Buenas!!!
Galera, me ausentei essa tarde pois tive um longo e árduo trabalho. Venho informar que após 7 longas horas de trabalho duro, nasceu meu pequeno "Frank".
Feito com restos de materiais, com quase tudo acabando e aquela espectativa: "será que vai dar????", finalmente terminei e após analizar minha obra fiquei satisfeito, mesmo com alguns falhas na criação.
Domingo lhes aprentarei o meu querido "Frank"....
Até lá!!!
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Saudades do Barão de Münchausen

Venho aqui colocar um post em homenagem à um amigo de quem sempre lembro no carnaval (vinho e mulheres, sempre me lembram ele): O Barão de Münchausen, falecido em 1797. Conheci ele num bar na França, e simpatizei com o sujeito de cara, pois ele concordava comigo que todo francês ou era um paneleiro rude ou um rude paneleiro. Desde que joguei pela primeira vez o jogo do Barão, uma década atrás quando ainda não havia sido traduzido para línguas bárbaras dos trópicos, sempre que sinto cheiro de vinho lembro-me dessas coisas e da bela Rosalva... Ah, Rosalva.
Mas digresso. O objetivo da presente missiva é apresentar o belíssimo jogo criado pelo Barão por solicitação de um editor bretão (e por conseguinte alcoólatra) por volta de 1800 (ainda me assombra a quantidade de obras escritas postumamente pelo Barão), mas que apenas agora veio parar em minhas mãos através de uma editora mixuruca chamada Devir, possivelmente gerida por franceses.Autores modernos classificam este jogo como RPG sem Dados, mas eu sempre aceitarei que é um jogo para cavalheiros de alta estirpe (com no mínimo um título de Sir vindo de uma coroa que não seja a britânica, eles concedem títulos a qualquer renegado francês) em noites chuvosas e entediantes, onde o vinho é morno e as raparigas frias. Apresento aqui uma variação testada por mim em momentos de tédio acadêmico.
No início do jogo, os cavalheiros se sentam em círculo, cada qual com uma bolsa de moedas de igual valor. Então o cavalheiro menos educado da mesa, possivelmente o último a se inserir no brinde de abertura, desafia o homem a sua direita: "Conte-nos, diletíssimo Conde de Potocasshussets, sobre aquela vez que enfrestastes todo o exército de alcoolátras irlandeses armado apenas com um chapéu, apenas para entregar a filha do Duque o desenho de uma girafa que ela tanto queria".O ilustre Conde de Potocasshussets pode agora tem duas opções - recusar a contar a história, e retucar com um belíssimo "Estás ébrio, Arquiduque da Elfolândia, esta história se passava na África Setentrional e foi protagonizada pelo Conde de Montesquideu!", pagando então uma moeda ao cavalheiro que lhe sugeriu a história - ou aceitar e iniciar a narrativa. Ele será, até sua história acabar, chamado de narrador.
Gaguejar e hesitar não são opções. Pensar demais só provará que o jogador é um covarde mentiroso, e caso isso aconteça ele deve fornecer todas as suas moedas ao que lhe sugeriu a história e depois se retirar em desgraça, possivelmente se mudando para o sul da França onde vivem os outros sem estirpe.A narrativa deve ser curta e envolvente, durando no máximo 3 ciclos do ponteiro dos segundos. A qualquer momento, um outro jogador pode colocar uma moeda a frente e solicitar a interrupção da história. Caso mais da metade dos jogadores fizer isso, o narrador deve parar a história, e os jogadores que adiantaram suas moedas as recebem de volta. Caso menos da metade o faça, o narrador embolsa as moedas ao fim da história.
A qualquer momento um jogador pode realizar uma interrupção na história de outro, por exemplo: "Mas Sir Hackalot, a imperatriz do Canadá jamais aceitaria ornintorrincos como suborno - o cachorro dela foi devorado por ornintorrincos quando ela era criança!". Para realizar uma interrupção, basta adiantar uma moeda e interromper, quanto mais repentino melhor. Novamente, o narrador tem duas opções e uma saída vergonhosa.
O narrador pode aceitar a interrupção e receber a moeda ou recusar e validar sua recusa: "Tolo! Após semanas tórridas de amor sobre camas de couro de ornintorrinco numa praia do Japão, claro que a imperatriz havia superado seu medo! Quando voltamos ao Canadá em nossos cavalos a vapor, ela estava amorosamente inclinada a aceitar os ornintorrincos como suborno". O narrador então recusa a moeda e ainda fornece outra como validação. O cavalheiro que interrompeu pode então retrucar (fornecendo outra moeda) e o narrador pode-se recusar enquanto ambos tiverem moedas.Se a disputa de interrupções e recusa perdurar muito ou algum deles ficar sem moedas, os dois podem partir para um duelo, e pelo Dragão de Tyr, eles devem partir para o duelo. O caro Barão recomenda duelos de espada ao primeiro raio do sol, eu prefiro disputas de Jiu-Jitsu sobre paralelepípedos, mas na falta de paralelepípedos, machados ou se faltarem muitas horas até o primeiro raio de sol, pode-se improvisar com pedra papel e tesoura. Mas não deixe as mulheres saberem, senão cairás em desgraça e terás de fugir para Irlanda (ou França) e viver como um rude efeminado (ou efeminado rude).
Após todos terem contado suas histórias, cada jogador que ainda tem moedas em sua bolsa oferece sua bolsa a história que considera a melhor (um cavalheiro não pode considerar a própria história a melhor, é claro - apenas orientais pagãos fazem isso), e ao fim das ofertas, o jogador com a melhor história vence.
As regras são estas, mas eu sempre preferi acrescentar: "E o vencedor deve usar as moedas que ganhou para reabastecer os copos de vinho".
Ces't Finite, Mon Ami.
PS - Idéias para histórias:
1 - Como vós e três coelhinhos felpudos fizeram um cerco de três meses à Constantinopla.
2 - Como o nobre Barão descobriu por acidente a nascente do Rio Nilo.
3 - Como foste fundamental na fuga da princesa Diana para a Arábia.
4 - A viagem que o Colosso de Rhodes fez a pé apenas para congratulá-lo após a bem-sucedida invasão da China.
PS2 - Insultar bárbaros e efeminados (como os franceses) conta pontos em qualquer história. Para fins de discussão, qualquer um que não esteja na mesa é um bárbaro ou efeminado, possivelmente ambos.
PS3 - Lacrimejo de emoção ao lembrar do dia em que eu e o Barão derrotamos um ouriço atroz virando-o pelo avesso!
Confirmado o Jogo nesse domingo (1/03)
E aí galera, vamo confirmar o jogo nesse domingo lá no paço. Voto que seja as 13h
Eu estarei lá nesse horário. Quem mais confirma?
Eu estarei lá nesse horário. Quem mais confirma?
domingo, 22 de fevereiro de 2009
Breve História do Dungeons & Dragons, Parte 1
Como jogador da primeira edição (jogo desde os 8 anos de idade com a caixa da Grow, o único tão idoso assim que conheço é Hugo), vou tentar lembrar a evolução desse jogo mara que todo mundo ama ou odeia, mas até quem nunca jogou RPG (ou Wargame) conhece. E o que eu esquecer a Wikipedia lembra.
Era uma vez um ano de 1974, e três tiozinhos (incluindo Tio Gigax e Tio Arneson) jogavam Chainmail, um jogo de estratégia da Lake Geneva Tactical Studies Association. Quando um dos três fica com apenas um soldado tentando invadir um castelo, após todas as defesas terem sido derrubadas, e o soldado podia entrar por uma brecha nas muralhas se a regra da casa não ditasse que havia sido uma derrota do exército atacante. Ninguém lembra quem era o mau perdedor, mas o fato é que o sujeito gritou revoltado: "Meu soldado encontrou uma passagem pelo esgoto/poço/whatever e invadiu o castelo!". Todo mundo achou estranho, mas decidiram continuar depois com a odisséia daquele único soldado no poço/esgoto/whatever.Surge aí o D&D, adaptação do Chainmail onde cada jogador controla um só elemento e não um exército inteiro, com Tio Dave mestrando. Há também cada vez mais interesse em detalhar cenários e coisas do gênero, e surge Blackmoor, cenário que vai vir a fazer parte de Mystara. As campanhas em Blackmoor vão amadurecer a idéia que um ano depois vai vir a se tornar o Dungeons and Dragons da famosa Tactical Studies Rules, Inc. A versão lançada comercialmente, versão simplificada da usada por Arneson, é de autoria do Gygax, e se chamava "The Fantasy Game".

Em 1977, Gygax estende as regras para incluir todas as situações que já haviam surgido nas campanhas existentes e lança o AD&D, conjunto de regras avançadas. Controvérsias surgem entre o atual editor do D&D e Gygax, que decide tornar o AD&D um jogo por si só, marcando o nascimento do jogo de RPG mais louco da história da humanidade. Nunca se tinha certeza se 20 no dado era bom ou era ruim.
Ao contrário do que muita gente pensa, AD&D não substituiu o D&D. Os dois são jogos independentes e ligeiramente incompatíveis (as fichas de monstro são quase iguais, mas vai converter personagem além do quinto nível de um pra outro) desde 1978, de acordo com a Wikipédia e meia dúzia de artigos da Dragon e da Dungeon (em inglês, tenho da 1 até a 14 - morram de inveja).
Ficamos então com D&D, jogo de estratégia ultra-simplificado (já ouvi imbecilizado, mas prefiro dizer que era Chainmail for Dummies) e com cenários mínimos, e AD&D do outro lado, com cenários mais detalhados e regras ultra-confusas pra compensar. Mas o melhor ainda está por vir - a edição revisada do D&D de 1981 (acredito que versão da Grow era tradução do D&D 1981) trazia regras ainda mais completas (e complexas), que cobriam situações que o AD&D não cobria, deixando Tio Gygax possesso.Nos próximos oito anos Gygax vai arregimentar colaboradores e inovar em diversos aspectos. Ele vai sair do Fantasia Medieval CTRL+C CTRL+V de Robert E. Howard (autor de Conan) e Tolkien para criar/divulgar cenários como Dark Sun, Ravenloft e Spelljammer (Star Trek medieval!), incluir elementos de mitologia clássica, e ser acusado de adorar o demo.
Graças a americanos paranóicos (desculpem o pleonasmo) e desocupados, a segunda edição revisada do AD&D vai excluir anjos, demônios, diabos, personagens malignos, meio-orcs, mulheres peitudas e tudo aquilo que podia fazer ele ser um pouco adulto. Pra compensar surgem baatezus, tanar'ri e devas, fonte das idéias do cenário Planescape, onde viagens astrais são coisas do dia-a-dia e informação vale mais que qualquer item mágico. Ao mesmo tempo que o jogo ficou mais infantil, cenários mais abertos para roleplay surgiram graças a "censura" auto-imposta. Aqui o AD&D começa a ficar interessante como RPG e largar de vez a abordagem de Chainmail for Dummies. Mas a tranformação em um RPG só vai se completar na edição 3.X.
To be discontinued...
(trechos do Dark Dungeon, quadrinhos cláaaassicos, pra terminar)



sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Dizem que uma imagem vale mais que mil palavras...
D&D Canavalesco

Temos que definir o horário da sessão, lembro de alguém (mas não lembro quem) ter sugerido começarmos de manhã e irmos até o final da tarde, pra mim parece ótimo!
Eu sugiro começarmos de 10h (11h no máximo) e irmos até 17h (18h no máximo), assim dá pro povo voltar pra casa com relativa tranqüilidade, ou ir pra folia se assim preferirem.
Comentem se concordam, se discordam, sugiram outros horários se esses não forem bons para vocês.
Outra coisa, temos certos até agora 2 jogadores, Diogo (Defender) e Lucas (Striker), Tiburço disse que queria jogar, mas até agora não se manifestou por aqui, precisamos então de mais 2 ou 3 jogadores para cobrir os papéis de Leader e Controller e se possível acrescentar um segundo Defender, caso sejam apenas 3 jogadores eu crio um 4º PJ para completar o grupo e vocês se revezam controlando ele.
P.S.: Nem quero imaginar onde o cavaleiro pretende enfiar a lança (supondo que o Beholder tenha).
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Personagens de RPG, Parte 1 - D&D em 2006
Eu tava indo domir (acordo as 6 amanhã, e dormir pra mim significa atividades domésticas e depois dormir) quando vi que Renato tb postou os personagens com os quais ele já jogou. Fiquei com inveja, e adiei o post sobre história do AD&D que tinha pronto.
Vou tentar listar meus PCs de D&D/AD&D/D&D3.X, mas sem chance de lembrar de todos. Jogo desde os 9 anos de idade.
Groo.
Copiei descaradamente o nome do Sérgio Aragonés. Um monge meio-orc em Forgotten Realms. Ele vivia em algum daqueles lugares perto de Cormyr, era um ex-escravo de Thay que entrou pro mosteiro pensando que era uma escola de magia (ele tinha Inteligência 5 e queria ser igual ao mestre dele em Thay, pombas). Devido as brincadeiras do filho do seu antigo dono, Groo realmente achava que era mago e fazia uns truques toscos com cartas e sua única graduação em prestidigitação. O background de Groo, da captura dele dentro do clá bárbaro até a chegada nas terra civilizadas tinha sido muito bem descrito.No quesito combo, foi o primeiro personagem de 3.5 que eu fiz. O que eu pensava que era combo me atrapalhou muito mais que ajudou, e foi quando descobri que Sab 14 pra um monge é pouco. E esse era meu segundo atributo mais alto (fora a força 18), foi rolando dados.
Groo faleceu por livre e espontânea apelação do mestre, que não suportava a idéia de monges ou meio-orcs como jogadores, quanto mais de um monge meio-orc em Cormyr. A missão era investigar uma torre, uma bruxa/feiticeira local tinha sido sequestrada e havia algumas pistas (que ninguém além de mim entendeu) de que havia um conchavo entre a ordem dessa bruxa e os magos de Thay para abrir uma rota comercial com o Underdark (que no final não mostrou-se tão perigosa assim).
Bem, uma vez dentro da torre-sede da conspiração, meu personagem fuçava tudo que parecia mágico (ele se achava um mago), tudo que Groo pegava tinha runas explosivas conjuradas por um mago de nível 20, e o dito cujo faleceu antes mesmo de sair da primeira sala. Eu estilei com o mestre e ele estilou com Groo, mas a vingança tarda mas não falha.
Grau.
Grau nunca teve background detalhado nem foi muito combeado. Eu planejava fazer ele virar multiclasse mago, mas todo mundo no grupo tinha convulsões quando eu falava nisso (o mestre, em particular, ainda fica roxo quando houve esse nome). Grau terminou sendo sequestrado por Kobolds (ele se deixou capturar pra escapar da horda de Orcs Bárbaros), vendido como escravo aos drow e (devido à uma falha crítica num teste de carisma) mantido como escravo por um ano, sem conseguir aprender magia. De detalhes além desses, tudo que lembro é que o teste de resistência mais baixo dele, no segundo nível, era +7.
O paladino cujo nome não lembro.
Esse foi do grupo modelo (que já mencionei num comentário abaixo). Lembrei agora - o nome era Lap Adino. O grupo clássico de Bruno (onde teve Groo e Grau) ficou famoso por, na campanha final antes de todo mundo começar a trabalhar e parar de jogar, seus combos insanos e trapaças na hora de montar a ficha, e o paladino era carinhosamente chamado de Lapadino, por seu talento com lapadas. No grupo modelo, onde o único remanescente era eu, o mestre se vingou.Os personagens foram feitos rolando 3d6, e eu corajosamente aceitei o posto de escudo de carne do grupo antes de olhar pros dados. O resultado mais alto foi 13. Basta dizer isso. Rolei dados pro equipamento. O resultado foi tão baixo que tive de trapacear pra conseguir uma armadura acolchoada, espada longa e arco curto. Megahedron - a Divindade Máxima dos Dados - ainda estava revoltado por eu ter deixado de jogar com Grau, essa é a única explicação pra esses resultados.
Lap era um ex-mercenário que escolhia muito bem seus trabalhos, sempre apoiado por um velho amigo (um guerreiro) de tendência leal e boa. Assim que se considerou apto a tentar missões solo, Lap escolheu o caminho da Paladinagem e foi dar tapa em orc. Brincadeiras a parte, essa aventura longa com Lap foi 90% intepretação e Lap era o paladino certinho ao extremo (pela minha interpretação do conceito), e o backgorund foi contado pelo mestre para se adaptar à uma ordem lá do cenário que ele queria inserir na aventura.
Algumas cenas interessantes foi o acesso de raiva dele (o único momento que ele demonstrou emoções) quando o amigo dele morreu afogado (jogar com Bruno é assim - morte heróica é quando não é por diarréia), e quando ele abriu uma porta usando poder da fé (não pergunte como - eu e o mestre estávamos bêbados).
E isso finaliza meus personagens de D&D no ano de 2006. Não lembro de grande coisa antes ou depois disso, esses marcaram não pelo personagem em si mas pelas campanhas altamente detalhistas onde eles estavam.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Elementos do Cenário, Parte 2
Ok, com a mudança de personagens, reiniciamos a campanha num novo país. Eu queria apresentar esse país como sendo algo "estrangeiro e alienígena", mas por motivos de força maior (eu planejei uma sessão de Hack and Slash inicial só pra esquentar, e no fim tivemos uma sessão de Interpretação, uma sessão de Dungeon Slapstick - não foi Dungeon Crawling - e uma sessão de Pele-de-Escama discutindo com meus NPCs e eu tentando não matar todo mundo).
O resultado foi que em nenhum momento descrevi a porcaria e, como Renato e Diogo já evidenciaram na antiga campanha onde o Anão Guerreiro e o Gnomo Ranger foram comidos por um Carniçal XGG com progressão, conhecer o cenário nas minhas sessões pode vir a ser útil. E dane-se quem acha que D&D é só porrada.
Drachma domina todo o norte do continente, cujo nome varia de lugar para lugar, e portanto chamaremos apenas de "Aquele Grande Continente à Oeste", indo das estepes (um tipo de semi-deserto gelado) do extremo oeste até as florestas do extremo leste. No quesito geografia física, praticamente todo o norte já foi mapeado - e não tem nada muito interessante, apenas montanhas e gelo, equanto ao sul fica a cordilheira de Grosch, que separa o continente em dois e impede a guerra com o rival declarado de uma centena de anos, Amestris. No oeste estepes onde a maioria das raças não-humanas de Drachma - exceto os elfos - vive, no centro leste florestas onde os elfos vivem, e no extremo leste StormPort (vide abaixo) e algumas cidades-ruína de tempos passados.
No quesito sociedade, atualmente há uma grande mistura e uma grande separação. Em praticamente todo o território estão presente as raças humanóides mais pacíficas, elfos, halflings, gnomos, anões e humanos, porém meio-elfos são quase inexistentes. As raças se misturam, negociam entre si, mas fazem questão de viver em separado, uma herança dos tempos das divisões em tribos, onde alianças resultavam em ter uyma liderança, e ter uma liderança era o mesmo que servidão. Os elfos vivem nas florestas ou em bairros élficos dentro das cidades, enquanto as outras raças preferem periferias e condad... digo vilas afastadas e tranquilas.
Por enquanto fico por aqui. Sem tempo.
Gnomo de casa nova
Num surto de inspiração, mudei o blog de nome e de endereço, agora é: http://tocadegnomo.blogspot.com/
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Xúxuxu Xaxaxá
Eu não pretendia entrar nesse blog até depois do carnaval. Mas aí Daniel me mostrou algo que mudou minha vida. Não quero mais jogar RPG depois de ver isto.
Nunca mais.
Nunca mais.
Pequenos Relatos de um Bárbaro (ou Bárbaros Relatos de um Pequeno) - Parte 3 - Igual à Gororoba que Mamãe Fazia

A última coisa que me lembro depois de sairmos daquele muro/masmorra foi de ser alvejado por flechas e ficar correndo pelo campo feito uma barata tonta, o fato de estar fatigado por ter entrado em fúria para abrir a porcaria da porta acabou me tornando um alvo fácil, fui atingido e por já estar bastante ferido (geléias ácidas + buracos dos nove infernos + joaninhas amarelas atrozes picadoras de bunda) caí com uma única flechada.
A próxima coisa que me lembro foi acordar na enfer-qualquer-coisa da prisão (esse povo "da cidade" já gosta de nome difícil), falei com o Anaxus (não consigo dizer aquela bexiga de nome dele, então vou chamá-lo assim) e fui levado para a cela, o guarda perguntou se eu ia entrar na cela por bem ou por mal, eu até me empolguei pra um pelejinha amistosa =) mas o frouxo já foi logo puxando a espada =(
Acabei notando que o Legolas, nosso elfo de estimação, estava numa cela com uns cinqüenta caras, se fosse um amigo halfling eu ficaria preocupado, mas os elfos devem estar acostumados com essas coisas.
Foi então que vivi um dos melhores momentos desde que cheguei nessa cidade dos nove infernos, a hora da bóia =P tinha um monte de cereal misturado com carne-de-origem-duvidosa e água, formando uma cremosa e nutritiva gororoba, quando coloquei na boca, meus olhos lacrimejaram (essa palavra foi colocada pelo escriba, nem sei o que é), era igualzinha à gororoba da mamãe =')
Meus amigos voltaram e conseguiram nos libertar, mas fiquei sem meu machado e sem minha armadura =X estou agora com uma "clava grande pequena" (não faz muito estrago, mas dá pra rachar cabeça, então serve) e uma armadura de couro furreca.
Agora o povo vai decidir o que fazer, eu não ligo se vamos pra um lado ou pro outro, desde que eu tenha alguma cabeça pra rachar, é sério, tô com saudade de rachar cabeças =( tudo que tenho feito é arrombar porta, cair em buraco, escalar buraco, bater em joaninha, queimar geléia, ALGUÉM ME DÊ UMA CABEÇA PRA RACHAR =O
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Dados Limpos
A lista de blogs do lado esquerdo só tinha blogs onde, (com a exceção do Jovem Nerd) pelo menos uma vez, eu havia falado com o autor. Mas, depois de reler velharias do Dados Limpos, acho que tenho de colocar ele no topo da lista, apesar de não conhecer ninguém dele.
Cuidado com a invasão dos texugos e aceitem que ND é coisa de viadinho!
PS.: Pode-se imaginar, pela quantidade de posts, que hoje eu tive tempo de folga. Mera ilusão.
Cuidado com a invasão dos texugos e aceitem que ND é coisa de viadinho!
PS.: Pode-se imaginar, pela quantidade de posts, que hoje eu tive tempo de folga. Mera ilusão.
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Elementos do Cenário, Parte 1 - Calendário de Drachma
O ano de Drachma tem 15 meses, sendo que eles duram apenas 24 dias cada, totalizando 360 dias, mais o dia da Celebração de Ano Novo, onde a fundação do país é comemorada. Com uma única exceção, os meses tem nomes como: Primeiro Mês do Outono, etc.
O calendário é da seguinte forma:
Primeiro Mês do Inverno
Segundo Mês do Inverno
Terceiro Mês do Inverno
Quarto Mês do Inverno
Mês da Revolução Gloriosa
Primeiro Mês da Primavera
Segundo Mês da Primavera
Terceiro Mês da Primavera
Primeiro Mês do Verão
Segundo Mês do Verão
Terceiro Mês do Verão
Celebração de Ano Novo
Primeiro Mês do Outono
Segundo Mês do Outono
Terceiro Mês do Outono
Quarto Mês do Outono
A revolução foi quando os líderes das várias etnias (humanos, elfos, halflings, etc..) se aproveitaram do derretimento das primeiras neves, que inundava a área central do páís onde as principais tribos guerreiras habitavam, e atacaram e subjugaram todos que se opunham a fundação de um país unificado para todas as raças. A marcha e os combates duraram um mês inteiro, e por isso durante todo o mês a revolução é celebrada.
O calendário é da seguinte forma:
Primeiro Mês do Inverno
Segundo Mês do Inverno
Terceiro Mês do Inverno
Quarto Mês do Inverno
Mês da Revolução Gloriosa
Primeiro Mês da Primavera
Segundo Mês da Primavera
Terceiro Mês da Primavera
Primeiro Mês do Verão
Segundo Mês do Verão
Terceiro Mês do Verão
Celebração de Ano Novo
Primeiro Mês do Outono
Segundo Mês do Outono
Terceiro Mês do Outono
Quarto Mês do Outono
A revolução foi quando os líderes das várias etnias (humanos, elfos, halflings, etc..) se aproveitaram do derretimento das primeiras neves, que inundava a área central do páís onde as principais tribos guerreiras habitavam, e atacaram e subjugaram todos que se opunham a fundação de um país unificado para todas as raças. A marcha e os combates duraram um mês inteiro, e por isso durante todo o mês a revolução é celebrada.
Lorde Bilbo expõe sua Bolsa de Pensamentos
Dia 12, Mês da Revolução Gloriosa, Ano de 95 após a Grande Vitória.
Finalmente, depois de anos cuidando das plantações de fumo de papai, recebo terras do rei! São no quinto dos infernos, naquela de cidade no extremo leste cujo nome nem lembro (StormPort ou algo assim), mas vão ter de servir.
Dia 20, Mês da Revolução Gloriosa, Ano de 95 após a Grande Vitória.
Tenho estudado a antiga StormPort, a cidade tem uma política bem-estabelecida, pois faz quatro anos que o rei manda nobres descontentes pra lá. Eu esperava chegar lá e me estabelecer como grande restaurador ou algo gênero, mas parece que não conseguirei isto nessa vida. Pelo menos já encontrei descendentes de servos do meu pai que podem servir como guarda-costas e empregados de elite.
Um aprendiz de protótipo de mago bastante silencioso (o que muito me agrada), um bárbaro que parece ser inteligênte mas ter preguiça de pensar (ainda não descobri de que tribo ou clã ele é, provavelmente foi expulso por causar encrencas - mas a utilidade com o machado compensa qualquer coisa) e um guerreiro com pretensões de se tornar um grande estrategista (infelizmente, até meu filho tem mais habilidade com o sabre que este sujeito - e os modos deles se aparentam mais com os de um gatuno que com os de um tático).
Dia 10, Primeiro Mês da Primavera, Ano de 95 após a Grande Vitória.
Parto hoje. A viagem deve demorar 6 meses. Que Yondalla nos proteja.
Dia 24, Primeiro Mês do Outono, Ano de 96 após a Grande Vitória.
Chegamos a esta maldita cidade e, ante mesmo de ver minhas terras e minha residência, vamos nos apresentar o prefeito. O homem parece estar sempre desnorteado, e desconfia das próprias sombras - é nisso que dar casar com parentes pra manter o dinheiro na família, debilidade mental. Foi difícil manter a compostura estando tão cansado, mas fomos bem recompensados, pois a mulher dele afirmou que ele estava mentalmente debilitado havia meses, e me solicitou ajuda. Isso parece dar pano pra manga, se eu descobrir algo interessante e souber aproveitar posso ser promovido.
Não estava em condições de realmente pensar no assunto, então mandei meus três "guarda-costas de elite" perguntar por aí, mas sem ligar suas ações ao meu nome. Espero que não tenha feito uma burrice muito grande, o objetivo é testar a capacidade deles. Claro que terei de sujar as mãos pra atingir algo real.
XP
Caso não tenha esquecido nada, o XP foi o seguinte:
Buda - 0
Renato - 200
Ângelo - 250
Diogo - 300
Tibúrcio - 200
Sim, sou um sacana. Seguinte, vocês estão demorando demais nessa aventura, então se eu der mais XP vão chegar no mestre final bombado demais (dica - vocês já mataram 90% dos monstros da aventura, e passaram a uns 5 metros do chefe final).
Buda - 0
Renato - 200
Ângelo - 250
Diogo - 300
Tibúrcio - 200
Sim, sou um sacana. Seguinte, vocês estão demorando demais nessa aventura, então se eu der mais XP vão chegar no mestre final bombado demais (dica - vocês já mataram 90% dos monstros da aventura, e passaram a uns 5 metros do chefe final).
MEMÓRIAS DO CÁRCERE
Sábado, 07 de novembro de 1158.
“Saúdem todos a Abençoada,
Divina Mãe de todos os halflings,
Yondalla! Oh, Yondalla!
Que seu escudo sagrado permaneça intransponível,
Que Lâmina da Cornucópia jamais perca seu fio”
(uma das estrofes de seus cânticos as à Yondalla)
(O relato a seguir descreve pensamentos e reflexões de Anaximandrus no cárcere)
É madrugada, talvez já adentradas duas horas do novo dia. A lua cheia reluz prata no céu sem nuvens, iluminando tenuemente as planícies. No interior do forte-prisão, num pequeno aposento, estou aprisionado junto a Konan e Legolas. Somos tratados como reles bandidos: não respeitam meu posto de sacerdote, não conseguimos nos comunicar decentemente com ninguém e nossos equipamentos foram removidos. Estamos totalmente a mercê de nossos guardiões. Mas o comportamento destes me intriga: há um clima tenso e misterioso no ar.
Preocupo-me com Konan. Ele está terrivelmente ferido e desacordado, ainda que seu organismo esteja estabilizado. Meus cuidados em primeiros-socorros são deficientes sem equipamento e local adequados. Meus encantamentos divinos expiraram, devo solicitá-los novamente à Abençoada amanhã ao meio-dia, se não me impedirem. Legolas e eu também estamos feridos, mas não é nada tão grave. E quanto a Meriadoc e Malak? Eles se refugiaram na floresta ou também foram capturados? Que a Mãe Cuidadosa zele por eles. Ninguém viu nada, ninguém sabe de nada.
Lembro-me que há poucas horas estávamos desvendando o segredo por trás da entrada secreta do muro do forte-prisão. O início da empreitada foi infeliz, quase encontramos a morte nos primeiros corredores subterrâneos quando enfrentamos um enorme cubo-gelatinoso. Após superá-lo, sob a luz de tochas seguimos em frente num túnel que de um lado era rocha natural e de outro rocha trabalhada, quando nos deparamos com um precipício que recortava um saguão ao meio. As duas margens eram separadas por uma curta distância, talvez nem mesmo dois metros, e abaixo havia um abismo com mais de vinte metros de profundidade. Todos acreditavam ser uma simples tarefa transpor tão curta distância, mesmo nós pequeninos. Ledo engano! Sem muita dificuldade percebemos que as beiradas do precipício apresentavam uma fina camada de limo que, rapidamente analisados por Meriadoc, mostrou-se de cor e consistência similares a do cubo gelatinoso que nos atacou. Por precaução resolvemos amarrar uma corda em vigas que existiam na outra margem e todos foram bem sucedidos na travessia.
Malak, impetuoso como sempre, começou a investigar o túnel único que havia a frente, e que se bifurcava adiante. Seguindo para o oeste, foi atacado com muita ferocidade por um exame de besouros amarelos gigantes! Corremos em sua ajuda e Meriadoc identificou os besouros como AS TERRÍVEIS JOANINHAS AMARELAS ATROZES PICADORAS DE BUNDAS, e que elas temiam fogo. Legolas e Konan ficaram junto a Malak combatendo os insetos, enquanto Meriadoc e eu ficamos na retaguarda brandindo tochas e observando algum perigo que pudesse vir do corredor leste. Malak foi gravemente ferido pelas criaturas, que de alguma forma conseguiram deslocar seu braço hábil. Percebendo que o túnel era muito estreito para um combate efetivo, gritei para meus companheiros que recuassem até a margem do precipício, e enquanto faziam isso servi de escudo para eles. Por fim, após inúmeras picaduras no traseiro (perdoe-me o trocadilho) que deixaram Malak literalmente arrombado (perdão, deusa, mas foi tragicômica a situação!), conseguimos afugentá-los ou destruí-los.
Estávamos todos cansados, e paramos por cerca de vinte minutos para nos recuperar. Consegui recolocar o braço de Malak no lugar e quando retornamos a exploração o fogo da tocha apagou. Enquanto acendíamos uma nova fomos surpreendidos de assalto por criaturas disformes e sombrias. Sem esforço as identifiquei como os mortos-vivos conhecidos por Sombras. Apesar de ficar atônito e balbuciante com tal visão, totalmente inesperada, pude avisar meus companheiros que as Sombras não são facilmente vencidas com ataques físicos, podendo ser mais bem combatidas com fogo. É claro que a principal fraqueza das criaturas era possuída apenas por mim: O GLORIOSO E RADIANTE PODER DA VERDADEIRA FÉ. Todos que vislumbraram o brilho espetacular projetado de meu símbolo sagrado foram capazes de sentir o tépido toque da Protetora sobre seus corações, um pequeno reflexo de minha devoção a Yondalla. Tamanha pureza é impossível de ser resistida pelos corpos e espíritos corrompidos dos mortos-vivos, que foram instantaneamente desintegrados.
Quase sem tempo para nos recuperamos da surpresa, fomos atacados por criaturas amorfas que despencaram do teto, uma em cheio sobre minha cabeça. Aaahhh, ainda sinto aquela dor, meu rosto sendo queimado com algum tipo de ácido. Meus companheiros saltaram para a outra margem de forma a escapar das “geléias mortais”, Malak sem muito sucesso, mas eu demorei a tomar a mesma decisão. Confesso que fiquei confuso ao ser atacado de surpresa tantas vezes em tão pouco tempo, e a queda de Malak no abismo me deixou ainda mais preocupado. Felizmente consegui transpor a fenda, não sem antes cair no abismo também, mas no final nós dois conseguimos subir até a superfície. Malak teve a idéia de içar as geléias, mas acabou as derrubando no rio do fundo do abismo.
Estávamos feridos, cansados e sem um estoque suficiente de itens para exploração de masmorras. Passamos por muitos riscos mortais nesta primeira tentativa. Então decidimos que retornaríamos a cidade para nos restabelecer e preparar adequadamente. È fato que estávamos presos, e mesmo eu não poderia ser um bastião de esperança para o grupo. Malak tentou reconstruir a escada de cascalho, mas todos notaram que isso levaria dias para ficar pronto. Estávamos ansiosos demais. Sugeri então acumularmos o cascalho na saída do túnel principal, para bloquearmos o único acesso aparente de algum possível perigo. Todos trabalhamos nisso, exceto Malak, que teve o único acesso de loucura em muitas horas (Sou-lhe muito grato por isso, Yondalla) e começou a flechar o pavilhão superior. Não prestei muita atenção no que ele estava fazendo, tinha coisa mais importante para me concentrar, mas logo percebi que Konan havia desaparecido. Quando procuramos por ele vimos que estava perto de Malak no pavilhão superior!
Três Amagguts a Yondalla por esse lance de sorte!!!
Malak de alguma forma conseguiu fixar uma corda no alto e nos permitiu fazer o caminho de volta a cidade. Quando chegamos a entrada da passagem secreta, ela parecia estar presa de alguma forma. Após forçarmos sua abertura, percebemos que haviam cimentado a passagem com algum material, o que indica que perceberam nossa invasão e não pretendiam permitir nossa saída.
Tentamos chegar à cidade, mas fomos interceptados e atacados por flechas vindas do forte-prisão. O grupo se dispersou, Konan tombou e consegui resgatá-lo. Mas não tivemos condições de continuar nossa fuga. O bom-senso exigiu que nos rendêssemos. Tentei dialogar com nossos aprisionadores, inclusive com seu comandante, mas não consegui grande êxito. O resultado é o atual.
Abençoada, meu corpo e minha mente solicitam descanso. Peço que zele pela saúde e bem estar de todos os meus companheiros, onde quer que estejam, como sempre fizeste.
E que discernimento e ordem reinem neste dia que promete ser longo...
“Saúdem todos a Abençoada,
Divina Mãe de todos os halflings,
Yondalla! Oh, Yondalla!
Que seu escudo sagrado permaneça intransponível,
Que Lâmina da Cornucópia jamais perca seu fio”
(uma das estrofes de seus cânticos as à Yondalla)
(O relato a seguir descreve pensamentos e reflexões de Anaximandrus no cárcere)
É madrugada, talvez já adentradas duas horas do novo dia. A lua cheia reluz prata no céu sem nuvens, iluminando tenuemente as planícies. No interior do forte-prisão, num pequeno aposento, estou aprisionado junto a Konan e Legolas. Somos tratados como reles bandidos: não respeitam meu posto de sacerdote, não conseguimos nos comunicar decentemente com ninguém e nossos equipamentos foram removidos. Estamos totalmente a mercê de nossos guardiões. Mas o comportamento destes me intriga: há um clima tenso e misterioso no ar.
Preocupo-me com Konan. Ele está terrivelmente ferido e desacordado, ainda que seu organismo esteja estabilizado. Meus cuidados em primeiros-socorros são deficientes sem equipamento e local adequados. Meus encantamentos divinos expiraram, devo solicitá-los novamente à Abençoada amanhã ao meio-dia, se não me impedirem. Legolas e eu também estamos feridos, mas não é nada tão grave. E quanto a Meriadoc e Malak? Eles se refugiaram na floresta ou também foram capturados? Que a Mãe Cuidadosa zele por eles.
Lembro-me que há poucas horas estávamos desvendando o segredo por trás da entrada secreta do muro do forte-prisão. O início da empreitada foi infeliz, quase encontramos a morte nos primeiros corredores subterrâneos quando enfrentamos um enorme cubo-gelatinoso. Após superá-lo, sob a luz de tochas seguimos em frente num túnel que de um lado era rocha natural e de outro rocha trabalhada, quando nos deparamos com um precipício que recortava um saguão ao meio. As duas margens eram separadas por uma curta distância, talvez nem mesmo dois metros, e abaixo havia um abismo com mais de vinte metros de profundidade. Todos acreditavam ser uma simples tarefa transpor tão curta distância, mesmo nós pequeninos. Ledo engano! Sem muita dificuldade percebemos que as beiradas do precipício apresentavam uma fina camada de limo que, rapidamente analisados por Meriadoc, mostrou-se de cor e consistência similares a do cubo gelatinoso que nos atacou. Por precaução resolvemos amarrar uma corda em vigas que existiam na outra margem e todos foram bem sucedidos na travessia.
Malak, impetuoso como sempre, começou a investigar o túnel único que havia a frente, e que se bifurcava adiante. Seguindo para o oeste, foi atacado com muita ferocidade por um exame de besouros amarelos gigantes! Corremos em sua ajuda e Meriadoc identificou os besouros como AS TERRÍVEIS JOANINHAS AMARELAS ATROZES PICADORAS DE BUNDAS, e que elas temiam fogo. Legolas e Konan ficaram junto a Malak combatendo os insetos, enquanto Meriadoc e eu ficamos na retaguarda brandindo tochas e observando algum perigo que pudesse vir do corredor leste. Malak foi gravemente ferido pelas criaturas, que de alguma forma conseguiram deslocar seu braço hábil. Percebendo que o túnel era muito estreito para um combate efetivo, gritei para meus companheiros que recuassem até a margem do precipício, e enquanto faziam isso servi de escudo para eles. Por fim, após inúmeras picaduras no traseiro (perdoe-me o trocadilho) que deixaram Malak literalmente arrombado (perdão, deusa, mas foi tragicômica a situação!), conseguimos afugentá-los ou destruí-los.
Estávamos todos cansados, e paramos por cerca de vinte minutos para nos recuperar. Consegui recolocar o braço de Malak no lugar e quando retornamos a exploração o fogo da tocha apagou. Enquanto acendíamos uma nova fomos surpreendidos de assalto por criaturas disformes e sombrias. Sem esforço as identifiquei como os mortos-vivos conhecidos por Sombras. Apesar de ficar atônito e balbuciante com tal visão, totalmente inesperada, pude avisar meus companheiros que as Sombras não são facilmente vencidas com ataques físicos, podendo ser mais bem combatidas com fogo. É claro que a principal fraqueza das criaturas era possuída apenas por mim: O GLORIOSO E RADIANTE PODER DA VERDADEIRA FÉ. Todos que vislumbraram o brilho espetacular projetado de meu símbolo sagrado foram capazes de sentir o tépido toque da Protetora sobre seus corações, um pequeno reflexo de minha devoção a Yondalla. Tamanha pureza é impossível de ser resistida pelos corpos e espíritos corrompidos dos mortos-vivos, que foram instantaneamente desintegrados.
Quase sem tempo para nos recuperamos da surpresa, fomos atacados por criaturas amorfas que despencaram do teto, uma em cheio sobre minha cabeça. Aaahhh, ainda sinto aquela dor, meu rosto sendo queimado com algum tipo de ácido. Meus companheiros saltaram para a outra margem de forma a escapar das “geléias mortais”, Malak sem muito sucesso, mas eu demorei a tomar a mesma decisão. Confesso que fiquei confuso ao ser atacado de surpresa tantas vezes em tão pouco tempo, e a queda de Malak no abismo me deixou ainda mais preocupado. Felizmente consegui transpor a fenda, não sem antes cair no abismo também, mas no final nós dois conseguimos subir até a superfície. Malak teve a idéia de içar as geléias, mas acabou as derrubando no rio do fundo do abismo.
Estávamos feridos, cansados e sem um estoque suficiente de itens para exploração de masmorras. Passamos por muitos riscos mortais nesta primeira tentativa. Então decidimos que retornaríamos a cidade para nos restabelecer e preparar adequadamente. È fato que estávamos presos, e mesmo eu não poderia ser um bastião de esperança para o grupo. Malak tentou reconstruir a escada de cascalho, mas todos notaram que isso levaria dias para ficar pronto. Estávamos ansiosos demais. Sugeri então acumularmos o cascalho na saída do túnel principal, para bloquearmos o único acesso aparente de algum possível perigo. Todos trabalhamos nisso, exceto Malak, que teve o único acesso de loucura em muitas horas (Sou-lhe muito grato por isso, Yondalla) e começou a flechar o pavilhão superior. Não prestei muita atenção no que ele estava fazendo, tinha coisa mais importante para me concentrar, mas logo percebi que Konan havia desaparecido. Quando procuramos por ele vimos que estava perto de Malak no pavilhão superior!
Três Amagguts a Yondalla por esse lance de sorte!!!
Malak de alguma forma conseguiu fixar uma corda no alto e nos permitiu fazer o caminho de volta a cidade. Quando chegamos a entrada da passagem secreta, ela parecia estar presa de alguma forma. Após forçarmos sua abertura, percebemos que haviam cimentado a passagem com algum material, o que indica que perceberam nossa invasão e não pretendiam permitir nossa saída.
Tentamos chegar à cidade, mas fomos interceptados e atacados por flechas vindas do forte-prisão. O grupo se dispersou, Konan tombou e consegui resgatá-lo. Mas não tivemos condições de continuar nossa fuga. O bom-senso exigiu que nos rendêssemos. Tentei dialogar com nossos aprisionadores, inclusive com seu comandante, mas não consegui grande êxito. O resultado é o atual.
Abençoada, meu corpo e minha mente solicitam descanso. Peço que zele pela saúde e bem estar de todos os meus companheiros, onde quer que estejam, como sempre fizeste.
E que discernimento e ordem reinem neste dia que promete ser longo...
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Postado por Pele-de-Escama,
RPG
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Chessex Dice: Pound of Dice (Pound-O-Dice) Approximately 100 Die.....
Buenas gente! Antes de mais nada peço desculpa a lucas por postar isso aqui e não no meu, mas é que o dele é mais movimentado :P.
Bem é o seguinte:
Não sei se voces sabem que a amazon.com vende dados "por quilo" em um pacote com aproximadamente 100 dados. Segue o link:
http://www.amazon.com/Chessex-Dice-Pound-Pound-O-Dice-Approximately/dp/B000X75BFE/ref=pd_bbs_sr_1?ie=UTF8&s=sporting-goods&qid=1234230428&sr=8-1
O valor ficaria R$52,00 + frete (arredondado para cima) (frete esse que eu não sei calcular) com o valor do dolar cotado no dia de hj 10/02/09 à R$2,30 (arredondado para cima).
A proposta seria a seguinte: ver quem tem interesse e rachar. Tipo se fosse entre 5 ficaria uns 15 conto por cabeça por cerca de 20 dados (R$ 0,75 cada, beeemmm abaixo do preço normal). Como são varios tipos nós poderiamos dividir depois de forma que agradaçe a todos (só espero que não venham d12 :P).
Bem aqui fica minha proposta, se alguem sabe como funciona o frete e a compra na amazon e puder esclarecer a idea fica o agradecimento.
Espero que a ideia seja do agrado da galera!
Bem é o seguinte:
Não sei se voces sabem que a amazon.com vende dados "por quilo" em um pacote com aproximadamente 100 dados. Segue o link:
http://www.amazon.com/Chessex-Dice-Pound-Pound-O-Dice-Approximately/dp/B000X75BFE/ref=pd_bbs_sr_1?ie=UTF8&s=sporting-goods&qid=1234230428&sr=8-1
O valor ficaria R$52,00 + frete (arredondado para cima) (frete esse que eu não sei calcular) com o valor do dolar cotado no dia de hj 10/02/09 à R$2,30 (arredondado para cima).
A proposta seria a seguinte: ver quem tem interesse e rachar. Tipo se fosse entre 5 ficaria uns 15 conto por cabeça por cerca de 20 dados (R$ 0,75 cada, beeemmm abaixo do preço normal). Como são varios tipos nós poderiamos dividir depois de forma que agradaçe a todos (só espero que não venham d12 :P).
Bem aqui fica minha proposta, se alguem sabe como funciona o frete e a compra na amazon e puder esclarecer a idea fica o agradecimento.
Espero que a ideia seja do agrado da galera!
Confirmação de jogo nesse domingo!!!!!!(bora confirmar logo!!!)
Buenas gente!!!
Tô querendo confirmar quem vai nesse domingo o quanto antes pois caso não tenha jogo eu já tenho o que fazer :)
Bem se Lucas for mestrar eu to confirmado!!!
Quem mais? Olha a Chamada!!!!
Tô querendo confirmar quem vai nesse domingo o quanto antes pois caso não tenha jogo eu já tenho o que fazer :)
Bem se Lucas for mestrar eu to confirmado!!!
Quem mais? Olha a Chamada!!!!
domingo, 8 de fevereiro de 2009
XP!
Esse é o último. Juro.
Contando com um blog, com um extra pra Pele-de-Escama (ele realmente encarnou o personagem).
Buda - 3173+500= 3673
Renato - 3198+500= 3698
Diogo - 3172+500= 3672
Angelo - 2314+700= 3014
Tibúrcio - 1922+500= 2422
Contando com um blog, com um extra pra Pele-de-Escama (ele realmente encarnou o personagem).
Buda - 3173+500= 3673
Renato - 3198+500= 3698
Diogo - 3172+500= 3672
Angelo - 2314+700= 3014
Tibúrcio - 1922+500= 2422
XP dos Monstros
Sobreviver ao buraco do mal:
30
Derrotar quatro Joaninhas Atrozes e assustar as outras:
84 (Calculei usando o d20 Encouter Calculator)
Antes que me chamem de apelão, comparem com o monstro mais parecido com as joaninhas amarelas atrozes dentro do livro dos monstros: Spider Swarm (Enxame de Aranhas)
Derrotar as quatro Sombras com medo do Escuro:
600
(Tecnicamente, de acordo com o Livro do Mestre, Timburço leva um bônus aqui pq ele ainda tava no primeiro nível: +16 pra ele)
Sobreviver ao filhote de Pudim Negro e ao Segredo da Aventura (não perguntem o nome do monstro, não direi):
180
(185 pra Tiba)
Por mais que vá deixar gente revoltada, tenho de dar 50 de bônus pra Diogo por ter superado a escalada de nível épico. É, eu tb não me conformo.
Os monstros eram fracos, o que rolou foi azar nos dados na hora de passar pelo buraco. Em outras palavras, falta de pontos de perícia.
Total dos monstros:
924
(945 pra véi tiba)
XP Final e definitiva:
Buda - 3173
Renato - 3198
Diogo - 3172
Angelo - 2314
Tibúrcio - 1922
E foi mal ter jogado contra vcs, tava meio estressado hoje. Na próxima vou levar meus mapas e fichas completos, sem improvisar não sou tão maníaco homicida.
PS.: Falta contar o bônus pelo Blog!
30
Derrotar quatro Joaninhas Atrozes e assustar as outras:
84 (Calculei usando o d20 Encouter Calculator)
Antes que me chamem de apelão, comparem com o monstro mais parecido com as joaninhas amarelas atrozes dentro do livro dos monstros: Spider Swarm (Enxame de Aranhas)
Derrotar as quatro Sombras com medo do Escuro:
600
(Tecnicamente, de acordo com o Livro do Mestre, Timburço leva um bônus aqui pq ele ainda tava no primeiro nível: +16 pra ele)
Sobreviver ao filhote de Pudim Negro e ao Segredo da Aventura (não perguntem o nome do monstro, não direi):
180
(185 pra Tiba)
Por mais que vá deixar gente revoltada, tenho de dar 50 de bônus pra Diogo por ter superado a escalada de nível épico. É, eu tb não me conformo.
Os monstros eram fracos, o que rolou foi azar nos dados na hora de passar pelo buraco. Em outras palavras, falta de pontos de perícia.
Total dos monstros:
924
(945 pra véi tiba)
XP Final e definitiva:
Buda - 3173
Renato - 3198
Diogo - 3172
Angelo - 2314
Tibúrcio - 1922
E foi mal ter jogado contra vcs, tava meio estressado hoje. Na próxima vou levar meus mapas e fichas completos, sem improvisar não sou tão maníaco homicida.
PS.: Falta contar o bônus pelo Blog!
XP por intertrepação!
Já que num sei quando vou ter tempo de postar nada nem ler o que tá aqui, vou colocar logo o XP por interpretação que é mais fácil:
Diogo 200 (Muahaha)
Renato 375
Ângelo 390
Buda 350
Timburço (in memorian... dizem as lendas que ele desceu pelo vaso) -1
E sim, eu escolho valores quebrados pro XP só pra irritar Renato.
O que nos deixa com:
Buda - 2249
Renato - 2274
Diogo - 2198
Angelo - 1390
Tibúrcio - 998
E um detalhe... Vamo usar menos informação conseguida em off, por favor. Tá flórida, eu não queria mas vou ter de fazer os testes de Procurar, Ouvir e Observar atrás do escudo!
Diogo 200 (Muahaha)
Renato 375
Ângelo 390
Buda 350
Timburço (in memorian... dizem as lendas que ele desceu pelo vaso) -1
E sim, eu escolho valores quebrados pro XP só pra irritar Renato.
O que nos deixa com:
Buda - 2249
Renato - 2274
Diogo - 2198
Angelo - 1390
Tibúrcio - 998
E um detalhe... Vamo usar menos informação conseguida em off, por favor. Tá flórida, eu não queria mas vou ter de fazer os testes de Procurar, Ouvir e Observar atrás do escudo!
sábado, 7 de fevereiro de 2009
3ª sessão de jogo
Olá pessoal quero saber se vcs confirmam lá no Paço amanhã
Horário pra chegar entre 13 e 14h.
Eu já digo que poderei ir...
Abraços a todos
Horário pra chegar entre 13 e 14h.
Eu já digo que poderei ir...
Abraços a todos
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Relatos de um... de um... de um... eita, olha que orc feio!!!
Bem o que dizer. Fui encontrado por um elfo do lado de fora da cidade com meu arco quebrado, sem saber POR QUE eu estava lá! Estou um pouco confuso... eita uma borboleta, será que acerto com o arco? Eita não consigo usar o arco, por que??? Essa cordinha não era para estar presa?? pera deixa eu tentar (lambe, lambe...) spaft, spaft!!! Cara essa cordinha doí!!! Aha!!! Consegui!!! Ei vem cá foge não (vupt, vupt - flechadas)! Puxa ela fugiu.... hã, quem tá falando comigo? Quem é tu? Hã um clerigo de Yollanda? Te conheço? (acho que esse cara bebeu....) Eita uma mosca, será que eu acerto ela com o arco? vupt, vupt (mais flechadas!).
Puxa minhas flechas acabaram... Ah! Mas tem um hobbit (que mania!), ops halfling grande, meio afeminado que tem um arco e flechas, acho que vou pegar dele...
Ei, o halfing grande e afeminado (cara legal, me emprestou o arco e flechas, mas acho que ele nem poercebeu...) tá indo onde??? Vou atras dele...
Eita outra borboleta, mas tou sem flechas, vou pegar mais com o o halfing grande e afeminado.
Ei grandão tá falando o que com ele?! Deixa o cara entrar pô! Toma pedrada na cabeça!!!! Ei não bate nele não! Ele é um o halfing grande e afeminado, mas é legal! Toma mais pedrada!!!! Eita caiu! Puxa o tio derrubou um porrete legal será que dá p/ usar??? (sentado no batente balançando as pernas e brincando com o porrete atroz)....
Puxa o o halfing grande e afeminado tá demorando, acho que vou voltar, perá mais voltar p/ onde? Moço, moço, como faço para chegar numa casa grande branca e cheia de estatuas??
Após muitas perguntas e um longo passeio na cidade, chega na casa...
Hum, como eu não moro aqui??? Ei tio não empurra não, olha o porrete! Ei na cabeça doi! Ei bate em mim não tio....
Hum... gente correndo??? Comida de graça! Oba vou p/ lá!!! Eita olha o o halfing grande e afeminado!!!! Ué lá tb tá o tal do cara que disse que me conhece!! Ei oi konan, oi Meriadoc!!!
Saí halfing grande e afeminado o porrete é meu! Toc! Toma no na cara! Tá vendo eu disse que não era p/ mexer... E deixa que o porrete é meu... ahhhhh (sono)....
Hã? Ir na Prisão? Agora? Mas eu tinha que ir na casa do Lord Bilbo... mas perá, p/ que eu ia lá mesmo??? Ah tudo bem eu vou com voces!
Guardas: Ei parados aí!
oi, a gente só vai passear e talvez fazer um lanche (comendo uma ração de viagem...)...
Guardas: Tá tudo bem...
puxa será que podemos parar e comer? Hã, um mosquito? Não vagalume... não floresta... hã floresta!!!! (saca o arco e fica preparado) Floresta é mau, ruim... não vou não....
Eita legal, uma entrada na parede... mas o povo tá demorando para descer, deixa que eu vou... aaaahhhhh (tum!) Pô tá escuro... Hum?! que barulho é esse??? Vou me esconder....
TUM! POW! TOC! BRUM, BRUM, PLOFT, BLOWN.... Que foi isso?! Aí minha cabeça! hã uma pedra?! Eita uma tocha... Que porcaria é essa aí na frente?! Ela tá comendo o cara de Yolanda e o Meriadoc!!! Solta Solta!!! Hã fogo? Blz flecha incendiaria nele, hã atá eu espero tirar eles primeiro.... E ai agora posso? Vupt (flecha)! Ah que legal então agora por que estamos presos com uma bola de fogo gigante que vem em nossas direções... hã bola de fogo vindo na MINHA direção??? Cadê aquele buraco, cadê?!?!?!
Puxa minhas flechas acabaram... Ah! Mas tem um hobbit (que mania!), ops halfling grande, meio afeminado que tem um arco e flechas, acho que vou pegar dele...
Ei, o halfing grande e afeminado (cara legal, me emprestou o arco e flechas, mas acho que ele nem poercebeu...) tá indo onde??? Vou atras dele...
Eita outra borboleta, mas tou sem flechas, vou pegar mais com o o halfing grande e afeminado.
Ei grandão tá falando o que com ele?! Deixa o cara entrar pô! Toma pedrada na cabeça!!!! Ei não bate nele não! Ele é um o halfing grande e afeminado, mas é legal! Toma mais pedrada!!!! Eita caiu! Puxa o tio derrubou um porrete legal será que dá p/ usar??? (sentado no batente balançando as pernas e brincando com o porrete atroz)....
Puxa o o halfing grande e afeminado tá demorando, acho que vou voltar, perá mais voltar p/ onde? Moço, moço, como faço para chegar numa casa grande branca e cheia de estatuas??
Após muitas perguntas e um longo passeio na cidade, chega na casa...
Hum, como eu não moro aqui??? Ei tio não empurra não, olha o porrete! Ei na cabeça doi! Ei bate em mim não tio....
Hum... gente correndo??? Comida de graça! Oba vou p/ lá!!! Eita olha o o halfing grande e afeminado!!!! Ué lá tb tá o tal do cara que disse que me conhece!! Ei oi konan, oi Meriadoc!!!
Saí halfing grande e afeminado o porrete é meu! Toc! Toma no na cara! Tá vendo eu disse que não era p/ mexer... E deixa que o porrete é meu... ahhhhh (sono)....
Hã? Ir na Prisão? Agora? Mas eu tinha que ir na casa do Lord Bilbo... mas perá, p/ que eu ia lá mesmo??? Ah tudo bem eu vou com voces!
Guardas: Ei parados aí!
oi, a gente só vai passear e talvez fazer um lanche (comendo uma ração de viagem...)...
Guardas: Tá tudo bem...
puxa será que podemos parar e comer? Hã, um mosquito? Não vagalume... não floresta... hã floresta!!!! (saca o arco e fica preparado) Floresta é mau, ruim... não vou não....
Eita legal, uma entrada na parede... mas o povo tá demorando para descer, deixa que eu vou... aaaahhhhh (tum!) Pô tá escuro... Hum?! que barulho é esse??? Vou me esconder....
TUM! POW! TOC! BRUM, BRUM, PLOFT, BLOWN.... Que foi isso?! Aí minha cabeça! hã uma pedra?! Eita uma tocha... Que porcaria é essa aí na frente?! Ela tá comendo o cara de Yolanda e o Meriadoc!!! Solta Solta!!! Hã fogo? Blz flecha incendiaria nele, hã atá eu espero tirar eles primeiro.... E ai agora posso? Vupt (flecha)! Ah que legal então agora por que estamos presos com uma bola de fogo gigante que vem em nossas direções... hã bola de fogo vindo na MINHA direção??? Cadê aquele buraco, cadê?!?!?!
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Pequenos Relatos de um Bárbaro (ou Bárbaros Relatos de um Pequeno) - Parte 2 - A Missão

Vamos direto ao ponto, sem enrolação (até porque eu não lembro de tudo, sim, tenho memória curta, e daí?).
Malak foi pra florestas fazer não-sei-o-quê e alguma coisa aconteceu com ele, deixando mais irritante que o habitual e aparentemente tão idiota quanto o prefeito, o que nos levou a crer (eu, Meriadoc, Anax-não-sei-o-quê e Legolas) que a coisa que o atacou também atacou o prefeito e o carcereiro-chefe.
Conseguimos arracar informações muito úteis do velho bêbado e de noite partimos para invadir a prisão, encontramos um grupo de guarda e convencemos eles que estávamos fazendo piquenique noturno (eles devem é ter achado que éramos um bando de gays indo fazer pegação na floresta, é o que você ganha por andar com elfos).
Conseguimos entrar pela passagem no muro da prisão e demos início a mais desatrosa descida de nossas vidas, não lembro a ordem ou circunstâncias, mas todo mundo caiu e se viu atacado por uma gelatina ácida (essas coisas sempre parecem idiotas quando você conta depois).
Estamos no momento pendurados numa corda, com a coisa-gelatinosa-ácida embaixo de nós e Malak enfiado num buraco.
Caso não consigamos sair dessa enrascada, considere que esse relato foi psicografado por um escriba-médium!
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Sobre memes.
No livro de divulgação científica O Gene Egoísta (The Selfish Gene), o Richard Dawkins coloca a genética analítica como base da teoria da evolução. A genética dawkiniana é essencialmente matemática, baseada no conceito de Gene - uma unidade funcional que tem como único objetivo se reproduzir da melhor forma possível, no maior número de cópias possível. Daí ele deduz toda a evolução das espécies de uma maneira decente (revire no caixão, Darwin!) e explica o comportamento de todos os seres vivos (incluindo a tão malfadada Agressão que Lorenz descreve no belíssimo On Agression, o altruísmo tão fortemente negado por filósofos do século XIX, entre outros) como estratégias dos genes para aumentar o número esperado de reproduções.

No fim do seu belíssimo (embora compacto demais, com desvios sobre comportamento animal que me fizeram dormir) tratado de genética, o Dawkins volta a definição original de gene (a que eu escrevi acima). Em nenhum momento ele fala da estrutura do gene, só da função, de modos que podem existir genes artificiais, genes biológicos, genes minerais (cristais que absorvem elementos do ar para crescer são formados por genes?), e em especial o Meme, a idéia que quer reproduzir a si mesma. O conceito de Meme é tão complexo e belo que diverte pessoas tão diferentes quanto hackers, linguistas e biólogos ao redor do mundo.
E aí vem os jogadores de RPG, veêm um meme que se espalhou pela internet e transformam numa porra duma corrente que se envia por blog ao invés de e-mail. Bando de desocupados fdp.
Mas como esse foi o Careca que enviou (e eu já tinha fingido que não vi o que ele mandou antes), vou postar aqui.
1- Exiba a imagem do selo “Olha Que Blog Maneiro” Que vc acabou de ganhar!!!

2- Poste o link do blog que te indicou.
Blogzão do RPG, o blog megaboga
3- Indique 10 blogs de sua preferência:
Êeeee, ninguém falou que tinham de ser blogs de RPG dessa vez!
- Blogzão do RPG
- Jovem Nerd - Tá, não parece um blog, mas começou como um.
- XKCD - Um internacional, escrito por um físico que trabalha com informática e tem medo de matemáticos e velociraptors.
- RPG no Blogger
- NowLoading - Idem comentário sobre Jovem Nerd.
- d3 System - Esses caras já fizeram coisa melhor, mas ainda assim tá muito bom :P
- Hinata-Sou Games - Otacú é o cacete.
- Atroz do Brasil - Um sobre política, agora falecido.
- Centro de Mídia Independente. Wikipédia jornalística anárquica que se revoltaria se descobrisse que coloquei ela numa lista de blogs. O link leva direto pro melhor artigo do site.
- José G. do Seno - Não entendo nada.
Não tá em ordem de preferência, mas whatever.
E seria a Wikipedia um grande blog?
5- Publique as regras;
Ok. Publicadas.
6- Confira se os blogs indicados repassaram o selo e as regras;
Isso vai demorar um pouco.
7- Envie sua foto ou de um(a) amigo(a) para olhaquemaneiro@gmail.com juntamente com os 10 links dos blogs indicados para verificação. Caso os blogs tenham repassado o selo e as regras corretamente, dentro de alguns dias você receberá 1 caricatura em P&B.
Como assim? Eu cobro pra mandar minha foto por e-mail, a perfeição não é pra ser vista por todos!
Ps.: Pelo post dá pra perceber que eu estou de péssimo humor, não?
Ps2.: Pra ser um meme, a idéia tem de se reproduzir sozinha. Em outras palavras, o povo tem de copiar por interesse próprio o bagulho e dar crédito ao autor. Se for mandado, por e-mail ou blog, é só mais uma corrente.

Fragmentos de um Diário II
(Observação relevante: as informações a seguir seriam o mais próximo que constaria no diário de Anaximandrus caso ele sobrevivesse aos eventos na caverna oculta).
“Abençoada, mais um dia me concedes para honrá-la com cada fibra de meu ser. Permita-me agradecê-la com minha devoção”
(oração a Yondalla ao despertar pela manhã)
Extraído do diário de Anaximandrus
Quinta-feira, 05 de novembro de 1158.
A manhã não fugiu muito da rotina. Fiquei boa parte do tempo aguardando pelos meus novos compadres, mas eles não apareceram. Comecei então a fazer o habitual quando numa cidade desconhecida: perguntei por organizações, pessoas ou entidades que cuidam dos necessitados e desvalidos, tendo como objetivo prestar assistência no preparo das refeições, uma vez que esta é minha forma de entrar em comunhão com minha deusa e solicitar o seu apoio na forma de magias recuperadas. Enquanto cozinho, canto e oro a Yondalla, declamando versos ritualísticos, seguindo padrões cerimoniais e exaltando os grandes feitos dos heróis e pessoas comuns que em inúmeros momentos da História uniram forças em prol do Bem e da Ordem da comunidade.
Após algumas orientações procurei por um dos pouquíssimos lugares que parecem prezar pelos mais necessitados: um templo a Corellon Larethian, divindade criadora e protetora élfica e tão merecedora de respeito quanto a Abençoada, aberto aos devotos há cerca de um mês na cidade. Lá encontrei o sacerdote responsável e também um arqueiro elfo, com típicos trejeitos de um rastreador. Os dois conversaram sobre um halfling que havia saído da cidade no final da noite anterior e não retornara, e por algum motivo esse clérigo o queria resgatar. Naturalmente acompanhei e ajudei o rastreador, chamado Legolas, como possível.
Encontramos o halfling nas cercanias da saída da cidade e, para minha total surpresa, era ninguém menos que Malak Torin, e ele não lembrava de mim! Não demandou tempo para eu perceber que embora fisicamente bem (Nota: e usando uma bandagem muito bem feita na cabeça) parte de seu juízo havia sido perdido (Nota: seria este sintoma similar ao apresentado pelo prefeito da cidade?). Daí retornamos os três ao templo de Corellon Larethian. Despreocupado quanto ao meu camarada demente, passei então a cuidar de meus ritos na cozinha emprestada pelo sacerdote. Omessa, não me perdoo por tamanho desleixo! Minha displicência permitiu que Malak provocasse confusão para rivalizar com os piores bufões!
Solicitei ao sacerdote que enviasse seus acólitos atrás das pessoas mais carentes e necessitadas que encontrassem pela cidade, oferecendo a elas a oportunidade de terem uma bela refeição naquela tarde. Aos poucos os desvalidos foram chegando, quase todos de maneira tímida e desconfiada (Nota: alguns disseram nunca ter visto gesto similar antes, outros comentaram que a comida deveria estar envenenada, que os nobres a distribuíam para que eles comessem e morressem em agonia depois. Isso é revelador). Minutos depois revi Meriadoc e Konan, que se aproximavam junto a Legolas e um humano idoso, maltrapilho e trôpego. Meriadoc me contou que o velho era aquele bêbado a quem esperavam encontrar ao meio-dia na saída da pequena prisão, com o objetivo de interrogá-lo e obter informações importantes que ele adquiriu quando era zelador do forte-prisão. Concentrado em minhas tarefas para com os desvalidos, não acompanhei com atenção os eventos que se seguiram, mas sem dúvida faço boa idéia pelos relatos posteriores.
Malak surtou. Começou a falar coisas sem sentido, ora para si mesmo, ora para o grupo, e a disparar flechas em insetos imaginários que “voavam” pelo templo. Conseguiu furtar o arco e algumas flechas do rastreador e o seguiu até uma taverna em que este compraria uísque (Nota: exigência do ancião bêbado para falar alguma coisa). Na taverna ocorreu algum tipo de confusão, provocada por Malak, que resultou em sérios ferimentos a Legolas, uma garrafa de uísque e um pau atroz nas mãos de Malak como espólio. (Nota: espero que Malak pare de incomodar o jovem príncipe élfico, ou terei que tomar uma atitude mais drástica. Ele tem se mostrado um risco tanto para os membros do grupo quanto para si mesmo. Oh, gloriosa Mãe, foi com certo pesar que assumi a responsabilidade por ele, mas esta é parte de minha obrigação como sacerdote. Que eu saia vitorioso desta provação e mereça sua generosa atenção!).
Concluído o almoço comunitário, reunimo-nos para obter as informações do velho bêbado. Este se revelou sagaz em suas negociações, como se fosse acostumado a ser escorregadio, e logo os mais exaltados de meus companheiros começaram a ameaça-lo. Obviamente intervi, dizendo que não permitiria que o ancião fosse molestado. Sugeri que eles me contassem direito a história e exatamente quais informações desejavam obter. Feito isso, conversei de início reservadamente com o velho e usando de muita diplomacia consegui que ele revelasse quase tudo que sabia. (Nota: estranhamente ele tinha breves crises de pânico sempre que questionado sobre uma “sombra” que habitava o terceiro pavilhão do forte-prisão). Infelizmente chegou um momento em que ele passou a se sentir muito pressionado, ou aterrorizado, e se fechou em seu mundo. Levei-o a um aposento tranqüilo e o deixei descansar.
Reportei ao grupo o que consegui extrair e ficamos a decidir que rumo tomar. Meriadoc queria repassar a lorde Bilbo as informações que tínhamos ainda hoje, já que eram umas 16h. Konan, achou mais seguro aguardar até o dia seguinte para avançar e Legolas, já recuperado dos ferimentos por um encantamento do clérigo do templo, sugeriu investigar na noite de hoje a entrada secreta do forte-prisão.
Quanto a Malak...
Eis uma questão que foi de difícil resolução para mim. Todos queriam impedir Malak de seguir junto ao grupo enquanto ele estivesse neste estado de demência. O bom-senso ditava isso. Mas resolvi dar uma oportunidade ao irmão: no papel de “juiz de mentes” eu iria avaliá-lo e decidir por sua contenção ou não enquanto não encontrássemos uma cura para seu problema (Nota: Meriadoc me disse que estudou os ferimentos na cabeça de Malak e identificou que apenas um sacerdote de relativa proximidade com a divindade poderia fazer algo por ele. Não há ninguém na cidade que esteja próximo de seu deus o suficiente para isso). Foi arriscado e arrogante de minha parte assumir tal papel, mas considerei importante fazê-lo. Dessa forma, avaliei que Malak poderia permanecer junto ao grupo em nossa missão e que eu seria responsável por contê-lo caso ele voltasse a surtar.
Partimos então em direção ao forte-prisão, onde tentaríamos localizar esta passagem secreta no muro sul. Tentamos avançar furtivamente, mas acabamos sendo detectados por sentinelas. Felizmente, quem diria, justamente Malak salvou-nos de maiores complicações conseguindo convencer o guarda a nos deixar em paz.
Seguindo as orientações do ancião bêbado, descobrimos de fato uma entrada secreta que nos levaria aos três níveis das masmorras do forte. Para nós do povo pequeno, atravessar esta estreita passagem foi relativamente fácil. Porém qual não foi minha surpresa quando presenciei Legolas, com um corpo de proporções muito maiores que as nossas, esgueirar-se pela fenda com a graça de um contorcionista circense! Fiquei estupefato, ainda que nada tenha comentado.
O acesso descendente assemelhava-se a uma escadaria instável, como que feita de cascalho. Impetuoso, Malak tomou a dianteira e começou a descer antes que pudéssemos planejar direito nosso avanço. Segui atrás dele para impedir que se desgarrasse do grupo e perambulasse sozinho. Ao menos tomamos o cuidado de seguirmos amarrados a uma corda, que seria o elo entre todos, e tendo Legolas como suporte principal, por ser ele o maior e mais pesado de nós. A precaução não se mostrou suficiente: um a um fomos tragados para o interior escuro e desconhecido quando Malak escorregou e puxou a todos para baixo. Minha queda foi veloz e senti a morte se aproximando, tudo que poderia fazer era tentar reduzir o impacto posicionando meu escudo sobre a cabeça e realizar uma última oração. Funcionou, de certa forma: o impacto foi super leve, ainda que úmido e grudento. Tarde demais percebi que adentrei no corpo transparente e corrosivo de um cubo gelatinoso! (Nota: nome utilizado por Meriadoc para identificar a criatura. Nunca havia ouvido falar). Enquanto lutava para evitar uma morte terrível, percebi meus compadres me puxando pela corda e também tentando se esquivar da criatura que avançava destemida.
Meriadoc, reconhecendo a criatura, gritou que ela era vulnerável a fogo. Começamos então uma valsa mortal, em que tentávamos ao mesmo tempo fugir e atacar a criatura. Já no limite de nossas forças, triunfamos!
Agora, é tempo de encostar-se a uma parede, respirar fundo e curar as feridas. Sem deixar de louvar a Yondalla pela vitória e pela vida!
OBS: lembro que não seria possível descrever os eventos vividos por Malak na festa e na floresta porque esses foram esquecidos!
“Abençoada, mais um dia me concedes para honrá-la com cada fibra de meu ser. Permita-me agradecê-la com minha devoção”
(oração a Yondalla ao despertar pela manhã)
Extraído do diário de Anaximandrus
Quinta-feira, 05 de novembro de 1158.
A manhã não fugiu muito da rotina. Fiquei boa parte do tempo aguardando pelos meus novos compadres, mas eles não apareceram. Comecei então a fazer o habitual quando numa cidade desconhecida: perguntei por organizações, pessoas ou entidades que cuidam dos necessitados e desvalidos, tendo como objetivo prestar assistência no preparo das refeições, uma vez que esta é minha forma de entrar em comunhão com minha deusa e solicitar o seu apoio na forma de magias recuperadas. Enquanto cozinho, canto e oro a Yondalla, declamando versos ritualísticos, seguindo padrões cerimoniais e exaltando os grandes feitos dos heróis e pessoas comuns que em inúmeros momentos da História uniram forças em prol do Bem e da Ordem da comunidade.
Após algumas orientações procurei por um dos pouquíssimos lugares que parecem prezar pelos mais necessitados: um templo a Corellon Larethian, divindade criadora e protetora élfica e tão merecedora de respeito quanto a Abençoada, aberto aos devotos há cerca de um mês na cidade. Lá encontrei o sacerdote responsável e também um arqueiro elfo, com típicos trejeitos de um rastreador. Os dois conversaram sobre um halfling que havia saído da cidade no final da noite anterior e não retornara, e por algum motivo esse clérigo o queria resgatar. Naturalmente acompanhei e ajudei o rastreador, chamado Legolas, como possível.
Encontramos o halfling nas cercanias da saída da cidade e, para minha total surpresa, era ninguém menos que Malak Torin, e ele não lembrava de mim! Não demandou tempo para eu perceber que embora fisicamente bem (Nota: e usando uma bandagem muito bem feita na cabeça) parte de seu juízo havia sido perdido (Nota: seria este sintoma similar ao apresentado pelo prefeito da cidade?). Daí retornamos os três ao templo de Corellon Larethian. Despreocupado quanto ao meu camarada demente, passei então a cuidar de meus ritos na cozinha emprestada pelo sacerdote. Omessa, não me perdoo por tamanho desleixo! Minha displicência permitiu que Malak provocasse confusão para rivalizar com os piores bufões!
Solicitei ao sacerdote que enviasse seus acólitos atrás das pessoas mais carentes e necessitadas que encontrassem pela cidade, oferecendo a elas a oportunidade de terem uma bela refeição naquela tarde. Aos poucos os desvalidos foram chegando, quase todos de maneira tímida e desconfiada (Nota: alguns disseram nunca ter visto gesto similar antes, outros comentaram que a comida deveria estar envenenada, que os nobres a distribuíam para que eles comessem e morressem em agonia depois. Isso é revelador). Minutos depois revi Meriadoc e Konan, que se aproximavam junto a Legolas e um humano idoso, maltrapilho e trôpego. Meriadoc me contou que o velho era aquele bêbado a quem esperavam encontrar ao meio-dia na saída da pequena prisão, com o objetivo de interrogá-lo e obter informações importantes que ele adquiriu quando era zelador do forte-prisão. Concentrado em minhas tarefas para com os desvalidos, não acompanhei com atenção os eventos que se seguiram, mas sem dúvida faço boa idéia pelos relatos posteriores.
Malak surtou. Começou a falar coisas sem sentido, ora para si mesmo, ora para o grupo, e a disparar flechas em insetos imaginários que “voavam” pelo templo. Conseguiu furtar o arco e algumas flechas do rastreador e o seguiu até uma taverna em que este compraria uísque (Nota: exigência do ancião bêbado para falar alguma coisa). Na taverna ocorreu algum tipo de confusão, provocada por Malak, que resultou em sérios ferimentos a Legolas, uma garrafa de uísque e um pau atroz nas mãos de Malak como espólio. (Nota: espero que Malak pare de incomodar o jovem príncipe élfico, ou terei que tomar uma atitude mais drástica. Ele tem se mostrado um risco tanto para os membros do grupo quanto para si mesmo. Oh, gloriosa Mãe, foi com certo pesar que assumi a responsabilidade por ele, mas esta é parte de minha obrigação como sacerdote. Que eu saia vitorioso desta provação e mereça sua generosa atenção!).
Concluído o almoço comunitário, reunimo-nos para obter as informações do velho bêbado. Este se revelou sagaz em suas negociações, como se fosse acostumado a ser escorregadio, e logo os mais exaltados de meus companheiros começaram a ameaça-lo. Obviamente intervi, dizendo que não permitiria que o ancião fosse molestado. Sugeri que eles me contassem direito a história e exatamente quais informações desejavam obter. Feito isso, conversei de início reservadamente com o velho e usando de muita diplomacia consegui que ele revelasse quase tudo que sabia. (Nota: estranhamente ele tinha breves crises de pânico sempre que questionado sobre uma “sombra” que habitava o terceiro pavilhão do forte-prisão). Infelizmente chegou um momento em que ele passou a se sentir muito pressionado, ou aterrorizado, e se fechou em seu mundo. Levei-o a um aposento tranqüilo e o deixei descansar.
Reportei ao grupo o que consegui extrair e ficamos a decidir que rumo tomar. Meriadoc queria repassar a lorde Bilbo as informações que tínhamos ainda hoje, já que eram umas 16h. Konan, achou mais seguro aguardar até o dia seguinte para avançar e Legolas, já recuperado dos ferimentos por um encantamento do clérigo do templo, sugeriu investigar na noite de hoje a entrada secreta do forte-prisão.
Quanto a Malak...
Eis uma questão que foi de difícil resolução para mim. Todos queriam impedir Malak de seguir junto ao grupo enquanto ele estivesse neste estado de demência. O bom-senso ditava isso. Mas resolvi dar uma oportunidade ao irmão: no papel de “juiz de mentes” eu iria avaliá-lo e decidir por sua contenção ou não enquanto não encontrássemos uma cura para seu problema (Nota: Meriadoc me disse que estudou os ferimentos na cabeça de Malak e identificou que apenas um sacerdote de relativa proximidade com a divindade poderia fazer algo por ele. Não há ninguém na cidade que esteja próximo de seu deus o suficiente para isso). Foi arriscado e arrogante de minha parte assumir tal papel, mas considerei importante fazê-lo. Dessa forma, avaliei que Malak poderia permanecer junto ao grupo em nossa missão e que eu seria responsável por contê-lo caso ele voltasse a surtar.
Partimos então em direção ao forte-prisão, onde tentaríamos localizar esta passagem secreta no muro sul. Tentamos avançar furtivamente, mas acabamos sendo detectados por sentinelas. Felizmente, quem diria, justamente Malak salvou-nos de maiores complicações conseguindo convencer o guarda a nos deixar em paz.
Seguindo as orientações do ancião bêbado, descobrimos de fato uma entrada secreta que nos levaria aos três níveis das masmorras do forte. Para nós do povo pequeno, atravessar esta estreita passagem foi relativamente fácil. Porém qual não foi minha surpresa quando presenciei Legolas, com um corpo de proporções muito maiores que as nossas, esgueirar-se pela fenda com a graça de um contorcionista circense! Fiquei estupefato, ainda que nada tenha comentado.
O acesso descendente assemelhava-se a uma escadaria instável, como que feita de cascalho. Impetuoso, Malak tomou a dianteira e começou a descer antes que pudéssemos planejar direito nosso avanço. Segui atrás dele para impedir que se desgarrasse do grupo e perambulasse sozinho. Ao menos tomamos o cuidado de seguirmos amarrados a uma corda, que seria o elo entre todos, e tendo Legolas como suporte principal, por ser ele o maior e mais pesado de nós. A precaução não se mostrou suficiente: um a um fomos tragados para o interior escuro e desconhecido quando Malak escorregou e puxou a todos para baixo. Minha queda foi veloz e senti a morte se aproximando, tudo que poderia fazer era tentar reduzir o impacto posicionando meu escudo sobre a cabeça e realizar uma última oração. Funcionou, de certa forma: o impacto foi super leve, ainda que úmido e grudento. Tarde demais percebi que adentrei no corpo transparente e corrosivo de um cubo gelatinoso! (Nota: nome utilizado por Meriadoc para identificar a criatura. Nunca havia ouvido falar). Enquanto lutava para evitar uma morte terrível, percebi meus compadres me puxando pela corda e também tentando se esquivar da criatura que avançava destemida.
Meriadoc, reconhecendo a criatura, gritou que ela era vulnerável a fogo. Começamos então uma valsa mortal, em que tentávamos ao mesmo tempo fugir e atacar a criatura. Já no limite de nossas forças, triunfamos!
Agora, é tempo de encostar-se a uma parede, respirar fundo e curar as feridas. Sem deixar de louvar a Yondalla pela vitória e pela vida!
OBS: lembro que não seria possível descrever os eventos vividos por Malak na festa e na floresta porque esses foram esquecidos!
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RPG
Fragmentos de um Diário I
“Oh, Matriarca Cuidadosa, pousa tua mão sobre minha cabeça e concede-me tua paz.
Que o pouco realizado por mim em prol de teus queridos filhos tenha te feito sorrir.
Sou-te grato por mais um dia de saúde e bom senso.
Amaggut!”
(trecho de uma das suas orações noturnas)
Extraído do diário de Anaximandrus
Quarta-feira, 04 de novembro de 1158.
Um dia diferente do habitual, enfim! Nada se compara a confrontar-se com algo novo e então conhecer os seus detalhes! Confesso que quando cheguei à cidade esta noite, acompanhando a caravana de Mestre Sólomon, tudo que eu queria era degustar um belo prato de javali guisado e tomar um cálice de vinho antes de dormir, mas não demorou até que comentários maliciosamente sussurrados ao meu redor falassem de algo simplesmente absurdo: um irmão de raça aprisionado por espancar uma criança!
Naturalmente, não parti de imediato em seu socorro. Apenas um tolo segue seus impulsos sem antes investigar e analisar uma situação. Durante e após a ceia conversei com alguns plebeus na taverna onde me hospedei e reuni dados suficientes para me lançar ao resgate do meu certamente injustiçado irmão. Depois de vagar por muito tempo pela grande e desconhecida cidade, cheguei a um alojamento militar que parecia ser uma pequena prisão. Esbaforido e ansioso, surpreendi-me ao ver três irmãos halflings, todos com vestimentas típicas de aventureiros (e um deles sendo carregado!) no portão de saída do prédio.
Feliz por ver três irmãos que certamente poderiam me fornecer informações valiosas, apresentei-me e rapidamente comecei a questioná-los sobre os boatos e afins. Sendo eu um sacerdote da Abençoada Yondalla, mãe de todo o povo pequenino, e expondo orgulhoso em meu pescoço seu símbolo sagrado, estranhei o arqueiro do grupo demonstrar tamanha desconfiança para comigo, como se não quisesse dar respostas diretas. O jovem de manto, obviamente um feiticeiro de algum tipo, mostrou-se mais objetivo, dizendo que não era o local apropriado para conversarmos sobre isso, mas que o irmão desacordado era quem eu procurava. Dessa forma, vendo a pressa que tinham para afastar-se do local, sugeri algo muito óbvio para mim, e fácil também: restaurar a saúde do “selvagem” para que todos pudessem sair de lá andando. Rogando à Provedora por um simbólico auxílio ao seu filho ferido, impus as mãos sobre seu peito e a energia da vida ganhou novo fôlego. Finalmente, para que pudessem me explicar tudo, convidei-os para comer na taverna onde me hospedara.
Ah, é claro, que distração a minha: meus novos companheiros são Malak Torin um arqueiro; Meriadoc, um arcano; e Konan uma bárbaro de terras distantes.
Possuindo por patrono um lorde local chamado Bilbo, o grupo me deixou ciente de sua missão relativamente secreta, envolvendo o prefeito da cidade e sua aparente perda de juízo. A esposa deste, preocupada, pediu ajuda a lorde Bilbo e os três foram contratados. Informaram-me sobre novas contratações por parte do lorde, mas recompensa financeira não é o que move um bondoso e ordeiro devoto da Protetora e Provedora: a vitória sobre o mal e a preservação da ordem regem nossos atos!
Infelizmente eu já possuía uma missão, singela, mas ainda assim, minha obrigação: entregar uma encomenda contida numa arca (robes cerimoniais de seda) numa cidade próxima. Pelos meus cálculos, ainda tenho cinco dias para entregá-las no prazo. Ofereci meus serviços pelos próximos três dias.
Tudo que pedi a eles é que tentássemos investigar as coisas de forma ordenada, sem subterfúgios. Se conseguissem os nomes de algumas autoridades da cidade eu mesmo poderia conversar com elas e pedir uma autorização formal para que as investigações ocorressem no forte-prisão.
Executei um último encantamento de cura em Konan, despedi-me de Meriadoc e Malak e me recolhi para um merecido descanso, iniciado com o registro dessas pequenas memórias. Amanhã nos encontraremos novamente e, com as bênçãos de Yondalla, tudo correrá bem.
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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Visão Elfica
A viagem da cidade Elfolândia para a cidade desconhecida ao norte foi bastante cansativa. Tive que repor minhas energias no templo de C. L. local onde conheci o monge local que reconheceu logo minha nobresa e me ofreceu um contrato de conceção de terras desde que eu descubra o pq do prefeito de cidade tenha enlouquecido. Quatro halfling's estavam a andar na cidade fazendo bastante alarde e deixando suspeitas, o monge me falou que 1 deles tinha ido festejar na noite anterior perto do bosque local. Fui ao seu encontro rastrendo rastros de pequenos humanoides. quando avistei algo estranho um halfling estremamente bebado com o arco quebrado cambaleando pela mata e tagarelando com ele mesmo, nada mais facil para pegar informações. Ao descobrir os nomes dos demais comporsas dele o levei para o monge afim dele poder falar o que realmente se assucedera com o halfling. Ao chegar no templo avisto mais um halfling que por um acaso é amigo da criatura por minha surpresa conversamos um pouco e fui atraz do restante do grupo. Após uma breve caminhada encontro mais dois halfling's no beco persuadindo um bebato( a cena mais bizarra da minha vida) e os convenço a vir comigo para o templo para que possamos conversar e interrogar o bebado sem fazer muitos alardes. Chegamos ao templo e o bebado começa a fazer exigencias para abrir o bico e pede uma garrafa de Uísque. Foi decidio que eu iria comprar a garrafa, o louco do halfling que estava lezado e que já havia me roubado um arco e 2 flechas estraga minha negociação com o guarda da taberna( o halfling pulou e bateu nas costas do homem) e inicia-se um combate contra uma "gigante" com um tacape atroz filha da p...... eu puxo minha espada e corto o homem furioso até ele cair no xon. Entro na taberna e consigo a bebida, retorno ao templo e começamos a negociar com o bebato a tarz de informações. As informações do bebado nos leva ao chefe da guarda e adentramos na prisão a fim de encontra-lo...
continua
continua
domingo, 1 de fevereiro de 2009
XP
Incrível XP do Cubo Gelatinoso do Mal 666:

60
Do resto:
919 pra cada por intepretação e 20 por sobreviverem a escada de pedra do mal.
Diogo leva mais uns 99 por burric... digo, coragem (a ação certa ao encontrar um bando de devoradores de mente é correr e gritar pela mamãe). Ele vai precisar.
Ângelo leva 1 extra por organizar um sopão.
Isso nos deixa com:
Buda - 1899
Renato - 1899
Diogo - 1998
Angelo - 1000
Tibúrcio - 999
Todo mundo menos Tibúrcio passou de nível (só pra sacanear e ele acordar mais cedo).
Lembrando que quem descrever a aventura do ponto de vista do seu personagem leva mais 500 XP, só que no máximo um nível por sessão.

60
Do resto:
919 pra cada por intepretação e 20 por sobreviverem a escada de pedra do mal.
Diogo leva mais uns 99 por burric... digo, coragem (a ação certa ao encontrar um bando de devoradores de mente é correr e gritar pela mamãe). Ele vai precisar.
Ângelo leva 1 extra por organizar um sopão.
Isso nos deixa com:
Buda - 1899
Renato - 1899
Diogo - 1998
Angelo - 1000
Tibúrcio - 999
Todo mundo menos Tibúrcio passou de nível (só pra sacanear e ele acordar mais cedo).
Lembrando que quem descrever a aventura do ponto de vista do seu personagem leva mais 500 XP, só que no máximo um nível por sessão.
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