sábado, 28 de agosto de 2010

A Revolução de Doc Black

Saudações cordiais, camaradas.

Na sessão de hoje finalmente surgiu a oportunidade de libertar todo o poder de Doc Black, e foi muito legal. Como é normal nesses casos, muitas vezes pensei em mil e uma formas extraordinárias de interpretar este feito, e o modo como aconteceu foi um pouco diferente daquele que imaginei, pois Diana acabou com o minotauro antes que eu pudesse concluir minha sina. Mas fiquei satisfeito quando notei que Tibúrcio teve sensibilidade e criatividade suficientes para dar um toque especial ao momento.

Nesta postagem vou descrever como desejava que acontecesse a cena.

-x-

O Bando estava cercado por todos os lados. Inimigos monstruosos e asseclas das mais diversas espécies pareciam estar esperando nosso ataque. A balbúrdia dificultava que organizássemos nossas forças, mal podia ouvir a mim mesmo. Ainda assim meus soldados fizeram um círculo defensivo em torno de mim, uma reação instintiva e condicionada pela experiência que já tinham dessas situações de conflito. Corleone, Diana, Prii, Klavan, Bass... estavam cada um por si.

Durante o primeiro minuto do confronto observei o campo de batalha e tentei, com pouco sucesso, coordenar as ações de heróis e seguidores. Não sou um combatente hábil; o melhor que podia fazer era alertar meus companheiros contra batedores e oportunistas, e ficar a postos para prestar auxílio médico e tático. Infelizmente apenas os policiais que me servem atuavam em uníssono comigo. Aos outros só podia orar aos deuses por sorte.

- Destrua o líder, e as tropas ficarão desmoralizadas e desorientadas.

Olhei ao redor, assustado. Não vi ninguém ao meu lado, mas sabia que havia alguém ali. A voz rouca e maliciosa soou a menos de dois metros, e pude sentir o fétido hálito da criatura, de algum ponto. Não tive tempo para raciocinar sobre o assunto: um golpe rápido me projetou contra a parede de uma construção e o impacto foi tão poderoso que a atravessei, fazendo um pequeno buraco na base do prédio.

- "DOUTOR BLAAAAACKKKKK!!!!" Gritaram os policiais, que não faziam a mínima ideia do que havia acontecido.

O golpe deslocou completamente meu braço direito e quebrou o esquerdo em três partes. Minha bacia, que foi a primeira parte a encontrar a parede de tijolos, parecia ter sido pulverizada. Perdi parcialmente a visão e os outros sentidos ficaram turvos. Meus nervos não funcionavam direito, pois não havia dor, apenas dormência e paralisia em todo o corpo. Havia pouco sangue a vista, pois a hemorragia era interna. Mesmo não vendo ou sentindo nada, eu sabia que havia sofrido traumatismo craniano.

- "Ainda vivo? Por pouco tempo." A mesma voz, ainda invisível, falou.

Seja por descuido, seja pelo desejo de se revelar à vítima, meu adversário deixou o manto de sombras que o tornava invisível. Era uma grande e musculoso lestrigão, embora mal pudesse reconhecê-lo devido a quase cegueira que me afligia, e também por jamais ter ouvido histórias sobre meio-gigantes capazes de se tornar invisíveis. Meu oponente se aproximava, parecia contar apenas com os próprios punhos como armas.

Chorei. Não pela dor ou sofrimento, mas pelo que o monstro me obrigaria a fazer. Roguei ao Destino que tivesse compaixão dos humanos que por tanto tempo zelei, contendo a evolução natural de meu poder divino. Rezei ao meu Pai, pedindo que me concedesse força suficiente para subjugar meu inimigo. Então permiti a liberação de todo meu poder.

A parca luz do aposento começou a convergir toda para mim. Minha pele, até então muito branca, adquiria lentamente uma aparência bronzeada, que refletia cada vez mais forte essa luz. De um modo macabro e assustador meus ferimentos começavam a cicatrizar sozinhos, os ossos se reajustavam, meus sentidos voltavam ao normal, e meus nervos gritavam de dor enquanto meu corpo se restabelecia. O brilho se tornou forte o suficiente para conter o avanço do monstro, que parecia incomodado com a luminosidade. Fiquei de pé e falei, com fúria vingativa:

- MONSTRO MALDITO! VOCÊ ME OBRIGOU A FAZER O QUE MAIS TEMIA. NÃO PODIA TOMBAR NESTE MOMENTO, NÃO TÃO PERTO. PARA SOBREVIVER, PRECISEI LIBERAR TODO O PODER QUE MANTIVE LATENTE, NÃO HÁ MAIS VOLTA. AGORA, DESTRUIÇÃO SE ABATERÁ SOBRE VOCÊ POR MINHAS PRÓPRIAS MÃOS...

Meus olhos ficaram totalmente dourados, e um cone de energia invisível foi emitido. Radiação ultravioleta envolveu o corpo do lestrigão, que imeditamente começou a explodir em pústulas cancerosas e severas queimaduras de terceiro grau. Seu corpo parecia lutar contra a doença degenerativa.

- POR MEU PAI, PELO OLIMPO, MORRA!

Em segundos, o enorme corpo jazia no chão pedregoso, frito pela energia radiativa.

Os policiais invadiram atrapalhadamente o prédio, avançando pela pequena abertura feita pelo corpo de Doc Black, e o assombro os dominou. O franzino e inofensivo garoto que seguiam já não se encontrava lá. Agora havia um belo e atlético rapaz, de pele bronzeada e porte rígido e imponente.

Com a voz triste, Doc Black suspirou:

- Não há mais volta.

En Taro Adun!

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Entrevista com Black

REVISTA SCION:USA
Caro sr. Black, posso chama-lo assim?, Qual o DEUS que o senhor acha mais inteligente e perspicaz do monte Olimpo? E qual DEUS nórdico o senhor gostaria de conhecer?

Sua jornada foi longa, qual o melhor momento dela?

Qual Scion o senhor levaria numa missão se o senhor puder escolher claro,kkkkk,?

Sobre seu namoro com a filha de Atena, como vai ficar?

Se vc tiver que escolher entre uma vida na Terra ou no Olimpo qual vc escolheria?

Qual o maior enigma que vc encontrou em suas aventuras?

-x-

Caro sr. Black - posso chamá-lo assim? - qual o DEUS que o senhor acha mais inteligente e perspicaz do Monte Olimpo?
- Esta é a forma que prefiro ser chamado, de fato. Não me incomoda a opção "Doc Black", caso prefira. Suponho que você espera que exalte a meu pai como superior nas qualidades que apontou, mas se nesta entrevista devo zelar sobretudo pela verdade, é claro que Mércurio é o Deus que devo citar. Que Minerva respeite minha singela opinião e reserve sua ira àqueles que merecem!

E qual DEUS nórdico o senhor gostaria de conhecer?
- Desse belicoso panteão, que dá primazia e incentivo à barbárie e violência em detrimento do inquestionável poder da estratégia e do intelecto voltados para a busca da paz e bem-estar da humanidade, humanidade esta a qual todos dependemos, reforce-se esta ideia, admito que prefiro distância. Contudo, surgisse tal oportunidade, gostaria de conhecer e parlamentar com Loki, o caótico e destrutivo deus das trapaças, o predestinado a provocar o apocalipse nórdico.

Sua jornada foi longa, qual o melhor momento dela?
- Se devo citar apenas um dos feitos que me orgulham em minha jornada, apontarei a criação da vacina contra o vírus Croatan num curtíssimo espaço de tempo. Em menos de 24 horas decifrei toda a cadeia vital do micróbio, desde sua constituição gênica à forma de contágio e tempo de incubação, e formulei com sucesso e em quantidade suficiente para conter por completo uma epidemia, o antígeno. Absolutamente gratificante.

Qual Scion o senhor levaria numa missão, se o senhor puder escolher, claro, kkkkk?
- Se minhas opções estiverem restritas ao Bando que mais frequentemente atua comigo, naturalmente minha escolha será o sr. Corleone, o Filho de Netuno. Dentre todos, apenas ele consegue compreender com maior clareza meus objetivos e devoções. Embora nem sempre ele consiga acompanhar minha agudeza intelectual, confio minha vida a ele.

Sobre seu namoro com a filha de Atena, como vai ficar?
- Hein? Namoro, você disse? Oh, sim, Thalia Grace... Embora a profecia seja um de meus dons, não faço ideia da informação que possui para criar este factoide. A senhorita Grace e eu possuímos apenas um forte laço de amizade nutrido essencialmente por nossa devoção ao conhecimento e à intelectualidade. Qualquer afirmação contrária a esta estará indo de encontro à verdade.

Ao menos por enquanto.

Se você tiver que escolher entre uma vida na Terra e uma no Olimpo qual você escolherá?
- Sem titubear e sem a mínima duvida no coração, asseguro que minha felicidade e satisfação estará em permanecer ao lado dos mortais por toda minha existência, zelando-os e protegendo-os como a um bom pastor. Tivesse eu o poder de dobrar o Destino para seguir esta trilha virtuosa, eu ousaria usá-lo, não importassem as consequências.

Qual o maior enigma que você encontrou em suas aventuras?
- Provavelmente o Enigma do Deus Uno, que por mais incrível e inaceitável que seja ainda não decifrei por completo. Sim, o fracasso mantém-se vigilante, acometendo-me de dúvidas quanto a minha capacidade e mostrando suas garras em todos os momentos que tento descansar um pouco a mente. Contudo, minha intuição aponta que o desafio não poderá ser solucionado apenas na teoria, matematicamente. Para vencê-lo precisarei fechar os pontos dúbios e aparentemente ilógicos pessoalmente, quando minhas buscas me conduzirem, guiado pelo Destino, aos ancestrais Centros de Poder desse Deus.

Não tema. Triunfarei!

Chuck Bass Scion of Hell



Charles Bartholomew Bass Junior, Chuck Bass para as mulheres, foi criado no círculo social mais elitizado de Manhattan. Ele é filho de Bartholomew Bass, um ex-militar e investidor bem sucedido da indústria de armas. Ele mora com sua família no Plaza Hotel no Upper East Side, e é conhecido por usar paletós com suas iniciais. Preguiçoso e vaidoso, seus únicos interesses são dinheiro e sexo, respectivamente nessa ordem.

O pai de Chuck nunca foi presente o suficiente para falar da mãe de Chuck, dizendo as vezes que ela havia morrido no parto, outras que ela simplesmente tinha ido embora. Tudo que Chuck sabe é que, aos quatro anos de idade, um sujeito alto e efeminado que se chamava de "Broder O Artista" apareceu dizendo que tinha de educar esta criança pra pagar uma antiga e amaldiçoada dívida.

Broder educou Chuck no mundo da sedução, sem nunca contar detalhes além de dizer que "tenho uma dívida com sua mãe fria e fora-de-moda, que ainda vai trazer o apocalypse". E assim, Chuck cresceu conhecendo mulheres, dinheiro e uma vaga profecia sobre o fim do mundo e um ofídeo ou minotauro (ou seria ofiotauro?), que ele carinhosamente apelidou de OfiOtário.

Vivendo com Broder, ele desenvolveu o que podia: Manipulação, Carisma e Aparência. A grande lenda de Chuck não vem de combates ou de grandes missões, mas de esquemas de sedução de nível épico. Mas a vida boa ia acabar.

Em um belo dia de verão, Chuck estava no palacete de campo que ele havia comprado com dinheiro roubado do pai. Chuck estava tranqüilo, procurando na internet agências de acompanhantes de luxo para levar pra uma festa. Chuck sentia um frio estranho, desligou o ar-condicionado e voltou pro site da agência de modelos e pra sua garrafa de whisky escocês 20 anos. O frio continuava, e havia um silêncio estranho, mas Chuck estava ocupado demais vendo um site com novas acompanhantes brasileiras. Escurecia, o que Chuck achou estranho, pois ainda eram 4 da tarde, mas o site estava deveras interessante. Foi nesse momento que alguém bateu a porta do quarto. Resmungando, Chuck gritou "Vão embora, não vou jantar hoje. Estou ocupado". A resposta foi uma batida incrivelmente forte na porta. Revoltado, Chuck andou até a porta e abriu.

Chuck passou 5 segundos boquiaberto com o que viu do outro lado da porta, e teria passado mais. O que o tirou do transe foi que o zumbi de dois metros de altura do outro lado da porta urrou e avançou sobre ele.

Chuck precisou de toda sua coragem e velocidade pra esquivar dos braços fortes do zumbi, que tentava lhe aplicar um abraço de urso. Por puro instinto e sorte, Chuck deu um passo pra trás no exato momento do abraço do zumbi. Quando o zumbi deu um salto pra frente, Chuck rolou por baixo do zumbi gigante pra fora do quarto, e viu a sua empregada peituda particular importada da Suécia. Ela olhou de volta pra Chuck, e este percebeu um brilho estranho nos olhos dela, estando visivelmente possuída. A única coisa que Chuck conseguiu dizer foi "o elfo maldito nunca me preparou pra isso", e depois correu escada abaixo pensando em procurar os seguranças da mansão.

Havia uma névoa fria no ar que dificultava a visão, e Chuck rolou escada abaixo, caindo aos pés do que parecia ser a sua outra empregada sueca peituda. E os olhos dela tinham o mesmo brilho vermelho da outra empregada. Olhando ao redor, Chuck percebeu todos os 15 empregados da casa reunidos no hall de entrada. Todos com o mesmo brilho maligno no olhar.
Não houve tempo para pensar - o zumbi gigante estava no topo da escada, e havia visto Chuck.

Chuck tentou correr até a porta, mas os empregados lhe atacavam impedindo que ele chegasse lá. Enquanto isso, o zumbi gigante descia lentamente as escadas, como que apreciando o medo que Chuck sentia. Ao tentar correr para a cozinha, novamente Chuck foi impedido. Ele observou suas, opções, e percebeu que havia uma porta que os empregados evitavam - a porta do escritório, que estava entreaberta. Chuck correu desesperadamente para dentro do escritório.

O escritório estava vazio, Chuck fechou a porta e manteve os olhos grudados na porta. O lugar parecia mais frio que o resto da casa, mas não estava enevoado. Chuck sentia um medo completamente irracional de tirar os olhos da porta - algo dizia que a morte estava ali. Ele ouviu do outro lado da porta a mesma batida que ouvira no seu quarto, e viu que precisava procurar uma arma.

Ao virar de costas, ele viu sobre a mesa um elmo. O elmo tinha metade de um belo rosto feminino, e na outra metade um rosto de um cadáver em decomposição. Ao mesmo tempo que sabia que podia usar o elmo, Chuck precisava reunir toda sua força de vontade apenas para olhar para o lado deformado. Ele se aproximou, fechou os olhos, e vestiu o elmo de uma só vez. Ele ouviu atrás de si a porta ser derrubada, e virou-se para encarar a pequena multidão de empregados possuídos e o zumbi gigante ao centro.

Ao encarar os empregados, havia agora um desejo de matar em Chuck, e a confiança de que ele podia tomar o controle daquela situação. Ele ficou de frente e urrou "Quietos, recrutas!". Os empregados olharam para o elmo e se encolheram, lentamente caminhando para trás. Apenas o grande zumbi continuava determinado, e agora Chuck o reconhecia - era o segurança-chefe da família, mas muito transformado. Ele parecia estar em decomposição, mas ao contrário dos zumbis do filmes, ainda parecia ter um pouco de inteligência.

Chuck precisava de uma arma, mas a única que ele lembrava ter visto era uma foice dourada que o pai mantinha como enfeite em cima da porta do escritório, num lugar que ele normalmente não alcançaria. Mas agora a situação era diferente. Chuck correu em direção ao zumbi, e este saltou para frente na direção de Chuck. Apoiou um pé numa poltrona, o outro no ombro do zumbi e saltou em direção da porta. Com uma mão ele alcançou a foice, e com a outra se pendurou na porta, amortecendo a queda. Por puro instinto, Chuck arremessou a foice no zumbi, que havia caído no chão. O zumbi foi atingido no meio das costas, mas sequer ficou mais lento.

Chuck recuou para fora do escritório, e percebeu que os empregados lhe olhavam com medo. Instintivamente, olhou para o zumbi que se levantava e gritou uma palavra aparentemente sem sentido. De alguma forma, Chuck sabia que aquela palavra significava "retorne", e a foi voou de volta a sua mão. Chuck percebeu runas na foice, e instintivamente sabia que elas significavam "Ceifadora". A foice reluzia e parecia ser uma obra de arte, mas não era o suficiente para parar o grande zumbi que agora estava de pé e de frente para Chuck. Chuck respirou fundo e resolveu recuar, pois precisava de um plano. Deu as costas para o zumbi e desafiadoramente começou a caminhar.

Quando ouviu o zumbi avançando atrás de si, correu em direção as escadas. Ouvia os passos largos do cadáver faminto atrás de si, e quando percebeu que o zumbi ia dar o bote final, saltou para o lado e mudou a direção da corrida para a cozinha. O zumbi, que havia saltado para alcançar Chuck, não desviou a tempo e caiu de cara na escada.

Chuck entrou na cozinha e fechou a porta atrás de si. A cozinha era enorme, suficiente para abastecer um pequeno pelotão do exército. Chuck lembrou-se do armário embaixo de um balcão, onde certa vez havia se escondido para assustar a cozinheira-chefe irritante, e entrou no mesmo local.

O gigante derrubou a porta da cozinha como se não fosse nada, e estraçalhou tudo em seu caminho procurando Chuck. Chuck observava o zumbi de dentro do armário, e percebeu um ponto fraco - alguma das quedas havia deixado uma parte dos ossos da nuca do zumbi expostos. Era ali que Chuck precisava acertar. Chuck arremessou uma panela do outro lado da cozinha, fazendo o gigante virar de costas, respirou fundo e silenciosamente saiu do armário. Cada segundo parecia uma eternidade, mas enquanto mirava Chuck sentia a foice se assentando e se ajustando em sua mão. Quando percebeu que o gigante o percebera, fechou os olhos, expirou e arremessou a foice.

Ouviu o barulho do gigante derrubando as panelas, mas estava calmo. Ouviu um grande baque, inspirou e abriu os olhos. O zumbi estava morto no meio da cozinha, com a foice fundo na nuca.

Chuck coletou a foice e dirigiu-se para o Hall. Ao chegar lá viu uma mulher, cujo rosto combinava com seu elmo. A mulher olhava para ele com desdém. Chuck se limitou a dizer: "Olá, mamãe."

A mulher respondeu: "Sou Hel, soberana do submundo. E você é meu filho, escolhido para preparar o meu retorno ao mundo da superfície. Este foi seu teste, e você passou."
Chuck pensou em dizer algo, mas não havia o que dizer. Era tudo muito chocante.

A mulher continuou: "Sua missão começa em um acampamento para outros semideuses jovens. Mas lembre-se sempre que você não é como eles, você é um soberano. Coloque-os no seu lugar e sua missão virá até você. O elmo e a foice são suas heranças, mas não serão suficientes para manter você vivo."

A mulher então se dirigiu aos empregados, que estavam amontoados em um canto, tremendo de medo e de frio. Ela acariciou um deles, e o empregado virou um punhado de pó que ela coletou em uma algibeira. Fez o mesmo com todos os empregados. Após terminar, ela virou para Chuck e disse: "Tome esta algibeira e a mantenha sempre cheia de terra de cemitérios. Desta forma, nunca estará sem buchas-de-canhão."

Chuck pegou a algibeira e então percebeu que Hel viravá pó. Um vento gélido espalhou o pó pela casa, e Chuck viu que não estava mais escuro, frio ou enevoado. A casa estava semi-destruída, mas não havia sinais dos empregados ou o do zumbi/gigante/chefe da segurança, apenas Chuck, com seu elmo, a Ceifadora e sua algibeira.

A única coisa que Chuck podia pensar era: "Broder tem muitas explicações pra dar sobre o que aconteceu aqui esta tarde."

FIM

Diana Filha de Artemis

Diana Prince


Diana é filha e única herdeira de Hippolyta Prince, uma das mais ricas e influentes empresárias da indústria bélica americana. Hippolyta é conhecida na mídia como uma grande ativista dos direitos GLBT e uma Lésbica assumida, já tendo se envolvido com muitas mulheres famosas e influentes. Foi uma grande surpresa quando Hippolyta apareceu grávida e teve uma filha, mas nunca mencionou quem era o pai.


O que a mídia e a maioria das pessoas não sabe é que Hippolyta é uma amazona e seguidora devota da deusa Artemis, ela passou uma noite com Apolo como parte de um arco entre o deus e sua irmã, Apolo geraria uma filha em uma amazona e depois renegaria essa filha para que Artemis a adotasse, assim nasceu Diana.


Diana recebeu a melhor educação que o dinheiro podia pagar, mas nunca frequentou um colégio com outras crianças e adolescentes, suas aulas eram em casa com professoras particulares, sob o vigilante olhar de Hippolyta. Suas únicas amigas eram amazonas da sua idade, filhas das companheiras e aliadas de Hippolyta. Ela cresceu aprendendo a desprezar os homens e encará-los como um mal necessário para a reprodução da espécie.


No dia do seu aniversário de 15 anos, Diana recebeu a visita de Artemis e teve sua herança divina despertada, sua mãe adotiva lhe explicou sobre os deuses, os titãs e sua missão como scion, mas Diana não sentiu qualquer tipo de afeto pela deusa ou obrigação para com sua causa, ela se sentiu traída e manipulada, toda a sua vida foi planejada e determinada sem que ela tivesse o direito de tomar suas próprias decisões.


Mas ela não contestou os planos de Artemis e nem renegou sua herança, em parte por medo da reação da deusa, mas principalmente porque ela gostou da ideia de ter dons sobrehumanos e não estava disposta a abdicar deles.


Mas Diana decidiu que não seria um mera serva dos deuses do Olimpo, como sua mãe biológica, ela lutaria na guerra contra os titãs, acumularia poder e experiência e quando a hora certa chegasse, ela se vingaria de Hippolyta e Artemis por terem-na tratado como se fosse um animal de corrida ou reprodução.


No ano que se seguiu, Diana viajou pelo mundo a mando de Hippolyta, ela conheceu várias outras amazonas de descendência grega, mas também conheceu e treinou com amazonas nórdicas e africanas. Quando retornou aos EUA ela foi informada que sua educação continuaria numa escola voltada para filhos de deuses.


domingo, 22 de agosto de 2010

Ragnar, uma imagem de referencia.



















Bem gente, já que muitos me falaram que "não conhecem" o Ragnar, segue uma imagem que talvez ajude.

Essa imagem é do Abel de SFIV, Ragnar é igual, porem em vez de kimono usa camisa Hering e calça jeans com tenis allstar.

reparem no detalhe da luva que é igual a que ragnar usa, com a diferença que a de Ragnar é de ouro e magica ;).

Espero que tenha ajudado a visualizar melhor Ragnar para os que ainda não tem um referencial.

Aqui é Ragnar em sua postura de combate!



Diana

Uma imagem de como seria Diana, a diferença é que a personagem tem 16 anos e aparenta isso, mas a ideia geral é essa.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010



oi gente como foi pedido por angelo ai esta a ficha que ele pediu.
abraços
ps: fiz os ajustes que Diogo falou, achei que podia de início colocar virtude 4, mais blz, tá ai as alterações.


Abaixo segue a foto do Axe

Lembrando da Imagem de Jack como esta no blog
Las Cronicas del Jack Lancaster\

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Personagem que gostaria de usar em Scion - por Pele-de-Escama

Saudações cordiais, camaradas.

Para servir de exemplo e estímulo, apresento-lhes o personagem que gostaria de usar em Scion. Analisando-o vocês me conhecerão um pouco mais, pois ele é um reflexo do tipo de jogador que sou. Naturalmente, muitas vezes construímos personagens que se adaptem ao cenário e ao estilo de jogo do mestre, mas a criação abaixo considera que seja possível colocar isso de lado e jogar da forma que, acredito, mais me divertiria.

A quem quiser participar de minha proposta, espero que a ficha abaixo não influencie suas escolhas. Tentem ser o mais fiel possível às suas próprias aspirações de personagem empolgante e divertido.

Name: -
Heroic alias: -
Player: Angelo
Cronic: -
Calling: Professional Adventurer
Nature: Architect
Pantheon: Pesedjet (Egyptian)
God: Bastet (aka Bast)
Legend/ Legend Points: 2/ 4
Associated Powers: Epic Charisma, Epic Dexterity, Epic Perception, Epic Wits, Animal (Cat), Heku, Moon, Prophecy, Sun, Magic
Favored Abilities: Athletics, Awareness, Brawl, Larceny, Stealth, Survival
Rival Gods: Isis (Egyptian); Frigg (Norse); Hera (Greek); Ogoun (Voodoo); Raiden (Japanese); Tlazolteótl (Aztec)

ATTRIBUTES (8/6/4)
Physical: Strength 3, Dexterity* 3, Stamina 3
Epic Attributes: Strength 1, Dexterity 1, Stamina 1
Knacks:
- Holy Bound
- Escape Artist
- Holy Fortitude

Social: Charisma* 3, Manipulation 2, Appearance 2
Epic Attributes: Charisma 1, Manipulation 1, Appearance 1
Knacks:
- Boys Will Be Boys
- Blurt It Out
- Doin’ Fine

Mental: Perception* 4, Intelligence 4, Wits* 3
Epic Attributes: Perception 1, Intelligence 1, Wits 1
Knacks:
- Refined Palate
- Know-It-All
- Instant Investigator
- Monkey in the Middle
(*) Attributes considerados Associated Powers

ABILITIES (30)
Academics 1, Animal ken 1, Art (sculpt) 1, Athletics* 3, Awareness* 3, Brawl* 3, Command 1, Control (car) 1, Craft (restorer) 1, Empathy 1, Fortitude 1, Integrity 1, Investigation 1, Larceny* 3, Marksmanship 1, Medicine 1, Melee 1, Occult 1, Politics 1, Presence 1, Science (Biochemistry) 1, Stealth* 3, Survival* 3, Thrown 1
(*) Abilities consideradas Favored of divine parent

BIRTHRIGHTS (5)
Creature 3 (Serpopard)
Followers 1 (Generic Mortal)
Guide 2 (Generic Mortal)
Relic 1 (Compass) - Access Special Purview (Magic)

BOONS (10 – incluindo a compra dos atributos épicos)
Epic Appearance 1, Epic Charisma 1, Epic Dexterity 1, Epic Intelligence 1, Epic Manipulation 1, Epic Perception 1, Epic Stamina 1, Epic Strength 1, Epic Wits 1, Magic 1 (Ariadne’s Thread)

VIRTUES (5)
Conviction 2, Harmony 2, Piety 2, Intellect* 3

WILLPOWER 7

MOVEMENT
3 (move), 9 (dash)
14/28 (jump vertical/ horizontal)

COMBAT
Dodge DV: 5
Parry DV: 5 (unarmed light) or 3 (unarmed heavy)
Join Battle: 6+1

SOAK Bashing 4/ Lethal 3/ Aggravated 1

HEALTH: 0/0/0/-2/-2/-4/ I

Bonus Point (15) spent
4 for Willpower +2
3 for Knack Monkey in the Middle
1 for Birthright lv 1
1 for Birthright lv 1
1 for Athletics +1
1 for Awareness +1
1 for Brawl +1
1 for Larceny +1
1 for Stealth +1
1 for Survival +1

En Taro Adun!

sábado, 14 de agosto de 2010

Os Caminhos

Oi gente segue algumas fotos dos lugares aos quais vc's terão que passar:

Planícies
Terra do Deus UNO
Castelo de Lava

Floresta Tortuosa

Boa jornada para todos....

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

A Reflexão do Olhar

A Reflexão do Olhar. Considero este um dos nomes de magia mais legais da época do AD&D 2ª edição. Entitulei esta postagem assim mais como uma homenagem, pois há pouca relação com o assunto que quero abordar.

Camaradas, sei que estamos todos atarefados, com pouco tempo para atender a demanda de tudo aquilo que precisamos ou desejamos. Também sei que o grupo aos poucos está se fragmentando, pelos mais diversos motivos. Por isso o que quero pedir a vocês é apenas opcional, não se sintam na obrigação de realizar.

Pretendo conhecê-los melhor, na verdade diria confirmar minhas impressões. Não se trata de xeretar, mas de verificar minha percepção. Leiam com atenção e colaborem se quiserem.

COM QUE PERSONAGEM DE SCION VOCÊ SENTIRIA VERDADEIRA SATISFAÇÃO DE JOGAR? AQUELE PERSONAGEM DOS SONHOS, QUE VOCÊ SEMPRE QUIS UMA OPORTUNIDADE DE USAR?

Crie este personagem seguindo estritamente as regras de construção vistas em Scion: Hero. Gostaria que esta informação já fosse suficiente, mas como sei que vocês perguntariam de qualquer forma, adiantarei. Isso significa que:

- Attributes podem ter valor inicial de 5 dots sem gastar pontos de bônus;
- Virtues podem ser diferentes das originalmente oferecidas pelo Panteão;
- Knacks listados em Scion: Demigod, Scion: God, Scion: Companion e Scion: Ragnarök que não possuem pré-requisitos podem ser escolhidos;
- Quaisquer parâmetros sugeridos para construção de Relics mostrados na página 152 de Scion: Companion podem ser utilizados (incluindo os que somam Lenda às rolagens)

En Taro Adun!

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Prefeitura de São Paulo lança edital que inclui projetos culturais envolvendo Mestres de RPG remunerados

Como aconteceu com o rádio, a televisão, o videogame e a fita adesiva dupla face, o RPG enquanto podia ser chamado de “novidade” foi demonizado e decretado como a mais nova fonte da inevitável corrupção absoluta de nossas criançinhas. Então o jogo foi deixando de ser novidade e todos viram que ele não iria dizimar a civilização. O RPG deixava de ser um “culto” e passava a ser apenas “cultura”! E quem tem medo de cultura, hein?
O governo é que não tem! Quem for fuçar no site da prefeitura de São Paulo descobrirá, na área dedicada ao sistema de biblitoecas, um edital delineando os parâmetros para a inscrição de interessados em desenvolver projetos culturais nas bibliotecas públicas de São Paulo. A grande notícia é que o RPG aparece como um tipo válido de projeto! E não falo aqui da existência de uma chance para enfiar uma aventurazinha para algumas crianças, de leve, em um evento dedicado a “contar histórias”, justificando tudo com o uso inteligente da palavra “interatividade”. O Edital fala em RPG mesmo, dividindo a atividade, inclusive, entre jogos de mesa e live actionE os narradores seriam remunerados!

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