção ao quarto não tinha muito tempo, peguei os mapas, a maleta e minha câmera fotográfica que minha mãe me dera no natal passado tinha um zumm profissional, esperava que me ajudasse em algo. Tom já estava dormindo desde que chegamos, estava muito cansado de comer doces acho. Abri de leve a janela a luz da lua adentrou no quarto e pegou o pé de Tom, nunca tinha visto um pé tão grande e barrento parecia o pé descrito de um troll montanhês nos livros de J.R.R. Tolkien, os li neste ultimo semestre na cadeira de literatura excelentes livros. Estávamos no Terceiro andar teria que pular pela canaleta de chuva. Me apoiei nos frisos e saltei para um beiral a baixo, na queda fiquei pendurado por uma única mão na varanda do segundo andar onde tinha um casal 'esquentando a cama'. Desta altura dava para saltar, cai em uns arbustos e fui em direção a floresta no inicio do caminho vi dois olhos vermelhos me encarando, um vulto passa rapidamente nas minhas costas. Novamente o arrepio na espinha me consome. Um uivo estridente vindo dos Alpes me acalmaram não sei o pq.
Adentrei na floresta e subi a colina a cada três árvores dava um zuumm na câmera tentando ver mais a frente a única coisa que dava para ver era sombras de anões subindo o morro os segui de longe quando vi uma clareira com uma fogueira no meio e luzes adentrando numa caverna. Dei um zzumm com a câmera e vi que os anões (que mais pareciam duendes) eram mineiros e estavam sendo chicoteados por um cara alto e estupidamente forte. Os anões quando apanhavam diziam:
- Sim senhor Hermann.
Ao lado esquerdo de Hermann havia um caixote com armas dentro, mais não eram armas quaisquer eram em ouro, bronze e prata com adornos vickins. Abri a maleta peguei a 9 mm e coloquei o cinto com o suporte para a faca e a arma.Olhei o mapa me certificando que era ali o local vi a latitude e longitude, graças aos Deuses que nas aulas que tive de observação astronômica, aprendi a tirar as coordenadas das estrelas, tive sorte do céu esta bem estrelado e limpo esta noite. Este era o local e os pobres prisioneiros eram os anões, coisa rara de se ver hj em dia era anões em grupos grandes.Mais este anões eram estranhos o tom de sua pele era acinzentada.
Com a arma em punho desci a colina e sempre observando o Hermann, quando a luz da lua o tocara ele mudou de forma ficou com 7,5 m de altura e uns 3,5m de largura sua pele virara pedra e o seu chicote estava em brasas. Cocei os olhos não acreditava no que via era um Golem de pedra como nos livros, a primeira vista, com certeza isto era coisa da turma de engenharia do quartel ficara muito bom, difícil seria derrubar o robô e salvar os anões sem machuca-los no caminho. No alto da colina do outro lado os olhos vermelhos me encaravam. Ao meu lado apareceu uma matilha de lobos prontas para atacar o robô. Um dos lobos olhou para mim como se me conhecesse desde criança, ele era muito maior que os outros lobos parecia que tinha sido cruzado com um dog alemão ou algo maior. Ele assentiu um sinal como se estivesse pronto para atacar. Na minha direita dois corvos pousaram nas árvores graniram e observaram o que ia acontecer. Os corvos pareciam que estavam a esperar por uma briga e muita carne para comerem.
Não sei como mais fiz sinal para um dos lobos eles começaram o ataque distraindo o robô para longe dos anões. Os lobos pularam nas costas do robô e travaram uma batalha de pula derruba e pula e derruba. Um deles mordeu o braço com o chicote de fogo e quando o chicote bateu em um deles causou uma ferida muito feia. Um uivo saio do alto da colina observando direito vi que era um LOBO muito robusto com pelo negro e saia fogo de sua boca, tão descrição me fez lembrar da historia do fenrir que matara Odin. Após o uivo 6 lobos negros com olhos em chamas partiram para ajudar o golem. Enquanto isto eu gritava:
- Venham por aqui.
Enquanto os anões desciam o morro me pus a frente deles para protege-los do robô.Como os lobos ficaram atarefados ele veio em minha direção com tudo, os poucos lobos que ainda o atacava não deram conta foram todos arremessados aos ares.
O seu primeiro golpe com o chicote pegou na minha perna era fogo de verdade, o corte parecia que ia dilacerar minha perna, gritei um urro de dor. Com um puxão ele me jogou na parede e cai a uns 6m dele. Ainda meio atordoado e com a arma no meio do caminho, o vi chicotear meu dorso no terceiro golpe pulei o chicote e em diração a arma. Quando a peguei fiz mira e descarreguei o pente no peito do Robô ele deu seis passos para traz e começou a cair. Um dos lobos pulou o robô e ficou a rosnar para mim. Soltei o pente e peguei o segundo ele já havia saltado pronto para pegar minha jugular engatilhei e atirei a bala pegou bem na cabeça dele, mais não evitou o impacto que nos jogou uns 2m para traz. Nisto vi que uma anão estava nas costas dele e seria esmagado, a contagem na missão era exata não podia ter perdas, apesar do fogo ter queimado minhas pernas parecia que não haverá sofrido nenhum dano muito serio, corri como um louco saltei entre as pernas do robô e peguei o anão ainda a tempo. O empurrei para fora e parte do robô caio em cima de mim e se desfez em uma névoa estranha os anões gritavam e comemoravam. Quando os ânimos se acalmaram eles me deram uma caixa de dinamites esverdeadas pareciam mais radioativas e as colocamos junto das outras caixas no buraco e as explodimos. Neste ato só pensara em como tanto ouro fora desviado para esta construção snobe.
- O sábio herói como se chamas?
- Eu herói que nada, pode sair gente, completei a missão com louvor, vamos lá Tenente pode sair.
No topo da montanha um Lobo Infernal me olhava ele tinha olhos vermelhos sangue, Ele soltou um uivo infernal e sumiu como aparecera.
- Senhor não ligue,fez uma cara de desdenho, era uma cria de Loki e Hel, tctctctck, vosso pai terá muito orgulho de ti.
- Vc conhece o Almirante?
Os anões me olharam com um ar de desanimo e desaprovação.
- O senhor não sabe quem é seu pai?
- Os corvos graniram alto que doeu meu ouvido.
Os anões se silenciaram como se eles o tivessem dado uma ordem. Um dos anões chegou perto e tirou de uma mochila 3 livros e um numero de telefone.
- O que vc precisar meu filho podes pedir seremos eternamente gratos e Volund tb.
- Quem?? - Terei que leva-los ao Tenente numa praia próxima daqui tudo bem?
Eles não entenderam direito, mais me seguiram. No caminho percebi que os lobos tinham ido embora, fiquei triste por não poder ajudar o que se ferira. Um dos anões o mais alto 1,05m eu acho, me perguntou qual minha idade e se vira meu pai com freqüência,
- Não o Almirante deixou minha mãe quando eu era bebê diz ela que ele ainda esperou eu completar 1 ano e partiu.
- Não se preocupe meu jovem vc o vera o mais cedo do que imagina.
Olhei o céu já era manhã, o sol estava alto, devido as noites serem muito longas no inverno irlandês presumi que já deviam ser umas 9 ou 10h.
- Chegamos tem uma praia logo ali, vamos!!!!
Corremos em direção a pria e meio que acampamos por 1 ou 2 horas.
- Filho pegue. Ele havia aberto uma mochila e tirado três livros os, eles estavam escrito em uma língua que nunca vira antes algo muito parecido com o elfico dos livros de Tocken.
- Obrigado! Qual a língua dos livros?
- Se chama Navidar a fala dos Deuses vc a entendera logo.
Os corvos reapareceram num galho e graniram todos pareciam entender os corvos. Ao fundo apareceu um helicoptero com os símbolos da marinha. Pulou para o chão com uma corda um Tenente T. com uma caixa embrulhada para presente. Andou em nossa direção, bati continência,
- Missão cumprida Sr.
- Eis o premio da missão cabo!!!
Os anões abriram um sorriso e andaram em direção a aeronave, peguei a caixa , segurei-a com força e bati continência me despedindo. Com um olhar mais atento pareceu que o Tenente T. saltara para o helicóptero em pleno ar com um martelo na mão. Acenaram dando adeus e partiram.
Segui em direção ao chale não estava cansado e queria me divertir um pouco agora.
Quando saio da mata vi Lisa tomando banho nas termas com um biquine, é hj que saio do zero a zero .
- Oi Lisa, Tom
- Onde vc estava?
- Fui correr um pouco e chegou uma caixa do quartel para mim vou trocar de roupa e desso.
A beijei e fui para o quarto. Ao chegar no quarto abri o presente, dentro tinha um cartão e um anel, o anel é em ouro com adornos em preta e uma pedra meio azul e meio vermelha com escritas rúnicas dentro dele. Na carta tinha:
Filho, parabéns pela sua
primeira missão
o anel que estou a lhe enviar
foi da minha formatura na marinha
espero que o use-o a partir de agora
Abraços
Almirante O.
Quando acabei de ler a carta estava chorando, coloquei o anel do dedo e algo estranho aconteceu eu fiquei tonto meu corpo fervia, o som tinha novos ruídos ou algo do tipo
fiquei desnorteado. Neste momento adentrou no quarto pela janela um corvo ele olhou para mim e disse:
- Seja bem vindo!!
Achei que tava ficando doido e desmaiei. Quando acordei vi Lisa preparando um chá e trazendo-o até a cama.
- O que foi que aconteceu?
- Vc teve uma queda de pressão, vai ficar bom logo.
Tom estava na outra cama e falou baixinho, - Vcccc teve muita sorte, tome mais cuidado.
Achei estranho Tom sempre gaguejava para falar. Olhei para bela Lisa e nos beijamos.
O resto do fim de semana foi muito bom , namoramos muito curtimos as termas e andamos de esqui. No vôo para Londres fui chamado a cabine do piloto e o Major pediu para me dirigir o mais breve possível para o quartel. Voltei ao acento e convercei com Lisa explicando que não poderíamos passar a semana juntos como combinavamos, tinha que ir ao quartel, ele ficou desapontada mais aceitou.Quando chegamos em Londres peguei o carro de mamãe e fui a Rua Brompton Road, comprar uma aliança para Lisa queria pedi-la em noivado o mais rápido possivel já que poderia ir a guerra . Ela escolheu um anel de brilhantes lindos que exaltava ainda mais sua beleza. A deixei em casa.
- Estarei lhe esperando
- Não vejo a hora de lhe ter como esposa.
- TE AMO!!!, fiquei gélido, minha cara ficou rosada coração disparou.
- TB TE AMO, e nos beijamos, se soubesse que eu iria passar três anos no Golfo eu teria caso antes com ela, mais o destino se mostrou cruel, já que para os filhos dos grandes DEUSES ichor maltrata mais.
- Xau
- Xau
Parti em direção ao quartel.
Fim do ato II
Agradecimentos : gostaria de agradecer a Angelo e Lucas pelo incentivo a continuar a escrever a história, estou preparando o ato III e vem mais explicações sobre Jack e seu destino fatal.
Abraços
Espero velos sábado
Hoje vou relatar parte de minha adolescência. Quando eu tinha 16 anos, fui para o chalé de inverno dos Ratison nas colinas da Irlanda. Eu acabara de sair do internato na base naval de Britch, ao norte da Bretanha. No caminho para o chalé peguei Lisa e Tom que estavam em Leeds na casa da tia Anitha Bondergast, ela era uma mulher charmosa e tinha um vicio com gatos o que deixava sua casa com um cheiro terrível.
No caminho para o Aeroporto notei que algo me espreitava sobre os prédios, mais não sabia o que. O vulto tinha um tom cinza claro com raios azuis, mais é claro que na época achei que era coisa da minha imaginação. A canábis que consumira um dia antes devia estar estragada.
Lisa passou o caminho inteiro me interrogando, como o Tenente Rans fazia quando aprontávamos algumas no quartel. Nestes últimos meses passei dos limites na base, coloquei bombinhas nas privadas dos superiores, a 'bandeira' foi ateada com calcinhas das filhas do Major Coronel e a maior de todas, fui pego dando uns 'tapinhas' na sala do Tenente. Por esta ultima peguei uma semana de detenção mais afazeres nos banheiros e na cozinha.
- Fiquei sabendo que as filhas do Major são muito bonitas!!!!
- Sério sabe que nem reparei - abri um sorriso sarcástico,suspirei fundo - Lisa vc quer namorar comigo?
Tom abriu um sorriso no rosto de criança que pega o irmão com uma prima aos arredores da casa.
- Taaa naamorrranndo.....
- Herrrrr, vc me pegou desprevenida, eeuu.
O eu dela durou uma eternidade suas bochechas ficaram rosadas,
-Sim,sim...
Pulou em meu colo, me enchendo de beijos, quase perdi a direcção do Rolls-Royce que meu pai deixara de presente para minha mãe.Ela abraçou-se em meu braço e passou o resto da viagem calada suspirando fundo. Olhando para o retrovisor vi Tom batendo palmas e susurrando cantigas infantis de namorados.
Quando chegamos no aeroporto vi mais uma vez o vulto, me afastei deles correndo em direcção de um canteiro de obras.
- Jack!, gritou Lisa assustada com minha reação.
- Oi é que eu vi algo, tudo bem deixa para lá, vamos ter a maior ferias de nossas vidas, uuuuuhooooooooo.Voltei a me dirigir em direção ao carro.
-Tom pegue sua mala e bote no carrinho. Lisa tinha um carinho muito grande com o irmão. Mesmo com a deficiência ele o tratara como igual, pois havia algo que Tom não sabia ainda e muito menos eu na época.
Juntamos tudo e partimos para o saguão do aeroporto,durante o percurso Lisa quis mostrar para todos que estávamos juntos.Perto do balcão de embarque encontramos os irmãos Wessex, Caio e Thiago, estavam ambos acompanhados de suas respectivas namoradas (se não por dizer cachorrinhas de NY). Thalia e Amanda são a representação na nata Americana um sonho que deu certo, pelo menos para os pais delas.
- Jack de namorada nova ou a velha escoria resolveu botar as garras e ludibriar a corte inglesa. O ar arrogante de Caio me fez estalar todos os dedos sem quase mexe-los. Lisa ficou bastante nervosa e me puxou para não partir a cara dele em dois.
- Vamos, vem Tom, temos que fazer o che...
- Caio,Caio,Caio (larguei do braço de Lisa e fui na direção dos Wessex com um sorriso irônico no rosto) vc sabe que eu e Lisa sempre fomos próximos e que os pai dela tornou-se recentemente Major, se não me engano o maior cargo que seu pai chegou a ocupar foi de servo do GENERAL WINDSOR. Meu urro fez parar boa parte das pessoas que passavam perto do Guiché 11. Caio se inflamou e partiu para cima de mim como um podoll desamparado. No fervor da contenda peguei um pouco de maconha que sobrará da noite em que fiquei chapado na sala do Tenente e coloquei em seu bolso.
Guardas vieram nos separar nos colocaram no chão comas mãos nas costas,os Wessex bradavam perguntando ao policial se ele sabia quem eles eram para ser tratados daquele jeito. O guarda encontrou o meu presente em seu bolso e os levaram para uma sala especial.
- Desculpe-nos senhor vc esta liberado, mais nada de arruaça, vá Sr. Lancaster. Meu sobrenome sempre abrira portas com a policia devido ao meu avo ter sido delegado da Scotlandard.
Enquanto me afastava da confusão, batendo em minha roupa para retirar a sujeira wessex, Lisa se aproximou com Tom.
- Vcc essstaa bemmm?
-Sim Tom, obrigado. Segurei na cintura de Lisa e embarcamos no avião.
Lisa sentou a minha esquerda e Tom na direita no corredor. Trocamos acanhadas caricias. O avião que estávamos era o mais novo modelo AerFrance, um concorde com uma primeira classe de dar inveja a qualquer cruzeiro marítimo. A aeromoça explicara o que fazer em caso de emergência, no fim de tudo fui anunciado como convidado especial do voo e que podia ir a cabine do piloto. Achei muito estranho tal convite sempre pegara voos e nunca fui uma celebridade ou alo do tipo.
A aeronave começou a fazer seu taxiamento na pista o alerta de ficar com os cintos apertados estava do vermelho. O chão treme e começamos a nos mover lentamente. Nesta ocasião Lisa aperta bem forte minha mão, Tom um pouco mais assustado quase quebrou minha mão, ele possuirá uma força incrível.
Quando o sinal verde apareceu no painel perto do corredor para soltar os cintos, eles soltaram minha mão e curtimos uma Londres minúscula cheia de 'formigas'. Rimos do que víamos e de como Tom os descrevera.
- Atenção senhoras e senhores daremos inicio ao nosso Brefast de bordo, a todos uma otima viagem.
- Lisa vou ao banheiro e irei ao salão bar.
- Certo!! estarei lá em questão de minutos.
- Onnde é o bbanheiro Jacck.
- Venha comigo Tom, chau, a beijei como se não houvera amanhã.
No caminho para o bar encontrei um Tenente da Aeronáutica, um homem alto 1,90m mais ou menos, cabelos loiros, olhos azuis com veias em cor trovão, ao olhar mais atento veria que o amarelo trovão se irradiava em sua íris. Ao lado do pé dele se encontrava uma maleta prateada e ele segurava um envelope escrito 'TOP SECRET', no maior estilo Bond. Pedi um drinque.
- Moça não se esqueça que deve ser sem álcool para o rapaz. Falou o tenente.
- Já tenho idade para beber. Retruquei-o rapidamente. - Cabo Jack Lancaster, Tenente...
- Tenente Tostão, copiloto para ser mais exato, gostando do vôo?
- Sim, o piloto deixou eu ir para a cabine dele vou aproveitar a ocasião.
- Sr. Lancaster vim neste vôo especialmente lhe ver sou o copiloto do vôo e pedi para dizerem isto, pois tenho noticias do fronte para o Sr.
Quando o Tenente T. acabou de dizer isto, as minhas pernas ficaram bambas, este era o código da escola para missões oficiais externas uma honraria para um mero novato.
Assenti com a cabeça dizendo que entendera o recado. Ele me entregou um envelope e a pasta.
- O envelope explicará tudo, a pasta é tudo que vc precisará. Terras 24 horas a partir de agora (14h 30min) para completa-lá. Lhe encontrarei no Cabo Ifmmor. Boa sorte.
- Obrigado, bebi uma Coke meio a 'seco'.
Apertei a mão dele e fui ao toalhete do banheiro ler o que me aguardara. No envelope tinha instruções para libertar um grupo de prisioneiros numa colina perto do Chalé que estávamos a ir. Eu possuía o mapa esquemático do local e o numero exato de prisioneiros. Na maleta tinha uma faca e uma 9 mm. Guardei tudo e sai, vi Lisa e Tom comendo e bebendo no bar, acenei para eles e fui até a minha poltrona colocar a mala no bagageiro. Voltei ao bar e conversamos até o sinal de colocar os cintos foi acionado.
- Estamos chegando, coloquem os cintos pousaremos em 5 minutos.
O cantar das horas passou a ser marcante na minha mente. Pousamos, pegamos nossas malas e partimos em direção ao Chalé. A viagem levaria em torno de 2 horas, pisei fundo.
- Jack algum problema??
- O que foi não estas gostando da vista?
- Vccc taa innddo rápido demaissss.
- Tom Lisa, tenho que confessar... Fiquei vermelho engoli a seco. - Estou com uma baita dor de barriga tenho que ir ao banheiro com urgência.
Ambos caíram na risada, os risos deles os relaxaram enquanto eu pisava fundo na aubus.Chegamos num cruzamento, a esquerda tinha um posto com uma loja de conveniência, paramos, olhei as horas já era 18h. Entrei no banheiro para disfarçar, Lisa e Tom entraram na lojinha. Depois de uns 5 minutos entrei na loja, peguei um filme de 36 poses e paguei com o cartão pus-master que me mãe me dera para viagem. Tanque cheio e as crianças com guloseimas era hora de focar na missão.
Quando chegamos no Chalé, comecei a observar ao entorno dele, na ala esquerda havia um jardim que no fim dava a uma pequena floresta que subira ao pé de uma colina, a direita tinha uma estrada de barro batido que dava num Alpes onde os Turistas iam esquiar e aproveitar as termas, um ótimo local para podermos namorar, porém seria difícil coma a missão e Tom a tira colo. Eu gosto muito dele mais é uma vela e tanto as vezes me pergunto o pq dele sempre estar ao nosso lado.
Caira a noite, nesta época do ano a noite inicia-se entre as 21 e 22h, namoramos um pouco as horas não passara tão rápido desde que fiquei com uma das filhas do Major no quartel. Me despedi de Lisa e fui em direção ao quarto não tinha muito tempo, peguei os mapas, a maleta e minha câmera fotográfica que minha mãe me dera no natal passado tinha um zumm profissional, esperava que me ajudasse em algo. Tom já estava dormindo desde que chegamos, estava muito cansado de comer doces acho. Abri de leve a janela a luz da lua adentrou no quarto e pegou o pé de Tom, nunca tinha visto um pé tão grande e barrento parecia o pé descrito de um troll montanhês nos livros de J.R.R. Tolkien, os li neste ultimo semestre na cadeira de literatura excelentes livros. Estávamos no Terceiro andar teria que pular pela canaleta de chuva. Me apoiei nos frisos e saltei para um beiral a baixo, na queda fiquei pendurado por uma única mão na varanda do segundo andar onde tinha um casal 'esquentando a cama'. Desta altura dava para saltar, cai em uns arbustos e fui em direção a floresta no inicio do caminho vi dois olhos vermelhos me encarando, um vulto passa rapidamente nas minhas costas. Novamente o arrepio na espinha me consome. Um uivo estridente vindo dos Alpes me acalmaram não sei o pq.
Adentrei na floresta e subi a colina a cada três árvores dava um zuumm na câmera tentando ver mais a frente a única coisa que dava para ver era sombras de anões subindo o morro os segui de longe quando vi uma clareira com uma fogueira no meio e luzes adentrando numa caverna. Dei um zzumm com a câmera e vi que os anões (que mais pareciam duendes) eram mineiros e estavam sendo chicoteados por um cara alto e estupidamente forte. Os anões quando apanhavam diziam:
- Sim senhor Hermann.
Ao lado esquerdo de Hermann havia um caixote com armas dentro, mais não eram armas quaisquer eram em ouro, bronze e prata com adornos vickins. Abri a maleta peguei a 9 mm e coloquei o cinto com o suporte para a faca e a arma.Olhei o mapa me certificando que era ali o local vi a latitude e longitude, graças aos Deuses que nas aulas que tive de observação astronômica, aprendi a tirar as coordenadas das estrelas, tive sorte do céu esta bem estrelado e limpo esta noite. Este era o local e os pobres prisioneiros eram os anões, coisa rara de se ver hj em dia era anões em grupos grandes.Mais este anões eram estranhos o tom de sua pele era acinzentada.
Com a arma em punho desci a colina e sempre observando o Hermann, quando a luz da lua o tocara ele mudou de forma ficou com 7,5 m de altura e uns 3,5m de largura sua pele virara pedra e o seu chicote estava em brasas. Cocei os olhos não acreditava no que via era um Golem de pedra como nos livros, a primeira vista, com certeza isto era coisa da turma de engenharia do quartel ficara muito bom, difícil seria derrubar o robô e salvar os anões sem machuca-los no caminho. No alto da colina do outro lado os olhos vermelhos me encaravam. Ao meu lado apareceu uma matilha de lobos prontas para atacar o robô. Um dos lobos olhou para mim como se me conhecesse desde criança, ele era muito maior que os outros lobos parecia que tinha sido cruzado com um dog alemão ou algo maior. Ele assentiu um sinal como se estivesse pronto para atacar. Na minha direita dois corvos pousaram nas árvores graniram e observaram o que ia acontecer. Os corvos pareciam que estavam a esperar por uma briga e muita carne para comerem.
Não sei como mais fiz sinal para um dos lobos eles começaram o ataque distraindo o robô para longe dos anões. Os lobos pularam nas costas do robô e travaram uma batalha de pula derruba e pula e derruba. Um deles mordeu o braço com o chicote de fogo e quando o chicote bateu em um deles causou uma ferida muito feia. Um uivo saio do alto da colina observando direito vi que era um LOBO muito robusto com pelo negro e saia fogo de sua boca, tão descrição me fez lembrar da historia do fenrir que matara Odin. Após o uivo 6 lobos negros com olhos em chamas partiram para ajudar o golem. Enquanto isto eu gritava:
- Venham por aqui.
Enquanto os anões desciam o morro me pus a frente deles para protege-los do robô.Como os lobos ficaram atarefados ele veio em minha direção com tudo, os poucos lobos que ainda o atacava não deram conta foram todos arremessados aos ares.
O seu primeiro golpe com o chicote pegou na minha perna era fogo de verdade, o corte parecia que ia dilacerar minha perna, gritei um urro de dor. Com um puxão ele me jogou na parede e cai a uns 6m dele. Ainda meio atordoado e com a arma no meio do caminho, o vi chicotear meu dorso no terceiro golpe pulei o chicote e em diração a arma. Quando a peguei fiz mira e descarreguei o pente no peito do Robô ele deu seis passos para traz e começou a cair. Um dos lobos pulou o robô e ficou a rosnar para mim. Soltei o pente e peguei o segundo ele já havia saltado pronto para pegar minha jugular engatilhei e atirei a bala pegou bem na cabeça dele, mais não evitou o impacto que nos jogou uns 2m para traz. Nisto vi que uma anão estava nas costas dele e seria esmagado, a contagem na missão era exata não podia ter perdas, apesar do fogo ter queimado minhas pernas parecia que não haverá sofrido nenhum dano muito serio, corri como um louco saltei entre as pernas do robô e peguei o anão ainda a tempo. O empurrei para fora e parte do robô caio em cima de mim e se desfez em uma névoa estranha os anões gritavam e comemoravam. Quando os ânimos se acalmaram eles me deram uma caixa de dinamites esverdeadas pareciam mais radioativas e as colocamos junto das outras caixas no buraco e as explodimos. Neste ato só pensara em como tanto ouro fora desviado para esta construção snobe.
- O sábio herói como se chamas?
- Eu herói que nada, pode sair gente, completei a missão com louvor, vamos lá Tenente pode sair.
No topo da montanha um Lobo Infernal me olhava ele tinha olhos vermelhos sangue, Ele soltou um uivo infernal e sumiu como aparecera.
- Senhor não ligue,fez uma cara de desdenho, era uma cria de Loki e Hel, tctctctck, vosso pai terá muito orgulho de ti.
- Vc conhece o Almirante?
Os anões me olharam com um ar de desanimo e desaprovação.
- O senhor não sabe quem é seu pai?
- Os corvos graniram alto que doeu meu ouvido.
Os anões se silenciaram como se eles o tivessem dado uma ordem. Um dos anões chegou perto e tirou de uma mochila 3 livros e um numero de telefone.
- O que vc precisar meu filho podes pedir seremos eternamente gratos e Volund tb.
- Quem?? - Terei que leva-los ao Tenente numa praia próxima daqui tudo bem?
Eles não entenderam direito, mais me seguiram. No caminho percebi que os lobos tinham ido embora, fiquei triste por não poder ajudar o que se ferira. Um dos anões o mais alto 1,05m eu acho, me perguntou qual minha idade e se vira meu pai com freqüência,
- Não o Almirante deixou minha mãe quando eu era bebê diz ela que ele ainda esperou eu completar 1 ano e partiu.
- Não se preocupe meu jovem vc o vera o mais cedo do que imagina.
Olhei o céu já era manhã, o sol estava alto, devido as noites serem muito longas no inverno irlandês presumi que já deviam ser umas 9 ou 10h.
- Chegamos tem uma praia logo ali, vamos!!!!
Corremos em direção a pria e meio que acampamos por 1 ou 2 horas.
- Filho pegue. Ele havia aberto uma mochila e tirado três livros os, eles estavam escrito em uma língua que nunca vira antes algo muito parecido com o elfico dos livros de Tocken.
- Obrigado! Qual a língua dos livros?
- Se chama Navidar a fala dos Deuses vc a entendera logo.
Os corvos reapareceram num galho e graniram todos pareciam entender os corvos. Ao fundo apareceu um helicoptero com os símbolos da marinha. Pulou para o chão com uma corda um Tenente T. com uma caixa embrulhada para presente. Andou em nossa direção, bati continência,
- Missão cumprida Sr.
- Eis o premio da missão cabo!!!
Os anões abriram um sorriso e andaram em direção a aeronave, peguei a caixa , segurei-a com força e bati continência me despedindo. Com um olhar mais atento pareceu que o Tenente T. saltara para o helicóptero em pleno ar com um martelo na mão. Acenaram dando adeus e partiram.
Segui em direção ao chale não estava cansado e queria me divertir um pouco agora.
Quando saio da mata vi Lisa tomando banho nas termas com um biquine, é hj que saio do zero a zero .
- Oi Lisa, Tom
- Onde vc estava?
- Fui correr um pouco e chegou uma caixa do quartel para mim vou trocar de roupa e desso.
A beijei e fui para o quarto. Ao chegar no quarto abri o presente, dentro tinha um cartão e um anel, o anel é em ouro com adornos em preta e uma pedra meio azul e meio vermelha com escritas rúnicas dentro dele. Na carta tinha:
Filho, parabéns pela sua
primeira missão
o anel que estou a lhe enviar
foi da minha formatura na marinha
espero que o use-o a partir de agora
Abraços
Almirante O.
Quando acabei de ler a carta estava chorando, coloquei o anel do dedo e algo estranho aconteceu eu fiquei tonto meu corpo fervia, o som tinha novos ruídos ou algo do tipo
fiquei desnorteado. Neste momento adentrou no quarto pela janela um corvo ele olhou para mim e disse:
- Seja bem vindo!!
Achei que tava ficando doido e desmaiei. Quando acordei vi Lisa preparando um chá e trazendo-o até a cama.
- O que foi que aconteceu?
- Vc teve uma queda de pressão, vai ficar bom logo.
Tom estava na outra cama e falou baixinho, - Vcccc teve muita sorte, tome mais cuidado.
Achei estranho Tom sempre gaguejava para falar. Olhei para bela Lisa e nos beijamos.
O resto do fim de semana foi muito bom , namoramos muito curtimos as termas e andamos de esqui. No vôo para Londres fui chamado a cabine do piloto e o Major pediu para me dirigir o mais breve possível para o quartel. Voltei ao acento e convercei com Lisa explicando que não poderíamos passar a semana juntos como combinavamos, tinha que ir ao quartel, ele ficou desapontada mais aceitou.Quando chegamos em Londres peguei o carro de mamãe e fui a Rua Brompton Road, comprar uma aliança para Lisa queria pedi-la em noivado o mais rápido possivel já que poderia ir a guerra . Ela escolheu um anel de brilhantes lindos que exaltava ainda mais sua beleza. A deixei em casa.
- Estarei lhe esperando
- Não vejo a hora de lhe ter como esposa.
- TE AMO!!!, fiquei gélido, minha cara ficou rosada coração disparou.
- TB TE AMO, e nos beijamos, se soubesse que eu iria passar três anos no Golfo eu teria caso antes com ela, mais o destino se mostrou cruel, já que para os filhos dos grandes DEUSES ichor maltrata mais.
- Xau
- Xau
Parti em direção ao quartel.
Fim do ato II
Agradecimentos : gostaria de agradecer a Angelo e Lucas pelo incentivo a continuar a escrever a história, estou preparando o ato III e vem mais explicações sobre Jack e seu destino fatal.
Abraços
Espero velos sábado
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Um Scion de Hermes em Jersey - Segundo ato.
OK, o Wolverine Albino tá em posição no carro, eu tô enrolando pra seguir o lobinho de longe.
O carinha tá completamente perdido, não sabe em que parte da cidade está. A minha demanda foi bem específica: Encontrar quem causou a transformação dele. Eu imagino que ele deve enrolar um pouco até perceber que não vai se livrar dessa idéia.
O cara vagueia a esmo pelas ruas, me deixando realmente confuso: Ele está procurando algo nos becos ou simplesmente não sabe onde está? Me arrependo de não ter deixado um walkie-talkie com ele, anotado o celular dele ou coisa parecida, assim minhas heranças me permitiram rastrea-lo facilmente. Bem, agora vamos no improviso e no talento.
Depois de rodar a esmo um bocado, o sujeito vira duas esquinas, encontra um carro de polícia e corre que nem um desesperado em direção à polícia. Instantaneamente, olho pro carro do Wolverine XGG e, fazendo sinal com a mão de que f*deu tudo, movo os lábios na esperança que ele consiga ler: O lobinho vai procurar a polícia, e provavelmente contar onde fica o nosso novo QG.
Dou um passo pra frente na esperança de correr e segurar o infeliz, mas estou muito longe - se o negão estivesse aqui, ele conseguiria sumir com o sujeito. Bem, me resta ir me aproximando, chegando de beco em beco, e pensar num jeito de desviar os caras de seu caminho. Enquanto tento chegar perto discretamente, o lobinho tem uma conversa apressada com a polícia, entra na viatura, e os caras vem na direção do QG veterinário com a sirene ligada.
O que o Batman faria nessa situação?
Ah, dane-se. Arremesso a maior lata de lixo que encontro no meio da rua, bem na frente da polícia. Com um pouco de sorte eles me seguem, e aí eu vejo o que faço pra eles não chegarem perto do QG veterinário.
O plano funciona, eles me seguem pra dentro de um beco, e tem um muro sólido no fim do beco. Enquanto eles entram chutados com carro e tudo, raspando na lateral do beco, salto desesperado pro outro lado do muro, caindo rolando e correndo pra longe. Ouço o barulho do carro do Wolverine versão MI6, e imagino que ele tá fechando o carro da polícia de modo que eles não vão conseguir sair do beco. Não sei se isso é bom, mas tenho outra coisa em mente, pois só agora percebo que anoiteceu, e a lua cheia acaba de aparecer entre as nuvens.
Mudança de plano: Nada de evitar que a polícia encontre nosso esconderijo na clínica veterinária. O plano agora é evitar que o lobisomem que está dentro da viatura estraçalhe os policiais.
Saco a Kontos, e com uma palavra faço ela ir do tamanho mini-caduceu de bolso até o tamanho lança grega desajeitada. Pauso um segundo pra tentar bolar um plano, e ouço um rugido indicando que o tempo de planos passou - corro voltando para o muro, pensando se conseguiria saltar para alguma escada de incêndio do outro lado e atacar o lobisomem de cima, mas não lembro de ter prestado atenção nos prédios.
Quando me apercebo, meu instinto já me fez saltar sem ter certeza do que fazer, e estou passando em cima do muro e vendo a cena: O lobisomem assumiu forma híbrida e praticamente partiu o carro no meio, abrindo um rombo grande o suficiente para sair pela traseira da viatura. Aterriso na frente do carro, embasbacado.
Não vejo o carro de Wolverine Valadão, ele não fechou a viatura como pensei. Bem, hora da manobra #234765: Distrair o lobisomem até a polícia fugir. Corro com a Kontos, pensando em cravar a ponta dela no ombro do lobisomem e realizar um salto com vara, chamando a atenção do infeliz.
Como sempre, nenhum bom plano resiste à uma boa dose de realidade. No movimento descendente pra cravar a kontos, ela ricocheteia no couro do desgraçado e desliza entre os pelos do infeliz, me fazendo deslizar pra mais perto do fdp - improviso e digo "pega, rex, pega" enquanto salto por cima dele, caindo uns 5 metros a frente. Vejo o Wolverine Bauer se aproximando a pé pela minha esquerda.
Bauer passa voando, numa cena digna de videogame - ele tem garras encaixadas nas mãos, e entendo porquê o codinome Wolverine. Ele dá um salto brutal pra frente, com o corpo esticado e girando, garras apontando para o peito do lobisomem. Pela posição, e pelos nossos combates anteriores, eu vejo que tudo que ele quer é empurrar o lobisomem pra longe de mim (um lobisomem sem lenda eu até encaro, mas essas fofoletes tem um pouco de destino carregado no sangue), e consegue fazer o lobo recuar uns 3 metros e ainda arranha o bicho.
O bicho avança atacando Bauer, e os dois param no meio da rua. Repito a manobra, mas dessa vez com o cabo da Kontos, nem sonho em arranhar o bicho sem um plano, e o bicho vira para mim. O Bauer tá com as costas do sujeito abertas pra um ataque, mas Murphy é meu amigo: A p*rra do policial dispara dois tiros na cabeça lobisomem, deixando a mim e a Bauer prostrados. O policial ainda tenta correr quando vê que nem arranha o bicho, e chega próximo ao muro no fundo do beco, apenas para ser atropelado pelo lobisomem, que saltou de maneira completamente degarrada sobre o sujeito. IIIIrrrc, o lobisomem esmigalhou o policial no muro com os peitos! Olho e vejo que um dos policiais já fugiu pra algum lugar, não sei onde, só sobrou o PM-Pizza.
Bauer salta atrás, tentando cravar as garras na coluna vertebral do bicho. Aparentemente o couro duro do lobisomem desvia um poucos as garras, mas ele causa estrago - o problema é que só a convulsão de dor que o lobisomem teve foi suficiente pra arremessar Bauer pra trás, em cima da viatura destruída. Ativo meus dons super-lendários de velocidade super-épica e corro pra cima do lobo, que está estralando a coluna - vou encolhendo a kontos no caminho enquanto dou umas pisadinhas de leve em Bauer (ele nem nota, foi muito rápido), escalo as costas do lobo (passando por cima do ombro direito enquanto ele estrala as costas pra esquerda), caio na frente dele já abaixando e catando o policial, apoio no ombro do lobo e salto pra cima do muro.
Ok, o desespero foi tanto que saltei POR CIMA do muro ao invés de PRA CIMA do muro.
Caio do outro lado pronto pra correr, apenas pra perceber que tem um lobisomem voando por cima do muro, e com as garras na posição perfeita pra me fatiar. Boto o policial embaixo do suvaco, giro dum lado pro outro esquivando do monte de garras e corro pra saída do beco onde me encontro. Bauer salta por cima do muro em seguida, tentando atingir o lobo, mas só ganhar tempo pra eu tirar o policial dali.
Aparentemente conseguimos irritar o lobo além do limite, e ele desiste da caça, saltando e correndo pra fora da vista de Bauer - eu já estou olhando os ferimentos do policial. paço pra Bauer deixar o lobo pra lá (eu posso rastrá-lo) e chamo uma ambulância pelo rádio do próprio policial, e explico que ele foi atropelado por um caminhão (ele realmente parece ter sido atropelado por um).
Bauer volta para o carro pra evitar que a polícia o interrogue, enquanto eu tento fazer primeiros socorros no sujeito. Nisso o negão aparece, saindo sabe Hermes de onde, e me pergunta o que aconteceu comigo. Com toda a calma do mundo eu respondo: CALA A BOCA E SALVA ESSE CARA, mas Zack também não consegue grande coisa. A ambulância chega e uso meu charme pra explicar o que aconteceu: "A história se resume à NÃO FUI EU, né, Zack? Zack? Cadê você, Zack?".
Enfim, meu charme funciona e eles acreditam que sou inocente, e ainda consigo sair de fininho enquanto ressuscitam o policial. É maravilhoso ser scion, se não fosse pelo fato de ainda ter de rastrear o lobo. Gasto meus últimos resquícios de força de vontade, mas sem sucesso.
Exausto, só resta voltar pra casa. Ou melhor, pra casa do veterinário onde a gente se esconde atualmente, sou procurado pela polícia de NY pelo sequestro de um cara que não conheço.
Fim do ato 2.
(editei umas baboseiras na pontuação pra ficar com ritmo mais lento)
O carinha tá completamente perdido, não sabe em que parte da cidade está. A minha demanda foi bem específica: Encontrar quem causou a transformação dele. Eu imagino que ele deve enrolar um pouco até perceber que não vai se livrar dessa idéia.
O cara vagueia a esmo pelas ruas, me deixando realmente confuso: Ele está procurando algo nos becos ou simplesmente não sabe onde está? Me arrependo de não ter deixado um walkie-talkie com ele, anotado o celular dele ou coisa parecida, assim minhas heranças me permitiram rastrea-lo facilmente. Bem, agora vamos no improviso e no talento.
Depois de rodar a esmo um bocado, o sujeito vira duas esquinas, encontra um carro de polícia e corre que nem um desesperado em direção à polícia. Instantaneamente, olho pro carro do Wolverine XGG e, fazendo sinal com a mão de que f*deu tudo, movo os lábios na esperança que ele consiga ler: O lobinho vai procurar a polícia, e provavelmente contar onde fica o nosso novo QG.
Dou um passo pra frente na esperança de correr e segurar o infeliz, mas estou muito longe - se o negão estivesse aqui, ele conseguiria sumir com o sujeito. Bem, me resta ir me aproximando, chegando de beco em beco, e pensar num jeito de desviar os caras de seu caminho. Enquanto tento chegar perto discretamente, o lobinho tem uma conversa apressada com a polícia, entra na viatura, e os caras vem na direção do QG veterinário com a sirene ligada.
O que o Batman faria nessa situação?
Ah, dane-se. Arremesso a maior lata de lixo que encontro no meio da rua, bem na frente da polícia. Com um pouco de sorte eles me seguem, e aí eu vejo o que faço pra eles não chegarem perto do QG veterinário.
O plano funciona, eles me seguem pra dentro de um beco, e tem um muro sólido no fim do beco. Enquanto eles entram chutados com carro e tudo, raspando na lateral do beco, salto desesperado pro outro lado do muro, caindo rolando e correndo pra longe. Ouço o barulho do carro do Wolverine versão MI6, e imagino que ele tá fechando o carro da polícia de modo que eles não vão conseguir sair do beco. Não sei se isso é bom, mas tenho outra coisa em mente, pois só agora percebo que anoiteceu, e a lua cheia acaba de aparecer entre as nuvens.
Mudança de plano: Nada de evitar que a polícia encontre nosso esconderijo na clínica veterinária. O plano agora é evitar que o lobisomem que está dentro da viatura estraçalhe os policiais.
Saco a Kontos, e com uma palavra faço ela ir do tamanho mini-caduceu de bolso até o tamanho lança grega desajeitada. Pauso um segundo pra tentar bolar um plano, e ouço um rugido indicando que o tempo de planos passou - corro voltando para o muro, pensando se conseguiria saltar para alguma escada de incêndio do outro lado e atacar o lobisomem de cima, mas não lembro de ter prestado atenção nos prédios.
Quando me apercebo, meu instinto já me fez saltar sem ter certeza do que fazer, e estou passando em cima do muro e vendo a cena: O lobisomem assumiu forma híbrida e praticamente partiu o carro no meio, abrindo um rombo grande o suficiente para sair pela traseira da viatura. Aterriso na frente do carro, embasbacado.
Não vejo o carro de Wolverine Valadão, ele não fechou a viatura como pensei. Bem, hora da manobra #234765: Distrair o lobisomem até a polícia fugir. Corro com a Kontos, pensando em cravar a ponta dela no ombro do lobisomem e realizar um salto com vara, chamando a atenção do infeliz.
Como sempre, nenhum bom plano resiste à uma boa dose de realidade. No movimento descendente pra cravar a kontos, ela ricocheteia no couro do desgraçado e desliza entre os pelos do infeliz, me fazendo deslizar pra mais perto do fdp - improviso e digo "pega, rex, pega" enquanto salto por cima dele, caindo uns 5 metros a frente. Vejo o Wolverine Bauer se aproximando a pé pela minha esquerda.
Bauer passa voando, numa cena digna de videogame - ele tem garras encaixadas nas mãos, e entendo porquê o codinome Wolverine. Ele dá um salto brutal pra frente, com o corpo esticado e girando, garras apontando para o peito do lobisomem. Pela posição, e pelos nossos combates anteriores, eu vejo que tudo que ele quer é empurrar o lobisomem pra longe de mim (um lobisomem sem lenda eu até encaro, mas essas fofoletes tem um pouco de destino carregado no sangue), e consegue fazer o lobo recuar uns 3 metros e ainda arranha o bicho.
O bicho avança atacando Bauer, e os dois param no meio da rua. Repito a manobra, mas dessa vez com o cabo da Kontos, nem sonho em arranhar o bicho sem um plano, e o bicho vira para mim. O Bauer tá com as costas do sujeito abertas pra um ataque, mas Murphy é meu amigo: A p*rra do policial dispara dois tiros na cabeça lobisomem, deixando a mim e a Bauer prostrados. O policial ainda tenta correr quando vê que nem arranha o bicho, e chega próximo ao muro no fundo do beco, apenas para ser atropelado pelo lobisomem, que saltou de maneira completamente degarrada sobre o sujeito.
Bauer salta atrás, tentando cravar as garras na coluna vertebral do bicho. Aparentemente o couro duro do lobisomem desvia um poucos as garras, mas ele causa estrago - o problema é que só a convulsão de dor que o lobisomem teve foi suficiente pra arremessar Bauer pra trás, em cima da viatura destruída. Ativo meus dons super-lendários de velocidade super-épica e corro pra cima do lobo, que está estralando a coluna - vou encolhendo a kontos no caminho enquanto dou umas pisadinhas de leve em Bauer (ele nem nota, foi muito rápido), escalo as costas do lobo (passando por cima do ombro direito enquanto ele estrala as costas pra esquerda), caio na frente dele já abaixando e catando o policial, apoio no ombro do lobo e salto pra cima do muro.
Ok, o desespero foi tanto que saltei POR CIMA do muro ao invés de PRA CIMA do muro.
Caio do outro lado pronto pra correr, apenas pra perceber que tem um lobisomem voando por cima do muro, e com as garras na posição perfeita pra me fatiar. Boto o policial embaixo do suvaco, giro dum lado pro outro esquivando do monte de garras e corro pra saída do beco onde me encontro. Bauer salta por cima do muro em seguida, tentando atingir o lobo, mas só ganhar tempo pra eu tirar o policial dali.
Aparentemente conseguimos irritar o lobo além do limite, e ele desiste da caça, saltando e correndo pra fora da vista de Bauer - eu já estou olhando os ferimentos do policial. paço pra Bauer deixar o lobo pra lá (eu posso rastrá-lo) e chamo uma ambulância pelo rádio do próprio policial, e explico que ele foi atropelado por um caminhão (ele realmente parece ter sido atropelado por um).
Bauer volta para o carro pra evitar que a polícia o interrogue, enquanto eu tento fazer primeiros socorros no sujeito. Nisso o negão aparece, saindo sabe Hermes de onde, e me pergunta o que aconteceu comigo. Com toda a calma do mundo eu respondo: CALA A BOCA E SALVA ESSE CARA, mas Zack também não consegue grande coisa. A ambulância chega e uso meu charme pra explicar o que aconteceu: "A história se resume à NÃO FUI EU, né, Zack? Zack? Cadê você, Zack?".
Enfim, meu charme funciona e eles acreditam que sou inocente, e ainda consigo sair de fininho enquanto ressuscitam o policial. É maravilhoso ser scion, se não fosse pelo fato de ainda ter de rastrear o lobo. Gasto meus últimos resquícios de força de vontade, mas sem sucesso.
Exausto, só resta voltar pra casa. Ou melhor, pra casa do veterinário onde a gente se esconde atualmente, sou procurado pela polícia de NY pelo sequestro de um cara que não conheço.
Fim do ato 2.
(editei umas baboseiras na pontuação pra ficar com ritmo mais lento)
Quem fui um dia - parte I
Esta é minha vida,
Sangue,mortes,lutas,mortes,mais lutas e mais mortes, já que o mundo mítico gosta de sacrificar a humanidade ao seu bel prazer temos que jogar conforme as regras.
Ultimamente estou a caça de um gigante chamado crid, mais já fui um humano normal.
Quem sou????????
Um mero acaso do destino por assim dizer, alguns me chamam de Jack, outros(as crias bastardas dos olimpianos) me apelidaram de wolverine,mais meu pai é até estranho chama-lo deste jeito, é Odin. Vc deve estar se perguntando:
Como assim um mito é seu pai????
É isto ai.Caso vc ache sua vida uma merda e gostaria de torna-lá mais divertida pense duas vezes ao proclamar isto. E se por um acaso vc se identificar com a história, tenho uma pessima notícia para vc, :(, eis um scion.
Tudo começou no ano de nosso senhor,kkkkkkkkkkkkkkkkkk,esta triste contenda começa no dia de São Patrício, quando ainda tinha meros 12 anos, minha mãe me levará a mais um passeio dominical com a tia Gertrudes nos jardins de Bockingham, pois é minha mãe Sra. Anabhet II é Duquesa e tem uma cadeira no parlamento Inglês, desde de sempre fui educado sobre os caprichos da nobreza. Nunca fui snobe sempre gostei de um agito de aventuras, por isto minha mãe enlouquecia quando eu entrava numa nova arte marcial, aulas de esqui, cart, equitação, sem falar que neste ano eu me escrevera no campeonato nacional de montanhismo e nos jogos escoceses, para ela isto era....Mais voltando a vida tornou se mais interessante naquela tarde.
Meus primos Jorge e Tcharcher estavam praticando tiro ao alvo quando a brincadeira saio do controle e foi a primeira vez que o vi. Achava que era fruto da minha imaginação mais não, meu primo atirou em mim eu estava numa árvore próximo a eles quando um LOBO enorme me tirou da direcção da bala e eu cai da árvore acordei no outro dia no hospital Naval, minha mãe falara que meu pai era um Almirante de grande prestigio e que mais cedo ou mais tarde teria que me alistar para agrada-lo, até o momento ela nunca tinha falado dele para mim daquele jeito.
- Mãe quem realmente é o meu pai?
- Filho ele foi um homem que grande respeito, em toda Grã-Bretanha e ao norte da Europa, ela falou pela primeira vez dele com lágrimas nos olhos. Ela estava usando um lenço que tinha as iniciais deles dentro de um coração. Ela deu as costas e ainda soluçando,- Ele me amou filho por longos dois anos os mais felizes que tive. Ao abaixar as mãos as segurei e as apertei com força.
Sempre pesei que ele a tivesse deixado na rua da amargura a sociedade inglesa sempre me tratou como um bastardo, devido a minha mãe ter me criado sozinha, mais há deixara posição e status além de unir as fortunas dele com as dos meus avós os Lancaster's. Eu cresci em aos arredores de Chelsea em Hever Castle, este ano estava a estudar em Oxford já que no ano passado fui expulso de dois colégios internos parto de casa.
- Não se esqueça Jack sempre terras um lar em Chelsea, amanhã voltaras ao colégio, volto a lhe ver nas ferias de verão.
Os meses se passaram rápido sem muita agitação no ultimo dia de aula tive que escapar para ir as eliminatorias no campeonato de montanhismo. Algo estranho estava acontecendo comigo desde o acidente teve momentos que cheguei a ver gigantes andando nas ruas mais quando coçava os olhos estava tudo normal o mais chato fui a eterna sensação de perseguição.
Quando cheguei em Linbirdy Lisa e Tom estavam numa agonia só, Lisa crescera comigo em Hever e Tom seu irmão e sempre atrapalhado.
- Jack, gritou Lisa com uma aceno para mim.- que demora onde estava?
- Perdi o Trem das 10h, como estamos? Oi Tom. Tom nasceu com problemas auditivos por isto não falava muito bem.
- ttttttuddddo b...em..... JaccK.
Dei um sorriso e fiz um cafunê nele.Lisa me abraçou e me deu um beijo de boa sorte
- tttá namoraaannndo...., booboa sorrtte Jaccck.
-Até mais gente. Corri para meu ponto o objectivo da prova era chegar o mais rápido no sino no alto do cume os 7 primeiros estariam classificados.
- Aos seus lugares preparar, BUUUUUUUUUMMMMMMMM!!!!
Saímos correndo como Loucos já haviam se classificado 4, uma destas vagas tinha que ser minha, já que no próximo ano estaria na escola para fuzileiros. Subi o mais rápido possível mais no meio quando olho para o lado vejo um Ogro puxando uma corda de aço que me faz perder o equilíbrio e por pouco não cai,ouvi gritos e suspiros lá de baixo.
- O Jeeeeeeeck, sua cria bastarda vais morrer hj em nome de vosso pai. Urrou o Ogro com uma baba asquerosa saindo de sua boca.Ele pega um porrete feito de madeira com um bronze reluzente nas pontas e começamos a nos engalfinhar no ar. O mais engraçado é que desta vez não ouvi nada a não ser gritos de incentivos para chegar no sino. O porrete passou muito perto mesmo de minha cabeça e arrebentou com uma pedra a deixando-a em pedacinhos. Quando do nada o mesmo lobo do jardins do feriado pula nas costas dele e ambos caem e se evaporam no ar. o sino toca e os vencedores a gloria e para mim a frustração de não ter chegado lá.
Quando desço corro em dirreção de Lisa e Tom,
- Vc's viram o Ogro ao meu lad...Lisa me dá um baila beijo na boca, todos batendo palmas ao meu redor.Não entendi nada até o chefe de prova vir me avisar que eu era um dos finalistas. Naquela época eu não sabia que a Névoa existia ou o que acontecera para mim só foi um dos muitos outros episódios que ocorreriam daqui em frente.
Fim da primeira parte -
Espero que gostem
abraços
Sangue,mortes,lutas,mortes,mais lutas e mais mortes, já que o mundo mítico gosta de sacrificar a humanidade ao seu bel prazer temos que jogar conforme as regras.
Ultimamente estou a caça de um gigante chamado crid, mais já fui um humano normal.
Quem sou????????
Um mero acaso do destino por assim dizer, alguns me chamam de Jack, outros(as crias bastardas dos olimpianos) me apelidaram de wolverine,mais meu pai é até estranho chama-lo deste jeito, é Odin. Vc deve estar se perguntando:
Como assim um mito é seu pai????
É isto ai.Caso vc ache sua vida uma merda e gostaria de torna-lá mais divertida pense duas vezes ao proclamar isto. E se por um acaso vc se identificar com a história, tenho uma pessima notícia para vc, :(, eis um scion.
Tudo começou no ano de nosso senhor,kkkkkkkkkkkkkkkkkk,esta triste contenda começa no dia de São Patrício, quando ainda tinha meros 12 anos, minha mãe me levará a mais um passeio dominical com a tia Gertrudes nos jardins de Bockingham, pois é minha mãe Sra. Anabhet II é Duquesa e tem uma cadeira no parlamento Inglês, desde de sempre fui educado sobre os caprichos da nobreza. Nunca fui snobe sempre gostei de um agito de aventuras, por isto minha mãe enlouquecia quando eu entrava numa nova arte marcial, aulas de esqui, cart, equitação, sem falar que neste ano eu me escrevera no campeonato nacional de montanhismo e nos jogos escoceses, para ela isto era....Mais voltando a vida tornou se mais interessante naquela tarde.
Meus primos Jorge e Tcharcher estavam praticando tiro ao alvo quando a brincadeira saio do controle e foi a primeira vez que o vi. Achava que era fruto da minha imaginação mais não, meu primo atirou em mim eu estava numa árvore próximo a eles quando um LOBO enorme me tirou da direcção da bala e eu cai da árvore acordei no outro dia no hospital Naval, minha mãe falara que meu pai era um Almirante de grande prestigio e que mais cedo ou mais tarde teria que me alistar para agrada-lo, até o momento ela nunca tinha falado dele para mim daquele jeito.
- Mãe quem realmente é o meu pai?
- Filho ele foi um homem que grande respeito, em toda Grã-Bretanha e ao norte da Europa, ela falou pela primeira vez dele com lágrimas nos olhos. Ela estava usando um lenço que tinha as iniciais deles dentro de um coração. Ela deu as costas e ainda soluçando,- Ele me amou filho por longos dois anos os mais felizes que tive. Ao abaixar as mãos as segurei e as apertei com força.
Sempre pesei que ele a tivesse deixado na rua da amargura a sociedade inglesa sempre me tratou como um bastardo, devido a minha mãe ter me criado sozinha, mais há deixara posição e status além de unir as fortunas dele com as dos meus avós os Lancaster's. Eu cresci em aos arredores de Chelsea em Hever Castle, este ano estava a estudar em Oxford já que no ano passado fui expulso de dois colégios internos parto de casa.
- Não se esqueça Jack sempre terras um lar em Chelsea, amanhã voltaras ao colégio, volto a lhe ver nas ferias de verão.
Os meses se passaram rápido sem muita agitação no ultimo dia de aula tive que escapar para ir as eliminatorias no campeonato de montanhismo. Algo estranho estava acontecendo comigo desde o acidente teve momentos que cheguei a ver gigantes andando nas ruas mais quando coçava os olhos estava tudo normal o mais chato fui a eterna sensação de perseguição.
Quando cheguei em Linbirdy Lisa e Tom estavam numa agonia só, Lisa crescera comigo em Hever e Tom seu irmão e sempre atrapalhado.
- Jack, gritou Lisa com uma aceno para mim.- que demora onde estava?
- Perdi o Trem das 10h, como estamos? Oi Tom. Tom nasceu com problemas auditivos por isto não falava muito bem.
- ttttttuddddo b...em..... JaccK.
Dei um sorriso e fiz um cafunê nele.Lisa me abraçou e me deu um beijo de boa sorte
- tttá namoraaannndo...., booboa sorrtte Jaccck.
-Até mais gente. Corri para meu ponto o objectivo da prova era chegar o mais rápido no sino no alto do cume os 7 primeiros estariam classificados.
- Aos seus lugares preparar, BUUUUUUUUUMMMMMMMM!!!!
Saímos correndo como Loucos já haviam se classificado 4, uma destas vagas tinha que ser minha, já que no próximo ano estaria na escola para fuzileiros. Subi o mais rápido possível mais no meio quando olho para o lado vejo um Ogro puxando uma corda de aço que me faz perder o equilíbrio e por pouco não cai,ouvi gritos e suspiros lá de baixo.
- O Jeeeeeeeck, sua cria bastarda vais morrer hj em nome de vosso pai. Urrou o Ogro com uma baba asquerosa saindo de sua boca.Ele pega um porrete feito de madeira com um bronze reluzente nas pontas e começamos a nos engalfinhar no ar. O mais engraçado é que desta vez não ouvi nada a não ser gritos de incentivos para chegar no sino. O porrete passou muito perto mesmo de minha cabeça e arrebentou com uma pedra a deixando-a em pedacinhos. Quando do nada o mesmo lobo do jardins do feriado pula nas costas dele e ambos caem e se evaporam no ar. o sino toca e os vencedores a gloria e para mim a frustração de não ter chegado lá.
Quando desço corro em dirreção de Lisa e Tom,
- Vc's viram o Ogro ao meu lad...Lisa me dá um baila beijo na boca, todos batendo palmas ao meu redor.Não entendi nada até o chefe de prova vir me avisar que eu era um dos finalistas. Naquela época eu não sabia que a Névoa existia ou o que acontecera para mim só foi um dos muitos outros episódios que ocorreriam daqui em frente.
Fim da primeira parte -
Espero que gostem
abraços
Um Scion de Hermes em Jersey - Uma peça em três atos.
Voz suave com sotaque russo: "Caríssimo Senhor Paul, o senhor foi um instrumento muito importante para criação da paz na europa oriental, e por isso lhe presenteamos com esta belíssima loira sueca com comissão de frente avantajada e pouca vergonha."
Paul: "Obrigado, agora eu vou voltar com a sueca de pouca vergonha para minha casa de campo na Grécia e tirar uns 5 anos de férias da ONU..."
Voz grossa, possivelmente de um filho de Odin: "A GENTE INJETA AS DUAS SERINGAS E TEREMOS UM ESCRAVO HUMANO OU UM LOBISOMEM MORTO!"
Como diriam os franceses, merde. Saindo do sonho e de volta a realidade, e novamente não estou em casa, estou na casa do veterinário que serve ao filho de Odin. Não posso arriscar voltar pra casa e deixar esse bando de malucos descobrir onde vivo e acabar com minha vida de humano comum - eu quero eu mesmo acabar com minha vida de humano comum, mas só quando eu for um diplomata bem-estabelecido e puder fazer o papai orgulhoso de mim!
E de volta a realidade com uma discussão, pela voz sei que o filho de Odin está envolvido. Ontem a noite, capturamos um dos lobisomens que causava tumulto pela cidade, eliminamos outros dois e eu mandei um "nadar no rio hudson até fazer calo". Não sei o que me passava pela cabeça, deve ser influência do negão, me retirei da cena posteriormente à isso.
Olho pela janela. É manhã.
Resta interrogar o lobisomem capturado, e seguir ele até a fonte da licantropia - ele não parece ser um lobisomem verdadeiro, mas sim alguém contaminado. Zero não vai saber fazer direito, Chiuaua é um cara legal demais pra fazer isso (gostei do índio - na dúvida, ele bate até a dúvida passar, me lembra meus meio-irmãos lá na Grécia), e o filho de Odin é... como dizer de maneira politicamente correta... é a razão pra os deuses nórdicos não terem mais representatividade por aqui. Vou chegar de fininho, sem barulho, e ver o que está acontecendo.
OK, pelo que vejo a opção de "descontaminar" os lobisomens foi pras cucuias - a cria de Odin está gritando com o negão sobre injetar prata no lobisomem, que está em forma humana, completamente amarrado e acorrentado - aparentemente com estranguladores feitos pra conter pit bulls?
Adoro a lógica do filho de Odin - se enfiarmos uma estaca no coração dele e ele morrer, ele é um vampiro. Se sobreviver, é o quê?
Bem, morte é o que vai ocorrer se aquela prata foi injetada no cara, independente de ser um lobisomem. E aliás, como cacete ele derreteu prata e enfiou naquela seringa de injeção pra cavalos? E como diabos a seringa ficou inteira tendo prata derretida no interior? O sangue ferve, e sei que é por conta do Valor herdado do meu panteão - durante o dia, o carinha é apenas um pateta inocente, não um lobisomem, e não merece ser ameaçado com agulhas.
Paul, gritando: "É mais humano você atirar logo nele do que injetar prata e esperar ele agonizar até a morte".
E vejo o braço do filho de Odin descer uma seringa violentamente sobre o pescoço do infeliz, ao mesmo tempo que grita "Será meu sangue então". O instinto fala mais alto, e no que volto a mim estou segurando a mão do filho de Odin a poucos milimetros da jugular do infeliz. Raciocino por um segundo e explico - "seja delicado com seu sangue, você precisa dele vivo para que ele o sirva" - recuo enquanto o filho de Odin, delicadamente, injeta o próprio sangue no braço do pobre diabo.
Mais um item que venho aprendendo a odiar, mas do qual ainda dependo indiretamente - Jotunblüt, o resquício de sangue de gigantes que corre pelas veias dos nórdicos. Capaz de aumentar incrivelmente a força e vigor, mas ao custo de dependência física, subserviência à quem forneceu o sangue, e uma irritabilidade lendária. Infelizmente, o único médico que topa consertar o nosso bando de scions é um veterinário que foi forçado a se viciar e, Jotunblüt pelo meu querido filho de Odin (falando nesse filho de Odin, nem sei qual o nome que ele está usando atualmente - Bauer, Wolverine, Mister Bean?).
Bem, hora de traçarmos um plano. "Soltem o infeliz hoje à noite. Eu posso segui-lo onde quer que ele vá, e eu dei a ele uma tarefa - encontrar aquele que o transformou em lobo. Só preciso de algumas horas de descanso". A inspiração dada pelo Destino, aumenta assim como minha capacidade de influenciar o Destino, aumentam de maneira que me assusta. O foco predatório para rastreio que minha lenda me concedeu após os problemas para encontrar o grupo no recente problema com o Creed me faz um excelente rastreador, e minha magia já me permite entender o truque que forçou Hércules à realizar os 12 trabalhos - e foi isso que usei neste pateta.
Bem, as horas passam e anoitece, e pela primeira vez não tenho de explicar os detalhes pra cria de Odin, ele percebe o plano. Saio pela porta da frente, pronto para seguir a distância o lobinho - e o Odin Jr. leva o sujeito pela porta dos fundos, possivelmente pensando que assim ele não saberá retornar ao consultório do veterinário.
Sei que isso é burrice, mas espero que o garoto não consiga voltar ao consultório. Realmente espero que essa seja uma noite calma. PeloAmorDeHermes, quero só uma noite tranquila, sem pancadaria!
Fim do ato 1.
To be continued... com porrada pra caramba!
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